sábado, 14 de dezembro de 2013

FORÇAS DE SEGURANÇA INVADEM KYIV

PREVE-SE AGRAVAMENTO NOS CONFLITOS EM KYIV
 
Há fortes indícios de que a crise política na Ucrânia poderá se agravar a qualquer momento. O presidente Yanukovych está trazendo milícias do interior do país para a capital Kyiv onde o movimento popular está muito forte. Pelo vídeo as milícias foram identificadas e estão ocupando todos os hotéis e até sanatórios infantis da Capital. Portanto, se prevê o recrudescimento dos ataques do governo contra o povo que poderá resultar em morticínio e conseqüente desencadeamento de uma guerra civil no país.
O Cossaco.

По всій Київщині у дитячих санаторіях і готелях розмістили силовиків
Субота, 14 грудня 2013, 11:18
[Em toda a região de Kyiv em resorts de saúde das crianças e hotéis [o governo] têm colocado as forças de segurança]
Sábado, dezembro 14, 2013, 11:18



Кордон між двома Майданами

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

IMAGENS PARA LEMBRAR NOS PRÓXIMOS 100 ANOS

Os ucranianos colocam abaixo a estátua do psicopata russo, Lênin, que profanava as terras da pátria!!! Essas imagens lavam a alma do nosso povo.

O Cossaco.






quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

YANUKOVYCH CHAMA TODOS PARA MESA REDONDA

Ukrainska Pravda (Verdade Ukrainiana), 11.12.2013

Presidente Yanukovych convidou os representantes de todas as forças políticas, Santos Padres, representantes da comunidade, para um diálogo nacional.

Ele enfatizou que "as ações de todas as partes devem ocorrer exclusivamente dentro das leis e Constituição da Ukraina. "Pessoalmente estou disposto a participar desta mesa redonda..." - disse ele.
"Pelo alcance do compromisso exorto a oposição a não recusar-se, não trilhar o caminho do confronto e ultimatos. Asseguro, que o governo agirá exclusivamente dentro dos limites da lei e nunca usará a força contra reuniões pacíficas... Como presidente da Ukraina, garante da Constituição farei tudo para funcionamento normal do país, proteção de direitos e interesses de cada cidadão, garantia da paz e tranquilidade em nosso país" - disse Yanukovych. 

(Prezados leitores: Leio os jornais ukrainianos diariamente nos últimos 5 anos. Desde o início do atual governo leio sobre compadrio, corrupção, violação aos direitos de cidadãos não alinhados ao governo, pelo próprio governo ou até por seus comparsas com aval governamental, desvios nos negócios de grande vulto perpetrados pelo próprio Yanukovych em conluio com Putin contra o Estado da Ukraina e nação ukrainiana.  
Negócios escusos de seus amigos e protegidos são tolerados e, quiça estimulados contra os não alinhados, prisão de vários oponentes políticos que continua. Cada vez mais aprofundada pressão contra o idioma, história e cultura ukrainiana, principalmente nos programas e livros escolares em prol do idioma russo.
E, este homem, agora, quando a pressão popular o ameaça com a possibilidade de não continuar no governo, ou não se reeleger em 2015 para seu próprio, cada vez maior enriquecimento, vem com este bonito, mas falso discurso e espera que a nação acredite? Diz que jamais usará força contra reuniões pacíficas, quando já usou contra pessoas completamente desarmadas e há feridos graves nos hospitais, pelos cassetetes que atingiam também as cabeças das pessoas, que dominadas foram estendidas no chão por horas e foram chutadas e pisoteadas pelo Berkut, seu destacamento especial e bem pago!
Tudo porque a continuação na presidência garante a ele e sua "família"(¹) a continuação do enriquecimento ilícito através de desvios contínuos dos recursos da Nação Ukrainiana!
Este homem que com sua péssima administração e desvios praticados afundou Ukraina. E agora acha que a UE devia lhe dar, assim graciosamente, 20 bilhões de dólares pelo Acordo de Associação, como não receberia, recusou-se da assinatura. Agora espera ajuda do Putin para pagar as contas que se apresentam.
Ele diz que o governo nunca usará a força, mas já a usou contra manifestantes, e hoje, ao entardecer, virão mais 5 (cinco) ônibus com soldados entrando em Kyiv pela rodovia de Zhytomyr! - OK)



A oposição diz que não vai negociar com o governo sem decisão do Euromaidan: "Mesas redondas - é comédia. Nossas demandas devem ser atendidas, além da retirada das forças de segurança de Kyiv - disseram Yatseniuk e Tiahnebok.


(¹) "família" neste caso não são as pessoas do mesmo sangue. São todos que colaboram e se beneficiam das negociatas praticadas por este governo.

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A justiça liberou 5 (cinco) ativistas aprisionados durante distúrbios junto a Administração presidencial em 1º de dezembro. Porém prendeu um estudante suspeito na organização desses distúrbios. Os deputados da oposição propuseram responsabilizar-se pelo rapaz porque ele tem graves problemas de saúde e necessita alimentação dietética. Não adiantou.

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O governo prepara uma apresentação ao Parlamento para caçar a imunidade parlamentar e aprisionar 11 (onze) principais oposicionistas.

Trata-se de Yatseniuk, Turchynov, Tiahnebok, Miroshnychenko e outros. O que retarda este processo - é que, o governo, por enquanto, não tem os 226 votos necessários no Parlamento. O Partido Comunista já concordou, mas ainda faltam 26 votos. "Agora, realiza-se um frenético trabalho entre os deputados do Partido das Regiões e os não afiliados que anteriormente votavam com o governo e agora não concordam com o uso da força e repressão" - disse o deputado Moskal (e ele sabe o que diz, segundo suas declarações anteriores - OK). Segundo ele a apresentação pode ser encaminhada em qualquer dia da próxima sessão plenária.

Como se sabe, A. Yatseniuk já foi convocado pela Procuradoria para interrogatório como testemunha.
Após o interrogatório ele não descartou que poderá ser suspeito em outra questão. É, pelo que vemos os fatos são uns, mas as ações são outras.

Tradução: Oksana Kowaltschuk   

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

BERKUT ATACA O POVO NOVAMENTE


Ataque às barricadas. 11 de dezembro. Noite e manhã da resistência.

Ukrainska Pravda (Verdade Ukrainiana), 11.12.2013

Berkut começou derrubar as barricadas na (rua) Instytutska, avisam as testemunhas. Enorme quantidade de policiais do Berkut se move da Opera House em direção ao Conselho Municipal.
As pessoas cantam o hino nacional e gritam: "Polícia com a nação" e "Juntos até o fim". E jogam neve sobre os homens da força.

Depois que as forças de segurança deixaram a Praça da Independência as pessoas voltaram e novamente estão se organizando.

Dez ônibus que saíram da Praça da Independência instalaram-se próximo ao Palácio dos Esportes.

Andrii Parubiy: Ukrainianos! Irmãos! Estamos vencendo. Nós desalojamos Berkut do Maidan da Independência.Estamos restaurando as barricadas. A Kyiv afluem e afluem mais pessoas. À noite devemos ter um milhão. Glória a Ukraina!

Vitali Klychko: Agradeço a todos que passaram mais uma noite no Maidan, penso que foi a noite mais importante. Ela foi muito difícil. Tal quantidade de Berkut eu nunca vi. E isto demonstra que o governo tem medo.

Andrii Shevchenko no Twitter às 10:15 horas: Nós retiramos o primeiro ônibus do Conselho Municipal. Precisamos de muito esforço para conter as pessoas. Depois retiramos todos os três ônibus do Berkut junto ao Conselho Municipal. Provocação insolente, mandaram meia centena de lutadores como bucha de canhão, para serem feitos em pedaços". - declarou ele. Necessário uma hora para persuadir as pessoas. Mas, nossas pessoas são de ouro, elas mesmas conseguiram conter os provocadores.

No Maidan a vice-secretária dos EUA tornou-se voluntária e distribui comida  aos protestantes e também ao exército.

Tradução: Oksana Kowaltschuk


NOTÍCIAS DO DIA 10/12/2013

TRANSMISSÃO AO VIVO CONTINUA. ROLE A PÁGINA

Ex-presidentes sugeriram plano para resolver a crise

Vysokyi Zamok (Castelo alto), 10.12.2013


No encontro de Kyiv, nesta terça-feira Leonid Kravchuk, Leonid Kuchma e Viktor Yushchenko expressaram algumas de suas idéias e a opinião de que elas poderiam ser a base para discussões numa mesa redonda, com participação da oposição e sociedade.

Leonid Kravchuk: o diálogo não é possível enquanto há presos somente manifestantes, mas entre os que aplicam a lei ninguém foi punido. "E eles devem saber: bater é proibido".

Yanukovych observou que alguns presos poderão ser libertados ainda hoje mas, quando serão punidos os policiais, não disse.

L. Kravchuk: dados alguns riscos econômicos do Acordo com UE, ele e Viktor Yushchenko propõem assinar, inicialmente, apenas a parte política do Acordo. 

V. Yushchenko sugeriu discutir esta proposição com os representantes da UE já na próxima terça-feira.

Yanukovych já havia declarado anteriormente, que contra a parte política ele não tem nenhum questionamento.

L. Kravchuk e L. Kuchma insinuaram ao atual chefe de Estado que, para sair da crise poderia ajudar o afastamento do primeiro-ministro.

A Mesa Redonda Nacional continuará no dia 11, às 14:00 horas, com todas as partes interessadas. O presidente do Parlamento V. Rybak disse que as questões não podem ser resolvidas unilateralmente, portanto eles pedem o comparecimento da oposição.

Enquanto isto a Procuradoria Geral avisa que estuda possibilidades para aplicar sanções menos rigorosas para algumas pessoas aprisionadas. "No entanto as medidas preventivas, se forem aplicadas, não liberam os suspeitos da responsabilidade criminal", disse o 
promotor.

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O governo não pode adormecer a consciência de milhões.

Vysokyi Zamok ( Castelo Alto), 10.12.2013
Yurii Lutsenko

O governo não pode adormecer a consciência de milhões

Eles nos testam com imitações de mesas redondas. Eles fingem que tudo está sob seu controle.
Mas, depois de 30 de novembro nós somos outros. Nós não acreditamos nas palavras e não precisamos de esmolas. Nós nos libertamos e exigimos mudanças sistêmicas.
Eles podem limpar a área do distrito governamental, mas não poderão limpar as consciências de milhões.
Nós exigimos não apenas a libertação de ativistas presos, mas também a formação de um novo governo técnico, Acordo de Associação com UE, eleições antecipadas para presidência e Parlamento.
Esquivar-se de respostas a estas questões não terá sucesso.

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Tradução: Oksana Kowaltschuk

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

ACORDO ENTRE UCRÂNIA E RÚSSIA PREVISTO PARA O DIA 17 DE DEZEMBRO

TRANSMISSÃO A VIVO CONTINUA. ROLE A PÁGINA

Acordo sobre adesão da Ukraina à União Aduaneira Yanukovych quer assinar em 17 de dezembro.

Rádio Svoboda, 07.12.2013

Segundo A. Yatseniuk o acordo já foi rubricado. Mas Yanukovych não tem plenos poderes para assinar este acordo. Segundo ele o Parlamento não vai ratificar tal acordo.

"E qualquer assinatura de acordo para formação de uma nova União Soviética é divisão do país. E será um Maidan completamente diferente do Maidan de hoje", concluiu.

Os Serviços de Imprensa da Ukraina e da Rússia, disseram que nenhum documento entre a Ukraina e a Rússia foi assinado, e este assunto não foi discutido.

Segundo deputado Mykola Tomenko, o documento assinado na sexta-feira entre os dois presidentes deve ser, imediatamente, tornado público.

"Inicialmente, como mínimo, o documento deve ser publicado, por isso eu pedi ao Presidente para fornecer este documento, para conhecê-lo. Segundo, compreender se o documento foi assinado na forma de um tratado internacional. Em caso positivo, ele deverá ser ratificado pelo Parlamento da Ukraina", - disse Tomenko.

Além disso, segundo suas palavras, se o documento regulamenta a concessão de créditos e a revisão de contratos de gás - "é uma história". "Se esse documento prevê a forma de união à União Aduaneira e, portanto, - a transferência de certos poderes soberanos para outra instituição interestadual - isso é outra história" - cita a assessoria de imprensa de Tomenko.

"Em qualquer  caso, é violação, pelo Presidente, da Constituição da Ukraina, da legislação atual e possível traição do Estado. Portanto, é necessário descobrir o que, realmente, assinou Viktor Yanukovych com o presidente da Rússia em Moscou", - concluiu.

Tradução: Oksana Kowaltschuk

domingo, 8 de dezembro de 2013

POVO UCRANIANO RECUSA A CANGA DA VELHA URSS MAQUIADA POR PUTIN


domingo, 8 de dezembro de 2013


Povo ucraniano recusa a canga da velha URSS maquiada por Putin


A Ucrânia enquanto nação soberana vinha negociando um acordo de associação com a União Europeia.

Malgrado os aspectos negativos que essa aproximação poderia trazer, essa aproximação teria um efeito positivo muito maior: afastar as garras opressoras da Rússia. Ele garantiria a independência do país face à cobiça russa.

Porém, o atual presidente Viktor Yanukovich vinha agindo como dócil instrumento de Vladimir Putin.

Para Putin, que mais recentemente escolheu as roupagens de defensor do cristianismo, na realidade não havia dúvidas: ele quer reconstituir a grandeza opressiva da falida URSS. E a Ucrânia é a “jóia da coroa” da URSS.

Manifestação do Milhão inundou Kiev, e instrumentos de Putin tremem

Trata-se para Putin de engoli-la sim ou sim.
Com habilidade muito típica da KGB e manipulando presidente e deputados pró-russos, o senhor todo-poderoso da Rússia conseguiu vetar o acordo que possibilitaria a aproximação da Ucrânia com a União Europeia. E em consequência afastaria o povo ucraniano da opressão russa.

O povo ucraniano está se mostrando determinado e idealista.

Ele lembra os milhões de seus antepassados massacrados pela nefasta URSS e está habituado às mentiras sistemáticas da propaganda da KGB.

Ele percebe o que está por detrás do jogo diplomático: a escravidão e perda de independência e vexames nacionais de toda espécie.

Manifestação do Milhão inundou Kiev, e instrumentos de Putin tremem

A União Europeia acusou a Rússia de impedir o acordo, como forma de manter o seu domínio sobre as antigas repúblicas soviéticas.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, sempre bom de papo, afirmou que rejeitará os vetos da Rússia.

Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, afirmou: “chegou a hora da coragem e decisão. Não devemos renunciar ante pressões externas, mesmo da Rússia”. Alguns outros compararam Putin com Breznev e Stalin.

Porém, desses líderes da UE só se pode aguardar inércia e capitulação face ao agressor russo. E a imprensa reconheceu que “na briga por Kiev, Putin bate Europa” (Folha de S. Paulo, 29-11-2013)

O povo ucraniano compreendeu que estava sozinho. Mas não arredou e corajosamente saiu às ruas das grandes cidades para repudiar a manobra de Moscou e seus sequazes.

Estátua de Lenine derrubada em Kiev, na festa da Imaculada Conceição
Além do mais está pedindo a renúncia do governo satélite da Rússia, encabeçado pelo presidente Viktor Yanukovich. 
http://www.youtube.com/watch?v=uhwtsjFbQK4

Após centenas de milhares de ucranianos cercarem os principais prédios do governo em Kiev, Yanukovich reagiu como faziam os instrumentos da URSS em décadas que se acreditava superadas: ele prometeu retomar as negociações com a UE e dialogarcom a oposição enquanto mandava vir tropas e reforçar o esquema de repressão.

Mas o povo ucraniano lucidamente não caiu nessa conversa.

No domingo 8 de novembro a Marcha do Milhão literalmente inundou o centro de Kiev exigindo o fim da sujeição ao ditador disfarçado de cristão Vladimir Putin.
Patriotas ucranianos desabafam na estátua de Lenine
Neste domingo, evidenciando o caráter antissoviético e anticomunista da imensa manifestação patriótica, o povo ucraniano derrubou e esmigalhou uma grande estatua de Lenine.

Este monumento que a população julgava uma ofensa, dominava a Praça Bessarabskaya, perto da rua Kreschatik, em Kiev, capital da Ucrânia.

O que fará a raposa xará de Lenine?
Religioso ucraniano abençoa a marreta usada para esmigalhar 
o símbolo da tirania comunista soviética

Cabe a nos, patentear nosso apoio e admiração ao povo ucraniano que defende sua pátria contra a agressividade da Rússia que tenta restaurar o antigo império anticristão e contra a pusilanimidade de Ocidente.

Acrescentamos que, a exemplo dos protestos na Ucrânia, Putin foi recebido na Armênia com manifestações com cartazes de “Putin, vá para casa” e “Não à URSS”.

Os armênios repudiam os planos de incluir o pequeno país do Sul do Cáucaso em uma zona de livre comércio sob a liderança de Moscou.


Videos: Na festa da Inmaculada: ucranianos derrubam estátua de Lenine, malgrado a repressão de tipo soviético

http://www.youtube.com/watch?v=FNTBnL9Z8Yw 

http://www.youtube.com/watch?v=1awzpWAV75M 

http://www.youtube.com/watch?v=wh3qXQVh7y0 

Manifestações na UCRÂNIA - 08.12.2013

Segundo os cálculos da oposição, a manifestação contou hoje com um milhão de participantes. A TV russa disse que eram apenas alguns milhares. O presidente Yanukovych não apareceu. A polícia, até agora não atacou os manifestantes e eles bloquearam vários edifícios governamentais: Gabinete Ministerial, Parlamento e Administração presidencial. 
Enfim, todo quarteirão.
Também bloquearam a manifestação pró governo que contava com, no máximo, 15 mil protestantes.

Prometem bloquear diariamente, ao menos um desses edifícios, até Yanukovych entender - que chegou a hora da mudança. Assinatura do Acordo com UE e demissão do governo. 

Estas são as primeiras exigências, e sem isso as manifestações no país não cessarão. "Nós reconquistaremos Ukraina da gangue do Myzhyhiria" - declarou Lutsenko (o ex-ministro que amargou prisão por um bom tempo, mesmo doente e sem nenhuma culpa).


Pronunciamento de Lutsenko: http://www.wz.lviv.ua/video/2635

Houve críticas ao espancamento das pessoas, de muitos líderes de países ocidentais, deve ser por isso que hoje o comportamento do governo foi menos belicoso. 
Mas há receio de ataques da polícia a noite, ou de madrugada.

Porém, a situação na Ukraina é bastante preocupante. Vejamos o que diz o historiador  e professor americano Thimoty Snyder (O professor Snyder é profundo conhecedor da realidade ukrainiana. Ele esteve na Ukraina conhecendo seu povo, sua história, estudou profundamente a questão do Holodomor e publicou um livro sobre o este assunto - OK).

"Se isto é revolução, é, provavelmente uma das maiores revoluções da história do bom senso. Mas o desejo de muitas pessoas para viver uma vida normal em um país normal impedem duas fantasias, uma das quais se esgotou, a segunda continua extremamente perigosa. 

A fantasia esgotada é a imaginação da importância geopolítica da Ukraina. Yanukovych não compreende a importância das nuances de sua política comercial entre UE e Rússia", - disse o professor.
"Parece  que Yanukovych pensa que pode simplesmente pedir um dinheirinho a UE, utilizando a lógica de que o mesmo propõe Putin. E é aí que o cinismo encontra-se com ingenuidade" - explicou Snyder.
A UE não emprestará dinheiro até a conclusão das reformas exigidas por Bruxelas. E não é provável que Putin fornecerá a quantidade necessária antes de Yanukovych aderir à União Aduaneira. Uma vez que este acordo significará o fim da independência da Ukraina, também vai acabar o governo Yanukovych.

O fato de que Yanukovych, no meio dos protestos foi para China, faz algum sentido - acrescentou o cientista. - Se ele está pronto a colocar o país sob a faca, os chineses não deixarão de adquirir seu mais apetitoso pedaço de terra para cultivo agrícola. (Apareceu o seguinte parágrafo no texto da "Verdade Econômica" do dia 04.12.2013, sob o título: Yanukovych voou a China pedir auxílio técnico de 12,8 milhões de dólares: "Ou locação de enormes quantidades de terra aos chineses que devem ser reunidos em uma única unidade através de instrumento do Banco Estatal da Terra. O governo nega, é claro, que conspirou para vender a própria terra natal. - OK)

A perigosa fantasia é que a idéia russa, que Ukraina não é um outro país, mas seu "irmão eslavo mais novo"!

"Isto é legado da União soviética e russificação política dos anos 70. Esta idéia não é verdadeira. O Estado oriental eslavo surgiu no território ukrainiano e era copiada em Moscou, e o próprio surgimento do Império russo, em grande parte asseguraram os cidadãos cultos da Ukraina.

A TV russa retrata os protestos na Ukraina como consequência do trabalho de executores, aos quais pagam Suécia, Polônia e Lituânia. Tais declarações levam a preocupações, porquanto criam motivos para criar "mais intervenção", - concluiu o estudioso..

Tradução: Oksana Kowaltschuk

sábado, 7 de dezembro de 2013

YANUKOVYCH ENTREGA A UCRÂNIA PARA O COMUNISMO RUSSO

Yanukovych entregou Ukraina

Ukrainskyi Tyzhden (Semana Ukrainiana), 06.12.2013

"Presidente da Ukraina em Sochi, hoje, 06.12.2013, assinou um acordo estratégico com a Rússia, que inclui pagamentos antecipados de 5 bilhões de dólares, preço do gás 200 dólares acrescido de acordo à União Aduaneira.", - escreveu em seu Twitter o redator do The Economist Eduard Lucas remetendo-se às próprias fontes.
"Além disso Yanukovych receberá de Putin 15 bilhões de dólares. Segundo suas palavras os detalhes foram elaborados em Moscou, os governos ocidentais estão em choque". a este respeito, diz Lucas, espera-se um comportamento demonstrativo do lado do presidente da Rússia, Vladimir Putin em relação a assinatura e reação muito cruel: dispersão do Euromaidan e introdução de estado de emergência na Ukraina.

Tradução: Oksana Kowaltschuk

NOTÍCIAS DA UCRÂNIA: 06/12/2013

Povo ucraniano desfilando pelas ruas e cantando a canção "DEUS PROTEJA A UCRÂNIA.
Emocionante !

Os Redatores.




sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

PONTO DE VISTA

Vingança brutal autorizada

Майдан Незалежності, 30 листопада 2013 року
Praça  da Independência, 30.11.2013
Mykola Siryi - Ponto de vista
O autor é funcionário do Instituto estatal de direito V.M. Koretskyi da Academia de Ciências da Ukraina, advogado.

O que aconteceu na Praça da Independência, na noite de sexta-feira, 30 de novembro é sancionada vingança brutal aos jovens ukrainianos sonhadores. Vingança pelo direito de sonhar com um futuro melhor.

O cínico e cruel ataque do Berkut (destacamento especial da polícia) aos cidadãos pacíficos com a "limpeza" da rua Bankova e a Casa dos Escritores com massacre sem precedentes dos já no chão e feridas pessoas, jornalistas e deputados da oposição - isto não é nada mais, que a sancionada vingança animal à nação ukrainiana pelos 500-700 mil participantes na manifestação do dia primeiro, nas ruas de Kyiv e que disseram "Não!" à mentira e agressão do governo.

Hipocritamente aquecendo o sonho da sociedade para um futuro europeu melhor, o governo era obrigado saber que o sonho sempre penetra, em primeiro lugar, nos corações jovens e instantaneamente abarca a consciência da geração jovem. Começando no dia 21 de novembro, depois da infame declaração do governo Azarov, às ruas das cidades jorraram os jovens. Jorraram porque foram enganados, traídos e, cinicamente, lhes viraram as costas.

E, o governo decidiu dar aos jovens uma lição de vida brutal, na aparência do cassetete do Berkut, punhos e botas, cuja lição é "não sonhar com o futuro" mas trabalhar dia e noite no atual cínico, mentiroso, corrompido, antiukrainiano econômico sistema de governo. Trabalhar pelo salário que mal dá para alimentação e pagamento da moradia.

As subdivisões especiais da milícia na noite de 30 de novembro e na tarde de 1º de dezembro agiam tal, como no último ano lhes ensinou o ministro do Interior Zakharchenko. É preciso lembrar, que o ministro responde, não apenas pela prontidão de combate dos especialmente designados, mas também pela sua prontidão moralmente ética. Berkut não deslocava os estudantes da praça, mas "limpava" o território, cercando indefesos rapazes e moças, que estavam segurando a bandeira ukrainiana e cantavam o hino nacional sob o símbolo da independência nacional. E depois Berkut "limpava" Khryshchatyk e ruas adjacentes. Nenhum indício nestas ações indica a aplicação da lei. Criminais não são apenas ações de policiais individuais, criminal é toda operação da "limpeza" noturna da Praça da Independência e da rua Khryshchatyk.

Em 1º de dezembro à noite na rua Bankova, Berkut e os especialmente designados procederam do mesmo modo. Nenhum propósito, para os defensores da lei, havia no ataque aos cidadãos pacíficos que estavam no quarteirão governamental. O vergonhoso ataque às pessoas e seu vergonhoso massacre realizava-se, exclusivamente, no exercício da vingança.

 
Vídeo: 1º de dezembro de 2013

Os funcionários das subdivisões especiais receberão aumento no salário e têm benefícios sociais elevados, também porque o seu trabalho é relacionado com a necessidade de conter as emoções e agressões, e não inflamá-las; coibir as ações de massa, mas não atacá-las. O policial tem o direito de deter o infrator da ordem legal, mas de modo algum não tem direito a vingança, não tem direito bater no ferido e já no chão, não tem direito de bater e prender pessoas que não resistem. A obrigação de cada trabalhador da milícia, membro do Berkut, soldado e comandante reside em imediato cancelamento da infração que é cometida. O julgamento sumário é crime, violência sobre o desprotegido, ferido. A retenção de pessoas ocasionais e repressão a elas é crime artificial, lançado como argumento aos inocentes, acusando-os na participação ao assalto da administração. É crime.

Devo dizer muito claramente que, enquanto as forças especiais guardavam o prédio da administração presidencial, suas ações eram legais. Do momento em que o comando deu ordem atacar a todos os cidadãos que estivessem na rua Bankova, Berkut e outros destacamentos especiais transformaram-se em sancionada, organizada e armada banda. A qual agia exatamente como um bando e não como um órgão de aplicação da lei. O ataque das forças especiais à Casa do Escritor também é ataque da quadrilha organizada.

A análise jurídica de cada caso do espancamento brutal de pessoas na Praça da Independência na noite de 29 para 30 de novembro, bem como na tarde de 1º de dezembro na rua Bankova e na Casa do Escritor é impossível sem avaliação global desses dois crimes sancionados pelo governo de cruéis repressões-vinganças aos pacíficos cidadãos da Ukraina.


Cozinha do Euromaidan - fotos (clique no link acima para visualizar)



Até no metrô os ukrainianos cantam o Hino Nacional (clique no link acima para vizualizar)



Os veteranos da guerra do Afeganistão e participantes de ações de combate em outros países uniram-se à defesa do Euromaidan. (clique no link acima para visualizar)


Na praça da Independência eles formaram uma unidade de autodefesa. À sua formação entraram ex-militares, veteranos da guerra do Afeganistão, combatentes de outras ações, cossacos e voluntários com treinamento físico. Ocuparam todo o perímetro e estão prontos para defender todo o território do Euromaidan e o seu povo das provocações e agressões.

Tradução: Oksana Kowaltschuk

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

UCRÂNIA: 04/12/2013

Vídeos de acontecimentos do dia 04.12.2013

Hoje, em Kyiv a situação, em comparação com os dias anteriores apresentou-se bem mais calma. Muitas pessoas continuam na cidade, mas não houve grandes manifestações. Muitas pessoas continuam detidas, várias hospitalizadas, só jornalistas houve cerca de 40 feridos.  E, mais ou menos 40 pessoas desaparecidas. Entre as desaparecidas, algumas podem ser aquelas que simplesmente saíram de suas cidades para participar de manifestações em outras cidades e "esqueceram" de telefonar para casa.


Vídeo de Kyiv, praça da Independência. Milhares de pessoas organizavam piquetes junto ao prédio do Ministério do Interior. Exigiam afastamento do Ministro Zakharchenko, dissolução do Berkut e punição aos culpados pelo derramamento de sangue. Jogaram ovos na fachada do prédio, depois voltaram para Praça da Independência.


Os estudantes fizeram piquetes em frente ao Ministério da Educação exigindo o fim da repressão pela participação no Euromaidan e o afastamento do Ministro da Educação Tabachnek.


Em Donetsk, (terra do presidente) houve manifestação  a favor do governo. Os jornalistas dizem que não havia mais de 5.000 pessoas. O partido das regiões afirma que eram 15.000. Trouxeram pessoas de diversas cidades da província. A ação realizou-se num dia de trabalho.

Tradução: Oksana Kowaltschuk 

SEGREDO DESVENDADO



Yanukovych foi para China pedir um auxílio técnico de 12,8 milhões de dólares

Ekonomichna Pravda (Verdade Econômica), 04,12,2013
Serhii Liamets


O regime ditatorial não tem dinheiro para pagamento dos funcionários. Falta dinheiro para escolas e hospitais. Recusando o Acordo de Associação Ukraina perdeu a possibilidade de receber dinheiro da UE e FMI. E Rússia também recusou auxiliar com dinheiro, apesar de que nas ações do governo ukrainiano aparece nitidamente o interesse de Kremlin.

O não demitido governo (o que exige a oposição) de Mykola Azarov continua conduzir conversações com UE, e com Rússia. De repente, darão algo.

Mas existe mais uma fonte de dinheiro - China. Exatamente para lá voou Yanukovych assim que entendeu, que Maidan não traz ameaça a seu governo.

Atualmente há dois grandes projetos chineses - agrícola e energético. Pelo primeiro, Ukraina recebeu dinheiro para fornecimento de alimentos ao país do Sol Nascente. Este projeto é supervisionado pelo ministro Mykola Prysiazhniuk, e no esquema por ele idealizado já surgem evidências de corrupção.


Pelo segundo projeto, Ukraina receberá dinheiro para transparência de usinas de energia térmica de gás para mistura de carvão. Realiza este projeto o vice-primeiro-ministro Yurii Boyko através de controlada por ele meio falida estrutura do "Naftogaz". Só o próprio fato de que Ukraina deve, de início, transferir para China 10% do montante recebido a título de seguro, fala sobre facilidades do projeto para nosso país. Mas há também brutais responsabilidades na compra de equipamentos chineses.

Há, ainda, vários outros projetos não realizados que encontram-se em vários estágios de conclusão. Por exemplo, um empréstimo de 3 bilhões de dólares para sistemas de irrigação na Ukraina. Desses 3 bilhões, 1,5 bilhão para equipamentos, e 1,5 bilhão em dinheiro. Supervisiona o projeto o mesmo Prysiazhniuk. Há fortes suspeitas, que o dinheiro recebido será pulverizado de modo cuidadoso, mas algo irá para remendo de "buracos" no orçamento.

As grandes quantidades de terras locadas aos chineses, que devem recolher-se em uma única unidade através de instrumentos do banco estatal. O governo, é claro, nega, que conspira vender sua terra natal.

Tudo isso - projetos multi-bilionários. Mas o poder não rejeita as pequenas - do ponto de vista do Estado - quantias.

Na "Verdade Econômica" há um documento disponível, com o qual Yanukovych voou para China. Isso é um pedido para fornecer-lhe uma assistência material irrevogável no valor de 80 bilhões de yans, o equivalente a cerca de 122,8 milhões de dólares.

Para o quê será esta ajuda? Talvez para preparação do Ano Novo. A finalidade do Acordo o projeto não cita. Provavelmente isso não tem importância. De acordo com o documento, a ajuda ofereceram os próprios chineses. Isto é estratégico e com sabedoria. Eles ganham milhões na Ukraina. Portanto a mísera - em comparação com os grandes projetos - ajuda ao regime ditatorial da longínqua Ukraina não sobrecarregará o orçamento do sol Nascente.

Tradução: Oksana Kowaltschuk 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

YANUKOVYCH VIAJA PARA A CHINA

Enquanto a situação política na Ucrânia está efervescente, o presidente Yanukovych, sorrateiramente, viaja para a China, como se o seu país estivesse vivendo a mais perfeita normalidade política e institucional.
A seguir, as imagens do desembarque.




Прибуття Януковича в Китай. А в Києві - # Євромайдан

3 грудня 2013 року 23:02

Прибуття Януковича в Китай. А в Києві - #Євромайдан

Entrada Yanukovych na China. Em Kiev - # Yevromaydan
03 de dezembro de 2013 23:02

Entrada Yanukovych na China. Em Kiev - # Yevromaydan

Fonte: Castelo Alto. [http://www.wz.lviv.ua/video/2517]