Muitos não conhecem, outros nunca ouviram falar o que significa o comunismo para a humanidade. Postamos uma série com 9 (nove) vídeos onde é mostrado que comunismo, nazismo, socialismo, esquerda, são faces de uma mesma moeda: Genocida.
O filósofo, ensaista e jornalista, Olavo de Carvalho, diz com muita propriedade que "a esquerda, embora seja a recordista número um de crimes contra a humanidade, continua se concebendo como a detentora do monopólio das virtudes mais excelsas. Ela pensa assim não porque tenha algum dia feito algum bem capaz de compensar o genocídio soviético, chinês e cambojano, mas precisamente porque é, das duas facções majoritárias em que se divide a arena política do mundo, a mais insensível, a mais brutal e desumana." (os grifos são do editor).
Estas informações não são encontradas na grande mídia mundial, talvez esteja aí a causa de tanta desinformação a respeito deste assunto que sempre é varrido para baixo do tapete. Sobra o axioma: o que a imprensa não divulga, simplesmente não existe. É assim que pensa a maioria das pessoas, sem perceber, por mínimo que seja, que a mídia deixou de ser informativa para se transformar em formativa.
Disso tudo, não se entende como na Ukraína, por exemplo, uma das maiores vítimas do genocídio comunista russo, notadamente o HOLODOMOR de 1932-33, promovido pelo genocida Stalin, e que contabilizou 7 (sete) milhões de mortos pela FOME, ainda existam ucranianos que defendem o regime comunista e fazem passeatas ostensivas para o retorno deste que é o mais cruel, brutal e assassino de todos os regimes que surgiram na história da humanidade. Quase 150 milhões de almas !!! Os números são estarrecedores. Confira no quadro a seguir.
O Editor.
GENOCÍDIOS COMUNISTAS
Cuidado com os que defendem esta "ideologia"
Communist Body Count: 149,469,610
Contagem de Corpos: 149.469.610 mortos pelos regimes comunistas em 23 países.
Rank
Country
1
People's Republic of China
Body Count: 73,237,000
1949-Present (57+ years and counting)
R.J. Rummel originally estimated China's body count between between the years of 1949-1987 to be 35,236,000 (Rummel 1994). This excluded 38,000,000 million that died of famine during the Great Leap Forward. After the release of Mao: The Unknown Story, Rummel became convinced that the Chinese government was directly responsible for the famine, thus increasing his original estimate by 38,000,000 (Rummel 2005). 1,000 was added for
Tienanmen Squarein 1989 (Courtois 1999).
2
Union of Soviet Socialist Republics
Body Count: 58,627,000
1922-1991 (69 years)
The body count only covers the years 1923-1987 (Rummel 1996).
3
Russian Soviet Federated Socialist Republic
Body Count: 3,284,000
1918-1922 (4 years)
This body count does not include the 6,210,000 killed in the civil war (Rummel 1996).
4
Democratic People's Republic of Korea
Body Count: 3,163,000
1948-Present (58+ years and counting)
1,663,000 is attributed between 1948-1987 excluding the Korean War (Rummel 1994). 2,500,000 is the mid-estimate for those who starved to death between 1995-1998 (U.S. Committee for Human Rights in North Korea 2006).
5
Cambodia
Body Count: 2,627,000
1975-1987 (12 years)
The body count estimate is complete (Rummel 1994). The offical country name was Democratic Kampuchea during Pol Pot's reign and then known as People's Republic of Kampuchea afterwards.
6
Democratic Republic of Afghanistan
Body Count: 1,750,000
1978-1992 (14 years)
The body count estimate is complete (Courtois 1999).
7
Vietnam
Body Count: 1,670,000
1975-Present (30+ years and counting)
The body count covers the years 1945-1987 for Vietnam/North Vietnam and excludes 1,062,000 from the Vietnam War (Rummel 1994).
8
People's Democratic Republic of Ethiopia
Body Count: 1,343,610
1974-1991 (17 years)
The body count includes 10,000 political assassinations during 1977-1978, 1,000 children killed in 1977, 110 massacred in an Orthodox church in 1975, 80,000 during the civil war between 1978-1980, 250,000 that died in 1982 through Transit Camps, and 2,500 killed in a bombing raid (Courtois 1999). Another 1,000,000 is added for the famine during 1984-1985 (BBC News 2000).
9
SocialistFederalRepublic of Yugoslavia
Body Count: 1,072,000
1945-1992 (47 years)
The body count only covers the years 1945-1992 excluding 100,000 from the Tito Partisans between 1941-1944 (Rummel 1994).
10
ChineseSovietRepublic
Body Count: 700,000
1931-1934 (3 years)
The body count only includes the Jiangxi and Fujian provinces (Chang 2005). Although Mozambique has 700,000 to its name, the ChineseSovietRepublic produced more bodies in a shorter time period and the estimate is low.
11
People's Republic of Mozambique
Body Count: 700,000
1975-1990 (15 years)
100,000 civilians murdered between 1986 and mid-1988 (Young 1991) and 600,000 starved to death between 1975-1985 (Courtois 1999).
12
SocialistRepublic of Romania
Body Count: 435,000
1947-1989 (42 years)
The body count only covers the years 1947-1987 (Rummel 1997).
13
People's Republic of Bulgaria
Body Count: 222,000
1946-1990 (44 years)
The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
14
People's Republic of Angola
Body Count: 125,000
1975-1992 (17 years)
The body count only covers the years 1975-1987 (Rummel 1997).
15
Mongolian People's Republic
Body Count: 100,000
1924-1992 (68 years)
The body count only covers the years 1924-1987 (Rummel 1997).
16
People's SocialistRepublic of Albania
Body Count: 100,000
1946-1991 (45 years)
The body count only covers the years 1944-1987 (Rummel 1997).
17
Republic of Cuba
Body Count: 73,000
1961-Present (45+ years and counting)
The body count only covers the years 1959-1987 (Rummel 1997).
18
German Democratic Republic
Body Count: 70,000
1949-1990 (41 years)
The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
19
Socialist Republic of Czechoslovakia
Body Count: 65,000
1948-1990 (42 years)
The body count only covers the years 1948-1968 (Rummel 1997).
20
Lao People's Democratic Republic
Body Count: 56,000
1975-Present (31+ years and counting)
The body count only covers the years 1975-1987 excluding 47,000 war dead (Rummel 1997).
21
Hungarian People's Republic
Body Count: 27,000
1949-1989 (40 years)
The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
22
People's Republic of Poland
Body Count: 22,000
1948-1989 (41 years)
The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997). Excludes 1,585,000 from ethnic cleansing between 1945-1950 (Rummel 1994).
23
People's Democratic Republic of Yemen
Body Count: 1,000
1969-1990 (21 years)
The body count only covers the years 1969-1987 (Rummel 1997).
References
BBC News (2000, April 6). Flashback 1984: portrait of a famine. Retrieved May 7, 2006, from http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/703958.stm
Chang, Jung, & Halliday, Jon (2005). Mao: the unknown story (1st American ed.). New York: Alfred A Knopf.
Courtois, S., Werth, N., Panne, J., Paczkowski, A., Bartosek, K., & Margolin, J. (1999). The black book of Communism: crimes, terror, repression. United States: HarvardUniversity Press.
Rummel, R. J. (1994). Death by government. New Brunswick, NJ: Transaction Publishers.
Rummel, R. J. (1996). Lethal politics: Soviet genocide and mass murder since 1917 (1st paperback ed.). New Brunswick, NJ: Transaction Publishers.
Rummel, R. J. (2005, November 20). Reevaluating China’s democide to be 73,000,000. Retrieved April 5, 2006, from http://freedomspeace.blogspot.com/2005/11/reevaluating-chinas-democide-tobe.
html
Rummel, R. J. (1997). Statistics of democide: genocide and mass murder since
Timoty Snayder: Na Ukraina, havia duas fomes - soviética e nazista
Istorychna Pravda (Verdade Histórica), 24.10.2011
Paulo Solodko
"... Ukraina está no centro da maior catástrofe do mundo ocidental. De 17 milhões de mortos 14 milhões foram destruídos lá onde permanecia a administração soviética e alemã. Nos anos 1930-1940 Ukraina era o lugar mais perigoso para se viver no mundo...
Timoty Snayder - professor de História na Universidade de Yale, EUA, doutor (defendeu tese na Universidade de Oxford) autor de vários livros, o mais famoso é "Terras Sangrentas (Bloodlands): Europa entre Hitler e Stalin."
Publicado a um ano, no final de outubro de 2010, "Terras Sangrentas" imediatamente se tornou um bestseller. Rapidamente 10 editoras deram ao trabalho de Snayder o título "Livro do ano" - entre eles Financial Times, The Economist e The Dailly Telegraph. Como brincou Yaroslav Hutsak: "para os historiadores, este livro é como "Harry Potter" para crianças".
Os ukrainianos devem estar preparados ao fato, que nos próximos anos sobre sua história do século XX, frequentemente vão aprendê-la nas páginas de "Terras Sangrentas". É realmente uma leitura fascinante - eu "engoli" mais de 400 páginas em duas tardes.
Snayder: "Yanukovych nega Holodomor[1] como uma ação contra o povo ukrainiano. Mas, realmente foi." Antes de tudo "Terras Sangrentas" podem se orgulhar com estilo de boa qualidade expositiva e nível de generalização. Snayder escreve não somente sobre como aconteciam os fatos históricos na Europa, nos anos 1930-40, mas também explica por que e como eles estão interligados.
A Editora "Grani-T" acaba de publicar em língua ukrainiana "Terras Sangrentas" e mais um livro de Snayder - "Príncipe Vermelho" (sobre arquiduque autríaco Wilhelm von Habsburg, o qual entusiasmando-se com identidade ukrainiana, tornou-se mais conhecido como Vasyl Vyshyvanyi [2].
A capa da edição de New York de "Terras Sangrentas" (2010), apresenta na sua ilustração a conhecida foto de setembro de 1941 - soldados alemães sobre campanário da Igreja de Lavra.[3]. Abaixo termina de queimar a ponte sobre o rio Dnipró, cujos restos ainda são visíveis perto da ponte de Paton. (Foto: James Wolfe, da Embaixada dos EUA na Ukraina).
Para apresentação das traduções ukrainianas veio a Kyiv o autor. Professor Snayder, e deu algumas conferências sobre "Terras Sangrentas". Com sua amável permissão "Verdade Histórica" apresenta sinopse dessas apresentações.
"Terras sangrentas" - é livro sobre pessoas isoladas. Por exemplo, sobre o ukrainiano, que na primavera de 1933 cavou, pessoalmente, sua sepultura - porque sabia, que morreria de fome, como milhões de ukrainianos. Ele cavou-a, para evitar a desonra, para não ser jogado numa carroça e ser levado para uma vala comum. E quando sentiu, que chegou sua hora, deitou-se nesta cova e morreu.
Este livro é sobre o oficial polonês, que foi prisioneiro dos soviéticos. Em 1939-40 ele escrevia um diário até os fuzilamentos em Katyn [4], e a última anotação foi assim: "Eles pediram minha aliança, a qual eu..." Nisto a anotação acaba. E é claro que a aliança, provavelmente, levou seu verdugo.
Este livro é sobre a jovem judia, que foi fechada numa sinagoga em Kovel, em setembro de 1942. O Holocausto já havia a um bom tempo - e ela sabia o que iria acontecer. Na parede da sinagoga ela escreveu para sua mãe: "Eu lamento não poder estar consigo. Beijo você muitas - muitas vezes".
Contadas a pouco histórias são apenas três das 14 milhões de pessoas cívis, que não participaram da luta armada. Eles foram mortos nas terras que eu chamo de sangrentas, no período entre 1939 - 1945 - no período quando Hitler e Stalin estiveram no poder.
Timoty Snayder
Foto de Yevhen Chukalin encomendada pela Associação ukrainiana de professores de História e Ciências Sociais "Nova Era".
14.000.000. O que impressiona neste número - é que ela diz sobre os sistemas políticos nazista e soviético.
Durante os anos por mim citados a quantidade de cidadãos pacíficos que foram mortos no espaço da Eurásia - 17 milhões, 14 milhões deles foram mortos no pequeno território que compreende o sul da Rússia, Ukraina, Bielorrússia, Estados Bálticos e a maior parte da Polônia.
Terras Sangrentas - é justamente o território onde estava presente a administração alemã e soviética. Isso não aconteceu na França, isso não aconteceu na maior parte do território da URSS. Mas justamente nessas terras, onde morreu a maior parte de pessoas que morreram na II Guerra Mundial, estiveram no governo os dois regimes.
Parada da vitória em Brest - nazistas e stalinistas juntos "Terras Sangrentas" - é exatamente o território, onde o Holocausto aconteceu. A absoluta maioria dos judeus europeus pereceu exatamente aqui. Em geral, nesta área foram mortos 5,5 milhões de judeus e 8,5 milhões de pessoas de outras nacionalidades.
É o maior desastre na história do mundo ocidental. Devemos nos perguntar por que nós, ainda não vimos este desastre tal, como eu descrevo. Em 12 anos em um só lugar morreram 14 milhões de pessoas, mas isto não era percebido como um evento total. Até agora os dados eram apenas aritméticos e geográficos. Por que nós não vimos a essência, que está por detrás destes números e nomes do lugar?
Há muitos livros importantes e maravilhosos, que descrevem partes dessa catástrofe. Eles descrevem os sofrimentos nacionais dos ukrainianos, poloneses, judeus, bielorrussos... Mas quando você os lê, não fica claro, que tudo isso aconteceu NUM MESMO território.
Capa da edição Ukrainiana
Mas todos esses livros descrevem os acontecimentos que aconteceram num só lugar e ao mesmo tempo. Você lê sobre o sofrimento dos poloneses e não entende, como eles se relacionavam com o sofrimento dos ukrainianos, lituanos e judeus.
A história do sofrimento em termos nacionais tem suas limitações. A história nacional pode perguntar: "Por que nós sofremos assim?" ou "Por que criamos tais atrocidades?", mas ela não pode responder sobre a participação nesta catástrofe de amplos e consideráveis fatores que estavam acima das categorias nacionais.
Suponhamoos, que é possível saber absolutamente tudo sobre a história da Ukraina, mas este conhecimento não lhe dará resposta por que em 1933 havia fome aqui. Você pode saber tudo sobre a história do Holocausto, mas poderá não entender, por queos nazistas o realizaram. Pode-se saber tudo sobre a história da Polônia, mas permanecer na ignorância, por que no "Grande Terror" morreram 100 mil poloneses.
A história nacional não permite a visão geral da situação e muitas vezes há interferências políticas. Nenhum historiador polonês percebeu, que o exército alemão, que derrotou o levante de Varsóvia em 1944, era o mesmo que detinha os insurretos nos pântanos da Bielorrússia em 1943.
Pode-se ler muito sobre a Alemanha nazista e URSS, não sabendo, que eles cometiam morticínio nos mesmos territórios. Quando você ouve falar deles, pode pensar, que eram sistemas diferentes, operando em diferentes partes do mundo. Mas eles agiam especialmente num território - Ukraina. Ambos os regimes procuravam dominar o mesmo espaço.
Timoty Snayder: "Ukraina foi o local do maior morticínio". É difícil dizer, com que procedimentos os regimes, que cometiam os crimes, interagiam entre si. Eu tentei responder com os seguintes métodos:
1) Nenhuma metafísica. Isto é, nenhumas isenções nacionais. Não se trata de que, morreram 5,5 milhões de judeus ou 3,5 milhões de ukrainianos. Trata-se de que 14 milhões de seres humanos foram assassinados. Uma parte deles foi morta apenas porque eram ukrainianos ou judeus, mas o mais importante - eles eram pessoas.
2) Nenhuma dialética, perdão, não segundo terminologia marxista. Stalin e Kaganovich afirmavam: "Sim, nós matamos alguns milhões de pessoas nos anos 1930, mas nós vencemos a II Guerra Mundial". Não entanto, eles não venceram porque se prepararam para guerra com Holodomor e repressões.
Hitler para Stalin: Parabéns pelo aniversário. Eu tentei evitar o muitas vezes usado estereótipo, alegação de que o Terceiro Reich e URSS eram opostos. Eles eram muito diferentes ideologicamente, mas não eram opostos. O povo soviético não corrigiu o que os nazistas fizeram, e os piores lugares do mundo nos anos 1930-40 - são justamente aqueles, em que estavam presentes tanto nazistas quanto stalinistas.
3) Tema maximamente concreta - trata-se exatamente sobre extermínio em massa. Não sobre os campos de concentração. Normalmente, quando nós falamos sobre repressões dos nazistas ou de Stalin, nós falamos sobre os campos. Campos de concentração não é o meu tema, mas de lá muitos saíam vivos. Quando queriam matar, matavam com balas, fome, câmaras de gás, lançamento às minas. A maioria dos 14 milhões de pessoas em questão neste livro, nunca viu um campo de concentração.
Por que nazistas e comunistas mataram tantas pessoas? Quando eu coloco esta questão no Ocidente, predominantemente respondem: Por causa da ideologia, devido a idéias erradas". Idéias errôneas existem também agora, mas elas agem apenas em circunstâncias específicas - quando são implementadas pela administração estatal.
O nazismo matou muitas pessoas somente depois que os alemães começaram a II Guerra Mundial.O marxismo tornou-se perigoso quando transformou-se em uma ferramenta nas mãos leninistas em instituições do Estado.
E aqui emerge a palavra "colaboracionismo" - termo intimamente ligado a agência do governo. Acredita-se que "colaboracionismo" era ideológico - neste caso extremamente raro. A pessoa ia ao órgão do governo nazista, porque antes ela trabalhava em uma estrutura analógica soviética. A pessooa podia até não refletir sobre isso - o escudo mudou, mas a essência administrativa permaneceu a mesma.
Muito frequentemente, os nazistas ou os bolcheviques colaboravam simplesmente para sobreviver. E o fato é que o colaboracionismo não significa, que as pessoas nesta parte do mundo são mais corrompidas politicamente. Frequentemente eles não tinham outra escolha - ou colaboração, ou a morte.
Na verdade, o que aconteceu - não é somente a questão ideológica, mas em grande parte é uma causa íntima da economia. O triunfo da raças ou revolução mundial não era o principal que trouxe as duas ideológias para Ukraina. Os alemães queriam as terras ukrainianas para construir um império agrícola no Leste. A União Soviética queria as terras ukrainianas, para aproveitá-las para industrialização - Como Stalin, certa vez, inadvertidamente, chamou de "colonização interna".
"Donbass - para vitória!" Cartazes da URSS durante a industrialização Bolcheviques viam a revolução como algo que aconteceu e precisa de proteção. Os alemães acreditavam que a revolução que iria criar um novo império ainda estava à frente. E assim, em um determinado tempo e lugar estas ideológias colidiram. Esta é a explicação de que aqui morreram 14 milhões de pessoas.
Falando sobre Terras Sangrentas, nós em primeiro lugar nos dirigimos à Ukraina. Em 1930-40 Ukraina era o lugar mais mortal do mundo. Nazistas e bolcheviques puderam concordar entre si sobre os poloneses, mas eles não puderam entender-se sobre os ukrainianos. Então eles lutaram pelos ukrainianos.
Há três períodos de assassinatos em massa nas Terras Sangrentas. No primeiro período o lider de destruição massiva de pessoas é a União Soviética: em 1933-38 a soma das vítimas do nazismo era de centenas, nesse mesmo tempo as vítimas de Stalin - contavam-se em milhões.
No segundo período URSS e os alemães matam aproximadamente com a mesma velocidade e intensidade - isto em 1939-41, quando os dois regimes são aliados. No terceiro período - 1941-44 - os líderes de destruição de civis, em massa, são os nazistas.
A União Soviética matava principalmente em casa, os alemães no exterior. Mas não importa como nós chamamos esses territórios, eles eram, em sua maioria, os mesmos lugares - Terras Sangrentas. Um pouco mais minuciosamente eu detalharei sobre a estrutura do livro.
A primeira seção descreve o Holodomor, que eu considero como parte de uma campanha de coletivização.Pode-se não aceitar que a fome foi planejada, mas com certeza foi intencional. Este devia ser um exemplo para as outras partes da URSS. Stalin via a Ukraina como a porção vulnerável às influências externas da União, portanto, quando os problemas com a coletivização começaram, escolheu os ukrainianos para o seu experimento.
História da Fome. Contamos, como sobreviveram (projeto de memória da ("Verdade Histórica")
Stalin sabia, que a política introduzida por ele traria morte aos ukrainianos. Ele sabia isto, porque dois anos antes a mesma política foi introduzida no Cazaquistão e resultou em catástrofe. De outubro a dezembro de 1932 ele realizou aqui a política que transformou a fome num fenômeno que levou vários milhões de vidas .
Citação: conta ukrainiana "Terras Sangrentas" - 10 milhões de pessoas.
"... As terras da Ukraina atual durante a época do assassinato em massa pertenciam, tanto ao núcleo stalinista, quanto nazista, de políticas assassinas.
Entre 1933 e 1938, as vítimas de políticas assassinas de Stalin foram cerca de 3,5 milhões de pessoas. Depois disso, entre 1944 e 1945, mais 3,5 milhões de pessoas foram vítimas da política assassina dos alemães. Ainda aproximadamente 3 milhões de habitantes da Ukraina sovietizada foram mortos em combate.
No entanto,o Estado independente ucrainiano, por vezes, recorria a uma política de exagero. Na Ukraina, o lugar importante da fome de Stalin de 1932-1933, bem como o Holocausto de 1941 - 1944 - a quantidade de ukrainianos mortos, ultrapassava, na medida em que excedia o número total de vítimas do último.
Entre 2005 e 2009 os historiadores relacionados a órgão do governo repetiram o número de 10 milhões de vítimas da fome. No início de 2010 a contabilização oficial das vítimas da fome caiu para 3,94 milhões. (A especificidade da fome na Ukraina é negada pelo atual presidente de um país dividido)
Timoty Snayder. "Terras Sangrentas. Epílogo".
A segunda e terceira parte do livro refere-se ao Grande Terror - não se trata de partido ou militares, essas ações eram direcionadas a civis.Eram ações contra os "kulaks" [5], contra os "politicamente suspeitos camponeses(os quais esperava-se que permanecessem pelo menos cinco anos nos GULAGS)
Os bolcheviques matavam não apenas pelo indício de classe, mas também pela nacionalidade. Durante o Grande Terror 200 mil pessoas morreram por causa da etnia. A maioria eram poloneses, e a maioria deles residia no território da Ukraina e Bielorrússia. Em 1937-38 foram fuzilados 110 mil cidadãos da União Soviética por motivos nacionais - considerados espiões poloneses. Em 1930 o governo da URSS registrou um milhão de discursos antissoviéticos [6].
A quarta parte compreende o período em que Hitler e Stalin eram aliados (1939-41) importante do ponto de vista em que os mestres de assassinatos em massa do NKVD avançam para oeste, onde iniciam a realização de sua prática habitual. Na Polônia, em 1940, NKVD prendeu mais pessoas do que em outras partes da URSS. Os alemães também iniciaram a "solução final da questão judaica" - se antes da guerra eles mataram algumas centenas de seus cidadãos, então agora a conta é de dezenas de milhares.
Também trata-se da destruição de Estados , o que facilitou a realização de assassinatos em massa aos dois regimes. Quando analisam-se os crimes de nazismo e do stalinismo dos anos 1930-41 esquecem a importância do Estado. Destroem Polônia, Lituânia, Letônia, Estônia. A pior situação é quando a pessoa encontra-se numa situação de apatrida. E os judeus encontravam-se nesta situação.
Em seguida trata-se do "plano de fome" de Hitler, o qual queria conduzir à morte através da fome os territórios soviéticos conquistados. Os nazistas esperavam conquistar URSS em 9 semanas, quando, durante o primeiro inverno morreriam 30 milhões de cidadãos soviéticos. Depois, o plano "Leste" (Sunrise) previa a expulsão dos judeus para além do Volga, para Sibéria.
Tais planos não conseguiram realizar até o final. O Exército Vermelho resistiu, e revelou-se que não é tão simples exterminar através da fome tantas pessoas. Portanto os nazistas simplesmente começaram fuzilar as pessoas lá, onde elas viviam - e revelou-se, ser isto muito prático. Ainda mais se forem aplicadas as novas tecnologias com câmaras de gás. No final de 1941 desencadeou-se a chamada "Solução Final da questão judaica", o que nós conhecemos como Holocausto.
Holocausto de balas. Fuzilamentos em massa na Ukraina em 1941 - 1944. Em seguida escrevo sobre o bloqueio de Leningrado, resistência aos alemães e as chamadas "ações de retaliação". Os últimos capítulos dedico ao antissemitismo de Stalin.
O que não tem neste livro? Neste livro não tem comparação dos dois sistemas. O fato que a comparação é a análise de dois fenômenos diferentes. Porém, o livro trata do território, onde estiveram presentes os dois sistemas. Eu não examino o Terceiro Reich e a URSS em separado, eu examino territórios e pessoas atingidas por esses sistemas. A verdade reside no fato de que os dois sistemas coexistiam e interagiam em um único momento e no mesmo lugar.
Timoty Snayder no encontro com os estudantes no Centro de cultura visual da Universidade Nacional de Kyiv - Mohyla Academia.
Um exemplo de cooperação - quando Hitler chegou ao poder em 1933. Isto aconteceu devido ao fato que o Partido Comunista da Alemanha não podia cooperar com o Partido Socialista da Alemanha. Por que não podia? Por causa do Holodomor. No controlado por Stalin Comintern, os acontecimentos de 1932-33 na Ukraina apresentava-se como luta de classes, porque os comunistas não podiam condenar a fome que causou uma grande repurcussão na Alemanha. Os nazistas até mesmo a usaram em sua campanha eleitoral.
Discurso de Goebbels sobre Holodomor em 1935. Mesmo quando os dois sistemas lutavam um contra o outro, eles continuavam interagir. Nos campos soviéticos, as pessoas estavam morrendo, porque Hitler, durante a invasão cortou as vias de acesso de produtos alimentícios. Quem matou essas pessoas - Stalin ou Hitler?
Três milhõesde prisioneiros do exército soviético morreram de fome em 1941organizada pelos alemães. Eles morreram nos campos nazistas, mas foram parar nesses campos porque Stalin não permitiu que o exército recuasse para manobras táticas.
Evidentemente que essa interação não existia continuamente. Por exemplo, o terror de Stalin de 1937-1938 não tinha nada em comum com a Alemanha, onde neste momento lutavam com os doentes e deficientes.
Na Ukraina realizaram-se duas políticas de Holodomor - uma soviética (1932-1933), outra alemã (1941). A chave para entendimento de "Terras Sangrentas" e Holocausto - a maioria absoluta daqueles, que morreram por causa dos alemães, vivia onde os soviéticos agiam. Por isso a comparação dos dois sistemas é possível.
Hitler contra Stalin: quem foi pior? As cifras de pessoas mortas são excessivamente grandes para nós, para que possamos percebê-las. 3,5 milhões de ukrainianos morreram em resultado do terror de Stalin, 3 milhões de prisioneiros de guerra morreram de fome, 500 mil judeus morreram em câmaras de gás, um milhão morreu em Leningrado sitiada...
Estes números são importantes para nós, não porque são grandes, mas porque eles consistem de unidades. Cada unidade - é uma pessoa com sua vida. Cada unidade - é uma personalidade, multiplicada por 14.000.000.
A história não se limita com a morte. História - é vida. Em todas essas unidades havia vida. E havia nomes. E havia nomes naqueles que eu mencionei no início da palestra.
O ukrainiano que cavou seu túmulo em 1933 chamava-se Petró Veldii.
O policial polonês, ao qual tomaram a aliança antes da execução - Adam Solskyi.
A menina judia, que escreveu um bilhete de despedida à sua mãe, na parede da sinagoga de Kovel - Dobtsia Kagan.
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[1] Yanukovych nega a intencionalidade do Holodomor pelo governo de Stalin. Se não foi intencional por que as fronteiras foram fechadas e ninguém podia sair da região? Por que as ajudas humanitárias de outros países não eram aceitas? Por que, ainda com falta de comida, Ukraina exportava trigo para outros países? Por que as pessoas que furtivamente colhiam nos campos 3-4 espigas de trigo eram mortas? Por que foram realizadas buscas nas casas dos aldeões, examinando até o chão, mesmo debaixo das casas, para ver se havia sinais de terra revolvida?
Yanukovych nega porque ele pretende se impor ao povo para sempre.
Holodomor, segundo Snayder matou 3,5 milhões. Mas há muitas divergências quanto aos números apresentados, mesmo porque os dados preservados pelo regime soviético não são 100% fidedignos. Agora, no governo Yanukovych, desde o início de 2010, podemos acreditar nas mais recentes publicações?
[2] Vasyl Vyshyvanyi, traduzindo Vasyl, o Bordado, devido ele usar camisas bordadas em estilo ukrainiano. Seu nome verdadeiro era Wilhelm Franz von Habsburg - Lothringer, filho do arquiduque austríaco de Habsburgo - Lorena. Foi considerado um doos candidatos ao trono oficial da Ukraina (embora nunca tenha se colocado à disposição) em caso de formação de um sistema monarquico. Ele tornou-se famoso por suas habilidades militares e diplomáticas, poesia e amor pela Ukraina. Apoiou a separação das terras ukrainianas dentro do império autro-hungaro. Defendeu a idéia da Federação, onde Ukraina seria, juntamente com Hungria, terceiro país. Lutou ao lado dos ukrainianos na I Grande Guerra.
[3] Campanário da Kyivo - Pecherska Lavra junto a Igreja de Assunção, em Kyiv.
[4] Floresta de Katyn onde houve uma execução em massa de cidadãos da Polônia, ordenada por autoridades da União Soviética em 1940.
[5] "Kulak", nome que o governo soviético dava aos camponeses prósperos (ninguém possuía grandes extensões de terra na Ukraina simplesmente porque não havia grandes extensões de terras. Próspero era o camponês que lavrava sua terra, que era suficiente para sustentá-lo dentro do necessário). O termo "próspero", com o tempo foi estendido aos camponeses de nível médio, pequenos comerciantes e até aldeões pobres que possuíam o mínimo de terra própria que lhes garantia o mínimo para sobreviver.
[6] Alegações geralmente falsas para incriminar as pessoas.
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Aos leitores deste blog:
Encerramos este artigo com a entrevista com Timoty Snayder que descreve em seu livro "Terras Sangrentas" o que foi a "ternura" comunista e nazista e a dimensão alcançada por mentes psicóticas de ambos os lados de uma mesma moeda. (AOliynik)
A reporter deste vídeo que entrevista Timoty Snayder é Myroslava Gongadze, a viúva do jornalista ukrainiano cujo corpo foi encontrado sem a cabeça. Ela emigrou da Ukraina.
O povo continua protestando
Ukrainska Pravda (Verdade Ukrainiana), quinta-feira, 03.11.2011
Os manifestantes novamente derrubaram a grade do Parlamento.
Após derrubar a grade, os manifestantes chegaram junto às paredes do Parlamento, onde os encontraram os policiais do "Berkut".
A multidão grita "Bando fora". Começam os conflitos.
ASSISTAM AOS VÍDEOS
Os jornalistas calculam 3.000 manifestantes. A polícia, em maior quantidade, conseguiu empurrar os manifestantes para além das dependências do Parlamento.
Ukrainska Pravda (VerdadeUkrainiana)
Notícicas de 01 e 02.11.2011
"Chornobylstsi"[1] atacaram o Parlamento. Derrubaram a grade novamente.
Na segunda-feira (01.11) a recentemente construída e já muito atacada grade ao redor do Parlamento [2] foi derrubada. As pessoas novamente protestam contra a abolição de bonificações, fizeram mais uma tentativa de entrar no Parlamento, já que não são ouvidos pelo governo ukrainiano.
Desta vez, havia cerca de 1.500 "Chornobyltsi". Conseguiram derrubar a grade que tão cuidadosamente protegia os escolhidos pelo povo, depois das ações de protesto anteriores. A grade foi derrubada ao som das palavras: "Cidadãos bandidos, rendam-se um a um!" frase do filme "Lugar do encontro mudar não é possível", e da palavra "Hanhba" (Vergonha).
Eles prometeram permanecer sob as paredes do Parlamento até 3 de novembro, quando retornarão os "afegães" [3] que já protestaram em setembro. Mais tarde foram afastados pela polícia que compareceu em grande número.
Em Donetsk, berço do presidente, também verificaram-se protestos de mais ou menos 200 "Chornobyltsi".
Na noite do dia 2 para o dia 3 a grade foi restaurada e não apresenta nenhum sinal de arrombamento. Agora já são dois cadeados no portão. Mais uma proteção para que o povo não perturbe os representantes escolhidos por ele, e ungidos pela força proveniente do dinheiro usurpado deste mesmo povo que os elegeu.
[1] "Chornobyltsi" são as pessoas que trabalharam na liquidação do desastre de Chornobyl e sofreram prejuízos em sua saúde.
[2] Os governantes erguem muros para se proteger dos cidadãos, ao invés de ouvi-los e procurar resolver os seus problemas.
[3] "Afegães" são os ex-combatentes ukrainianos no Afeganistão.
Por 50 mil dólares em Kyiv você pode comprar um apartamento de 30m², de um quarto. Por 70 mil poderá adquirir 50m² - dois quartos, apartamento da era "Khrushchev", próximo a metrô.
Mas o mercado de hipótecas está parado. Nos últimos dois anos os bancos, devido a crise, gradualmente baixavam as taxas, o que conseguia alegrar um pouco os "sem casa". Mas, devido a falta de moeda local, provocada pelo Banco Nacional para manter o curso, obrigou os bancos rever até aquela mínimas redução nas taxas.
De acordo com pesquisa na internet é o seguinte:
O salário médio em Kyiv é de 2.737,00 UAH, mais ou menos USD 342,00. Com este salário dá para pagar o aluguel de um apartamento de um quarto por 1,2 mês.
Muitas prisões na Ukraina estão superlotadas. Do total de 32, metade tem mais de 200 anos e 3 datam de 4 séculos. Devido ao funcionamento ininterrupto nunca foram realizadas reformas satisfatórias.
O maior problema está na prisão de Kyiv, onde as pessoas dormem nos colchões no chão.
Para os padrões europeus esta situação não é comum.
A Rússia é reconhecida como mais corrupta entre as principais economias.
Segundo os resultados da classificação do ranking Bribe Payers Index, lançados pela Transparency International, Rússia ficou em último lugar.
Na melhor situação estão Holanda e Suiça. Completando a melhor dezena incluem-se Bélgica, Alemanha, Japão, Austrália, Canadá, Singapura, Reino Unido e USA.
Além da Rússia o alto nível de corrupção também refere-se a China, México, Indonésia, Emirados Árabes e Argentina.
Entre os setores onde a corrupção é maior destacam-se os agrícolas e de indústria leve.
Em maio deste ano a companhia Ernst & Young apresentou um estudo de fraude corporativa e corrupção nos países da Europa, onde Ukraina, no nível da corrupção está atrás da Rússia.
Vyssokyi Zamok Castelo Alto), 24.10.2011
Ivan Farion
Aprovação dos governantes
Durante as duas últimas semanas os ukrainianos por várias vezes, publicamente, na frente do país, humilharam os seus governantes . Este descontentamento maciço é mais convincente que qualquer pesquisa, mostra como são insignificantes as classificações dos atuais
homens públicos.
O primeiro que experimentou a vergonha foi o presidente Viktor Yanukovych, na inauguração do renovado estádio "Olimpik". Ele foi desagradavelmente surpreendido, quando do anúncio de seu nome. O estádio, ao invés dos aplausos encontrou-o com sonoros e potentes assobios. Com dificuldade concluiu a leitura do preparado texto e, no final, para que os assobios não recomeçassem, os organizadores repetiram o Hino Nacional.
Outras pessoas também sentiram "o amor do povo".
- O presidente do Parlamento Volodymyr Lytvyn, sentiu o vigor dos assobios quando sua presença foi anunciada no estádio "Dynamo", durante o jogo com representação da Turquia.
- Os intelectuais também não suportam os governantes. Durante a abertura do festival de cinema "Juventude" quando a conselheira presidencial Hanna Herman anunciou que, da longínqua Cuba, o presidente carinhosamente saúda todos os participantes, na sala ouviu-se um surdo zunido.
- Mais tarde a própria Hanna Herman sentiu a antipatia popular quando se dirigia a um programa televisivo. Os oponentes do atual governo, na entrada, receberam-na com ovos.
Pelas estimativas do Centro Razumkov, o nível de suporte ao presidente, e toda sua máquina governamental caiu para 10%. O governo é apupado a cada passo.
Estádio para a Euro-2012
O autor do texto diz: "Temo que Viktor Yanukovych não comparecerá à inauguração do estádio de futebol em Lviv, porque é certo que, quando anunciarem o seu nome, os assobios serão mais fortes que em Kyiv".
Já no dia 31 de outubro o jornal traz a reportagem sobre a inauguração do estádio. Este é o primeiro estádio para Euro-2012 cuja inauguração o presidente ignorou. Ele veio na véspera para "inspeção" Mas não escapou dos assobios mesmo estando ausente. Quando na tela apareceu seu retrato ouviram-se bravatas ao atual governo. Os assobios afogaram os potentes decibéis dos alto-falantes.
Curiosamente, os telespectadores não viram essa parte na TV a noite. Os assobios foram substituídos pela repetição da parte que tecia elogios ao governo. Já o Hino Nacional não foi executado em nenhum momento da inauguração.
Ex-ministro da Defesa, do governo Tymoshenko, Valerii Ivashchenko, está na prisão, acusado de crime no desempenho de suas funções, está ameaçado de paralisia e poderá ficar paralítico.
Seu advogado afirma que, segundo o parecer dos médicos, Ivashchenko necessita de tratamento hospitalar urgente e adequado.
Ivashchenko apresenta problemas de coluna, dor constante e dormência no membro inferior direito. Anda apoiando-se em bengala.