segunda-feira, 14 de novembro de 2011

ÚLTIMAS NOTÍCIAS DA UCRÂNIA - 14/11/2011

Yulia Tymoshenko

Yulia completou 100 dias na prisão. Aproximadamente 100 pessoas promoveram uma ação junto aos muros da prisão. Elas cantaram canções populares ukrainianas acompanhados pelo som da guitarra. As pessoas seguravam as bandeiras do partido e soltaram bexigas vermelhas e brancas. Algumas pessoas discursaram.

A apelação da Tymoshenko será analizada por juízes dependentes do governo. Segundo o advogado a escolha será feita pelo computador, mas a relação contem somente os nomes de juízes ainda não efetivados e contra eles foram abertos processos disciplinares. Então estes juízes farão tudo o que lhes for solicitado para salvar a própria pele. A sessão de apelação está marcada para o dia 13.12.2011.

Tymoshenko enfrenta outro problema grave. Para uma reunião com seus advogados ela compareceu com auxílio de dois funcionários da prisão, nos quais se apoiava. Ela quase não sai da cama. Seriam problemas na coluna, hérnia ou neuralgia? Segundo sua filha, os médicos da prisão não sabem já que nenhum exame pode ser realizado na prisão, além de simples toque. E ainda, segundo seu advogado, os médicos, "a pedido" precisaram modificar o diagnóstico inicial que recomendava o mais rápido possível internamento em clínica especializada para um diagnóstico correto e posterior tratamento. Com o diagnóstico modificado, o tratamento recomendado foi cancelado. Seu médico particular também não pôde visitá-la nestes 100 dias. Segundo os médicos da prisão, ela não deve permanecer na cela onde a temperatura for inferior a 14 graus. O advogado acha que a cela é fria e úmida. A direção diz, cinicamente, que Tymoshenko ficou doente devido suas caminhadas matinais no pátio da prisão (E a neve está começando a cair, temperaturas abaixando! - O.K.). O serviço penitenciário divulgou notícia que Tymoshenko foi examinada pelos médicos do Ministério da Saúde e estes concluíram que não havia problemas graves. Mas o Ministério da Saúde desmentiu esta informação dizendo que os médicos do Ministério não examinaram Tymoshenko. O Ministro instou para "não especular sobre o tema da saúde e não politizar as atividades dos médicos".

Tymoshenko pediu à Comissão Européia não interromper os trabalhos referentes à assinatura dos Acordos para Associação, apesar de seu aprisionamento.

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Os motoristas do sucessor de Lutsenko

Os motoristas do sucessor de Lutsenko também incorrem no desvio de função, prática antiga no Ministério do Interior, mas ninguém os coloca na prisão por este motivo.

Segundo declarações de testemunhas, sempre que havia falta de motorista eram convocados oficiais de unidades operacionais de pequenas unidades. Eram 150 - 200 assim convocados.

Fato interessante é que esse esquema funciona até hoje, principalmente para conduzir o automóvel do ministro.

À pergunta da esposa Irina "Os motoristas do atual ministro acesso têm acesso às informações secretas", a resposta da testemunha foi afirmativa. E, à pergunta de Lutsenko "se tem os motoristas efetivos da frota da garagem acesso aos segredos de Estado", já a resposta foi negativa. Daí se deduz uma conclusão inequívoca.

Os motoristas do atual ministro são registrados em outros departamentos, com outras funções. Que pretensões podem haver ao então motorista de Lutsenko Leonid Prystupliak?

Estas declarações foram corroboradas pela testemunha seguinte Volodymyr Brukhanskyi, vice-chefe da frota de operações do Ministério. Ele disse: os trabalhadores da frota do Ministério não dirigem o automóvel do ministro. "Nas máquinas do ministro estão instalados equipamentos especiais de comunicação - é o acesso às informações reservadas".

Sempre os motoristas do dirigente do Ministério de Assuntoos do Interior vieram de pequenas unidades, não da frota da garagem. E à pergunta por quê? a testemunha respondeu: "Sendo o ministro - pessoa protegida, então aos seus motoristas exigem-se requisitos especiais..."

Durante a sessão o advogado da defesa pediu um intervalo porque Lutsenko estava passando mal e precisou fazer uso de medicamentos. Ele, como Tymoshenko, somente é examinado pelos médicos da prisão. Lutsenko precisa de uma biópsia do fígado, mas na prisão isto não é possível.

No entanto, os médicos da prisão dizem que há melhoras na saúde de Lutsenko. Os advogados contestam porque, além de problemas do fígado e pâncreas, agora Lutsenko tem diabetes.

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Cresce assustadoramente a criminalidade infanto-juvenil na Ukraina


Na Ukraina, a partir do início de 2011 distingue-se um aumento da delinquência infnto-juvenil de 15 a 17% em comparação com o ano anterior.

Isto foi divulgado em uma conferência de imprensa em Donetsk (região do presidente) pela chefe da Administração, Bem-estar e direitos infanto-juvenis Liudmyla Voronets.

"Normalmente cometem delitos crianças de famílias problemáticas: quando são órfãs ou pais usuários de bebidas alcoólicas". A criminalidade aumentou muito entre as crianças que já haviam cometido crimes anteriormente. São crimes recorrentes "entre as crianças que cometeram crimes anteriormente e, não foram mandadas para prisão, mas, ao mesmo tempo, o trabalho preventivo foi insuficiente".

"Estamos preocupados porque o aumento da criminalidade ocorre no momento da reforma dos órgãos do assunto do interior, na parte referente à milícia criminal, na questão infanto-juvenil", disse Volynets.

"Se hoje há aumento da criminalidade infantil, uma mudança radical será satisfatória?... Talvez sim, talvez não. Precisa pensar muito bem como fazê-la", concluiu Volynets.

Outro fato bastante presente no desenvolvimento infanto-juvenil é quando os pais migram para outros países europeus porque não encontram trabalho na Ukraina, e deixam filhos pequenos ou adolescentes aos cuidados de familiares, geralmente os avós, que já não dispõem da necessária vitalidade para substituir os pais.

Estas crianças geralmente recebem compensações econômicas, mas se ressentem com a falta dos pais, principalmente a falta da mãe e são propícias para o desencaminho, e até suicídio.

Quando ficam com parentes mais distantes criam complexos em relação a seus colegas de classe: sua aparência não é tão bem cuidada, como dos colegas que vivem com os pais, julgam eles.

E, às vezes, o dinheiro recebido do exterior não é mesmo aplicado como determinado pelos pais, o que acarreta maior sofrimento. A revolta entre os adolescentes é direcionada para o dinheiro: se meus pais me deixaram sozinho - então que paguem por isso! E, mesmo quando os pais voltam a influência emocional já se perdeu, predomina o dinheiro.

Se os adolescentes não recebem apóio e aconselhamento de pessoas próximas - na alma predomina a ofensa.

Normalmente possuem dinheiro, mas devido a perda de emoções familiares gastam-no com álcooll, jogos e cigarros. Muito cedo iniciam relacionamentos sexuais e adquirem doenças venéreas ou praticam aborto.

Desencantam-se com representantes do sexo oposto.

Os pais abandonam os filhos porque não tem como alimentá-los. Cada nonagésima criança na Ukraina é privada de cuidados paternos e somente um terço delas consegue pais adotivos.

Na região leste tem três a quatro vezes mais crianças nos orfanos que na região oeste - 2% contra 0,5% . Em Donetsk, cada terceira criança cresce sem pai.

A diretora de programas sociais do Centro Razumkov diz que, devido ao declínio catastrófico na produção as pessoas acabaram na rua sem um centavo no bolso. Na ausência de perspectivas sociais tornam-se alcoólatras, viciadas em drogas, famílias desestruturadas... Se as pessoas não apreciam o trabalho e consideram-no apenas como fonte de sobrevivência, ele perde sua dignidade. Para nossos oligarcas a situação é favorável, fornece um bom clima de investimento, mão de obra barata. Então as pessoas anulam seus laços perante o Estado, depois perante a comunidade e , por último perante sua família. A pior coisa é perder os sentimentos em relação aos filhos.

Na região ocidental também há muitos órfãos sociais. São muitas as crianças criadas pelas vovozinhas e vovozinhos enquanto suas mães trabalhavam como domésticas na Itália. Mas no oeste ukrainiano as pessoas são mais religiosas que no leste e sudeste. Viveram menos tempo sob o jugo russo.


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Deputado do Partido das Regiões cria facção pró-Putin 

Ukrainska Pravda (Verdade Ukrainiana) 10.11.2011

Nos próximos dias, no Parlamento ukrainiano, planejam criar uma interfacção de deputados para apoiar a participação da Ukraina na União Econômica da Eurásia.

O anúncio foi feito pelo deputado Valerii Konovaliuk. O propósito do grupo parlamentar será pela aproximação da Ukraina para ingresso na União Econômica Eurasiana.

O grupo será formado de aproximadamente 15 deputados que se ocuparão com questões de desenvolvimento de relações comerciais com países da CIS (Comunidade dos Estados Independentes: Azerbaijão, Bielorrússia, Armênia, Cazaquistão, Quirguistão, Moldávia, Rússia, Tajiquistão, Uzbequistão.



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Compilação e tradução: Oksana Kowaltschuk
Foto formatação: AOliynik

domingo, 13 de novembro de 2011

IRONIZANDO A POLÍTICA OU POLITIZANDO A IRONIA

Como sombra sobre Havana

Dniprohrad, mensageiro de cidadãos interessados, 24.10.12
Roman Chayka

E se vocês não querem dar a nós, democratas de Makiivka e Yenakiiev, [1] a perspectiva de adesão a União Européia - então eu voarei adiante. Assim respondeu o Garantidor da integridade territorial do Myzhyhiria [2] ao líderes da UE. Com coragem e arrogância, rigoroso como Putin.

Permitir a Yulia participar das eleições - isto para vocês é democracia? Todas essas conversas européias sobre um judiciário independente, a presunção de inocência, o papel da investigação e acusação, ações da advocacia e possibilidades de proteção no processo, a abertura dos tribunais, o procedimento contraditório, a motivação e os benefícios pessoais de acordos internacionais, ou a sua ausência.

Conversa fiada. Vocês pensam que os espertos do orçamento como os kliuieves - boikos - tihipkoos, às costas dos quais estão os paladinos do direito e liberdade pshonkas - khoroshkovskis - mohylioves e toda essa quantidade, apoiada pelos gênios criadores de leis chechetovs - bohoslovskys - kolesnichenkivs acreditarão nos seus bla-blá-blás "valores europeus"?

O reconstruído estádio por meio bilhão ou duas plataformas de petróleo ao preço de quatro - são valores. E, em geral - vocês muito querem de nós: é libertar Yulia no período de queda do ranking do governo, é lei sobre aprimoramento eleitoral dos candidatos ao Conselho para não comprarem votos. Talvez também queiram uma nova reforma judicial? Caracas... darão perpectiva? Ah, não - voarei adiante... E voou. Para Cuba.

Na página do presidente escassa como lágrima de Che Guevara, a mensagem: "O presidente da Ukraina Viktor Yanukovych reuniu-se com Fidel Castro. O encontro "olho-no-olho durou mais de duas horass". E nenhuma foto. Os próprios cubanos já não veem Fidel a mais de um ano.

E ele ainda existe? Aos cubanos, ao menos pintam algumas fotos nos jornais comunistas. Mas nós fomos privados de tal alegria. Com quem era o encontro? Com fotografia? Ou talvez não houve nenhuma reunião. Somente Raul sabe e mais alguns Rauis da administração, mas será que dirão? E mesmo, se depois de uma garrafa de rum cubano ainda imaginar uma recepção calorosa, então sobre o que com Fidel nosso euro garantidor poderia falar duas horas ininterruptamente? Não narrou ele a nossa marasmática revolução sobre bem sucedida reforma de aposentadorias na Ukraina longínqua.

Na "Ilha da Liberdade" para família Castro onde a civilização amorteceu na virada dos anos 60 do século passado, existem dois valores cubanos: primeiro - o povo por 20 dólares de salário apoia os guias hereditários, os Castro, não se revolta e segundo - nem mesmo a Cia conseguiu derrubar Fidel. Talvez compartilhar experiências, porque olhar um vídeo brutal de Kadafi é assustador. Até ocorreu histeria com Mubarak.

Então sobre a verdade dos valores cubanos. Ao redor palmeiras e devastação. Além da agricultura, a qual deve-se não tanto ao marxismo - leninismo, como ao clima do Caribe - nada se produz. Mas a medicina aqui é boa, tão boa que até o democrata Hugo Chaves se trata em Cuba. Com esta medicina, que conhece os segredos, pode-se viver para sempre e pensar sobre quarto-quinto mandato.

Conforme relata o porta-voz oficial da Bankova: no assunto sobre medicina sempre concordaram - os cubanos não vão escolher entre produtos ukrainianos visto seu isolamento insular. Desde a crise do Caribe a prática do escambo na economia da ilha permanece inalterado - tudo era trocado com a URSS e China comunista. Agora vão praticar escambo também com Ukraina.

O número maior de crianças que poderá ser trtado em Cuba é prejudicado com a ecologia ukrainiana, destruída pelos conjuntos industriais dos oligarcas-imperialistas nacionais, sua jovem saúde é boa. Maior quantidade de charutos cubanos, rum e frutas - também não é ruím.

Mas, em essência - toda esta visita, como sombra sobre Havana. Porque declarou-se como contra resposta às exigências de Bruxelas. Contraposição de valores cubanos aos europeus.

Bem, há um valor cubano - a oposição na ilha já não existe a meio século. Esta se bronzeando na apodrecida - capitalista Flórida.

Grande mistério em Havana: com 20 dólares a nação cubana é alegre e feliz, e os ukrainianos com o mínimo de 100 dólares - insatisfeitos com a vida. Tudo para eles é pouco. Como fazer dos ukrainianos um povo eternamente feliz e satisfeito como os cubanos? Onde está esse botão mágico, Castro? Esta é uma pergunta de peso civilizacional e valores comuns. E como tornar sem oposição o espaço circundante? Nem Chaves, nem Lukashenko (Bielorrússia) tal não conseguiram, mas Fidel com Raul - total vantagem.

Embora o segredo da paz e prosperidade de ditadores comunistas é simples. Ainda em 1959 foram proibidos todos os partidos e movimentos públicos. Um milhão de "maus" cubanos emigrou, os melhores ficaram. Princípios e valores precisa consolidar imediatamente, ainda no início das "reformas populares". Assim ensina a experiência do grande Fidel. Mesmo na Wikipedia pode-se ler esta receita.

Havia no governo dos Castro um tal de Che Guevara. "Ele foi nomeado presidente da prisão na fortaleza La Cabaña, e dentro de cinco meses de mandato, de 1959-1960, ele supervisionou os processos e execuções de muitas pessoas, entre as quais havia funcionários do regime anterior de Batista. José Velasuso, advogado que trabalhou sob a direção de Guevara em La Cabaña, na preparação das acusações, disse que eram procedimentos sem lei, em que "os fatos foram avaliados sem qualquer respeito a princípios gerais de direito", e provas foram fraudados por Guevara. Próximo 550 pessoas foram executadas pelo tribunal especial sob ordens de Guevara durante este tempo". Isso sim - experiência prática e tradição histórica.

Mas tem um invencível probleminha - tanto Che, quanto Fidel sempre foram anti-imperialistas e, segundo suas medidas o atual governo da Ukraina - completamente imperialista. Esses imperialistas pós-soviéticos não conseguirão transformar a prisão de Lukianivska em La Cabaña, não conseguirão proibir todos os partidos, e não empurrarão todos para exílio. E mesmo se copiarem todos os métodos do governo castrista - não conseguirão mudar sua natureza oligarquica de rapinagem.

Se Guevarra estivesse nesta reunião de duas horas, ao lado do camarada Fidel, aconselharia com precisão: é hora de fazer a revolução social e enxotar todos esses imperialistas do governo ukrainiano às masmorras de La Cabanã. Porque o contrário, os imperialistas segurarem seu povo pela cauda e pela crina - não acontece para sempre.

"Nós realmente queremos, que as reformas, que começaram em Cuba, sejam bem sucedidas e conduzam o país ao florescimento e prosperidade a nação cubana", Desejou nosso reformador ao reformador Raul e voou para o Brasil. Atrás ficou a linda e miserável Cuba...
[1] Regiões de Donetsk, procedência do presidente Yanukovych e muitos de seus apoiadores.
[2] É o local onde Yanukovych está construíndo sua esplendida residência-clube. Veja reportagem anterior neste blog.

Tradução: Oksana Kowaltschuk

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

COMUNISMO RUSSO E SEUS MÉTODOS

Stalinismo: fossa comum com os restos de 495 pessoas

Hélio Dias Viana (*)

Quando será estabelecida uma Nurenberg para julgar os casos das vítimas do comunismo? – Eis uma nova e estarrecedora descoberta.


Stalinismo: fossa comum com os restos de 495 pessoas
Giovanni Bensi, “Avvenire”, 17 julho de 2010

MOSCOU
Os ossos descobertos na periferia de Vladivostok, no Pacífico sul, pertencem a centenas de vítimas do terror staliniano, mortos pela NKVD, a polícia política “precursora” da KGB. As autoridades locais o confirmaram com base nos resultados reunidos pelos especialistas de medicina legal.

A macabra descoberta ocorreu no corrente mês, mas sua confirmação só chegou agora: trata-se de esqueletos de nada menos 495 pessoas, a maioria com sinais de disparo na nuca, e de umas 3,5 toneladas de outros ossos, trazidos à luz numa fossa comum por operários empenhados em trabalhos na estrada.

O prefeito de Vladivostok emitiu um comunicado, no qual afirma que “a hipótese de que os restos pertencem a vítimas da repressão está confirmada”.

As vítimas, segunda conclusão da perícia, foram mortas presumivelmente durante o “grande terror” dos anos 30 do século passado, quando milhões de cidadãos soviéticos foram fuzilados ou eliminados nos campos de trabalhos forçados siberanianos do Gulag, do qual Vladivostok era um centro de desova. Agora os restos serão sepultados num memorial.

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(*) Hélio Dias Viana é colaborador da ABIM

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A CONTA MACABRA DO COMUNISMO

Caro(a) Leitor(a):

Muitos não conhecem, outros nunca ouviram falar o que significa o comunismo para a humanidade. Postamos uma série com 9 (nove) vídeos onde é mostrado que comunismo, nazismo, socialismo, esquerda, são faces de uma mesma moeda: Genocida.
O filósofo, ensaista e jornalista, Olavo de Carvalho, diz com muita propriedade que "a esquerda, embora seja a recordista número um de crimes contra a humanidade, continua se concebendo como a detentora do monopólio das virtudes mais excelsas. Ela pensa assim não porque tenha algum dia feito algum bem capaz de compensar o genocídio soviético, chinês e cambojano, mas precisamente porque é, das duas facções majoritárias em que se divide a arena política do mundo, a mais insensível, a mais brutal e desumana." (os grifos são do editor).
Estas informações não são encontradas na grande mídia mundial, talvez esteja aí a causa de tanta desinformação a respeito deste assunto que sempre é varrido para baixo do tapete. Sobra o axioma: o que a imprensa não divulga, simplesmente não existe. É assim que pensa a maioria das pessoas, sem perceber, por mínimo que seja, que a mídia deixou de ser informativa para se transformar em formativa.
Disso tudo, não se entende como na Ukraína, por exemplo, uma das maiores vítimas do genocídio comunista russo, notadamente o HOLODOMOR de 1932-33, promovido pelo genocida Stalin, e que contabilizou 7 (sete) milhões de mortos pela FOME, ainda existam ucranianos que defendem o regime comunista e fazem passeatas ostensivas para o retorno deste que é o mais cruel, brutal e assassino de todos os regimes que surgiram na história da humanidade. Quase 150 milhões de almas !!! Os números são estarrecedores. Confira no quadro a seguir.

O Editor.

GENOCÍDIOS COMUNISTAS

Cuidado com os que defendem esta "ideologia"

Communist Body Count: 149,469,610

Contagem de Corpos: 149.469.610 mortos pelos regimes comunistas em 23 países.

Rank

Country
1
People's Republic of China
Body Count: 73,237,000
1949-Present (57+ years and counting)

R.J. Rummel originally estimated China's body count between between the years of 1949-1987 to be 35,236,000 (Rummel 1994). This excluded 38,000,000 million that died of famine during the Great Leap Forward. After the release of Mao: The Unknown Story, Rummel became convinced that the Chinese government was directly responsible for the famine, thus increasing his original estimate by 38,000,000 (Rummel 2005). 1,000 was added for
Tienanmen Square
in 1989 (Courtois 1999).
2
Union of Soviet Socialist Republics
Body Count: 58,627,000
1922-1991 (69 years)

The body count only covers the years 1923-1987 (Rummel 1996).
3
Russian Soviet Federated Socialist Republic
Body Count: 3,284,000
1918-1922 (4 years)

This body count does not include the 6,210,000 killed in the civil war (Rummel 1996).
4
Democratic People's Republic of Korea
Body Count: 3,163,000
1948-Present (58+ years and counting)

1,663,000 is attributed between 1948-1987 excluding the Korean War (Rummel 1994). 2,500,000 is the mid-estimate for those who starved to death between 1995-1998 (U.S. Committee for Human Rights in North Korea 2006).
5
Cambodia
Body Count: 2,627,000
1975-1987 (12 years)

The body count estimate is complete (Rummel 1994). The offical country name was Democratic Kampuchea during Pol Pot's reign and then known as People's Republic of Kampuchea afterwards.
6
Democratic Republic of Afghanistan
Body Count: 1,750,000
1978-1992 (14 years)

The body count estimate is complete (Courtois 1999).
7
Vietnam
Body Count: 1,670,000
1975-Present (30+ years and counting)

The body count covers the years 1945-1987 for Vietnam/North Vietnam and excludes 1,062,000 from the Vietnam War (Rummel 1994).
8
People's Democratic Republic of Ethiopia
Body Count: 1,343,610
1974-1991 (17 years)

The body count includes 10,000 political assassinations during 1977-1978, 1,000 children killed in 1977, 110 massacred in an Orthodox church in 1975, 80,000 during the civil war between 1978-1980, 250,000 that died in 1982 through Transit Camps, and 2,500 killed in a bombing raid (Courtois 1999). Another 1,000,000 is added for the famine during 1984-1985 (BBC News 2000).
9
Socialist Federal Republic of Yugoslavia
Body Count: 1,072,000
1945-1992 (47 years)

The body count only covers the years 1945-1992 excluding 100,000 from the Tito Partisans between 1941-1944 (Rummel 1994).
10
Chinese Soviet Republic
Body Count: 700,000
1931-1934 (3 years)

The body count only includes the Jiangxi and Fujian provinces (Chang 2005). Although Mozambique has 700,000 to its name, the Chinese Soviet Republic produced more bodies in a shorter time period and the estimate is low.
11
People's Republic of Mozambique
Body Count: 700,000
1975-1990 (15 years)

100,000 civilians murdered between 1986 and mid-1988 (Young 1991) and 600,000 starved to death between 1975-1985 (Courtois 1999).
12
Socialist Republic of Romania
Body Count: 435,000
1947-1989 (42 years)

The body count only covers the years 1947-1987 (Rummel 1997).
13
People's Republic of Bulgaria
Body Count: 222,000
1946-1990 (44 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
14
People's Republic of Angola
Body Count: 125,000
1975-1992 (17 years)

The body count only covers the years 1975-1987 (Rummel 1997).
15
Mongolian People's Republic
Body Count: 100,000
1924-1992 (68 years)

The body count only covers the years 1924-1987 (Rummel 1997).
16
People's Socialist Republic of Albania
Body Count: 100,000
1946-1991 (45 years)

The body count only covers the years 1944-1987 (Rummel 1997).
17
Republic of Cuba
Body Count: 73,000
1961-Present (45+ years and counting)

The body count only covers the years 1959-1987 (Rummel 1997).
18
German Democratic Republic
Body Count: 70,000
1949-1990 (41 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
19
Socialist Republic of Czechoslovakia
Body Count: 65,000
1948-1990 (42 years)

The body count only covers the years 1948-1968 (Rummel 1997).
20
Lao People's Democratic Republic
Body Count: 56,000
1975-Present (31+ years and counting)

The body count only covers the years 1975-1987 excluding 47,000 war dead (Rummel 1997).
21
Hungarian People's Republic
Body Count: 27,000
1949-1989 (40 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
22
People's Republic of Poland
Body Count: 22,000
1948-1989 (41 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997). Excludes 1,585,000 from ethnic cleansing between 1945-1950 (Rummel 1994).
23
People's Democratic Republic of Yemen
Body Count: 1,000
1969-1990 (21 years)

The body count only covers the years 1969-1987 (Rummel 1997).



References
BBC News (2000, April 6). Flashback 1984: portrait of a famine. Retrieved May 7, 2006, from http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/703958.stm
Chang, Jung, & Halliday, Jon (2005). Mao: the unknown story (1st American ed.). New York: Alfred A Knopf.
Courtois, S., Werth, N., Panne, J., Paczkowski, A., Bartosek, K., & Margolin, J. (1999). The black book of Communism: crimes, terror, repression. United States: Harvard University Press.
Rummel, R. J. (1994). Death by government. New Brunswick, NJ: Transaction Publishers.
Rummel, R. J. (1996). Lethal politics: Soviet genocide and mass murder since 1917 (1st paperback ed.). New Brunswick, NJ: Transaction Publishers.
Rummel, R. J. (2005, November 20). Reevaluating China’s democide to be 73,000,000. Retrieved April 5, 2006, from http://freedomspeace.blogspot.com/2005/11/reevaluating-chinas-democide-tobe.
html
Rummel, R. J. (1997). Statistics of democide: genocide and mass murder since
1900. Charlottesville, Virginia: Transaction Publishers.