domingo, 8 de dezembro de 2013

POVO UCRANIANO RECUSA A CANGA DA VELHA URSS MAQUIADA POR PUTIN


domingo, 8 de dezembro de 2013


Povo ucraniano recusa a canga da velha URSS maquiada por Putin


A Ucrânia enquanto nação soberana vinha negociando um acordo de associação com a União Europeia.

Malgrado os aspectos negativos que essa aproximação poderia trazer, essa aproximação teria um efeito positivo muito maior: afastar as garras opressoras da Rússia. Ele garantiria a independência do país face à cobiça russa.

Porém, o atual presidente Viktor Yanukovich vinha agindo como dócil instrumento de Vladimir Putin.

Para Putin, que mais recentemente escolheu as roupagens de defensor do cristianismo, na realidade não havia dúvidas: ele quer reconstituir a grandeza opressiva da falida URSS. E a Ucrânia é a “jóia da coroa” da URSS.

Manifestação do Milhão inundou Kiev, e instrumentos de Putin tremem

Trata-se para Putin de engoli-la sim ou sim.
Com habilidade muito típica da KGB e manipulando presidente e deputados pró-russos, o senhor todo-poderoso da Rússia conseguiu vetar o acordo que possibilitaria a aproximação da Ucrânia com a União Europeia. E em consequência afastaria o povo ucraniano da opressão russa.

O povo ucraniano está se mostrando determinado e idealista.

Ele lembra os milhões de seus antepassados massacrados pela nefasta URSS e está habituado às mentiras sistemáticas da propaganda da KGB.

Ele percebe o que está por detrás do jogo diplomático: a escravidão e perda de independência e vexames nacionais de toda espécie.

Manifestação do Milhão inundou Kiev, e instrumentos de Putin tremem

A União Europeia acusou a Rússia de impedir o acordo, como forma de manter o seu domínio sobre as antigas repúblicas soviéticas.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, sempre bom de papo, afirmou que rejeitará os vetos da Rússia.

Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, afirmou: “chegou a hora da coragem e decisão. Não devemos renunciar ante pressões externas, mesmo da Rússia”. Alguns outros compararam Putin com Breznev e Stalin.

Porém, desses líderes da UE só se pode aguardar inércia e capitulação face ao agressor russo. E a imprensa reconheceu que “na briga por Kiev, Putin bate Europa” (Folha de S. Paulo, 29-11-2013)

O povo ucraniano compreendeu que estava sozinho. Mas não arredou e corajosamente saiu às ruas das grandes cidades para repudiar a manobra de Moscou e seus sequazes.

Estátua de Lenine derrubada em Kiev, na festa da Imaculada Conceição
Além do mais está pedindo a renúncia do governo satélite da Rússia, encabeçado pelo presidente Viktor Yanukovich. 
http://www.youtube.com/watch?v=uhwtsjFbQK4

Após centenas de milhares de ucranianos cercarem os principais prédios do governo em Kiev, Yanukovich reagiu como faziam os instrumentos da URSS em décadas que se acreditava superadas: ele prometeu retomar as negociações com a UE e dialogarcom a oposição enquanto mandava vir tropas e reforçar o esquema de repressão.

Mas o povo ucraniano lucidamente não caiu nessa conversa.

No domingo 8 de novembro a Marcha do Milhão literalmente inundou o centro de Kiev exigindo o fim da sujeição ao ditador disfarçado de cristão Vladimir Putin.
Patriotas ucranianos desabafam na estátua de Lenine
Neste domingo, evidenciando o caráter antissoviético e anticomunista da imensa manifestação patriótica, o povo ucraniano derrubou e esmigalhou uma grande estatua de Lenine.

Este monumento que a população julgava uma ofensa, dominava a Praça Bessarabskaya, perto da rua Kreschatik, em Kiev, capital da Ucrânia.

O que fará a raposa xará de Lenine?
Religioso ucraniano abençoa a marreta usada para esmigalhar 
o símbolo da tirania comunista soviética

Cabe a nos, patentear nosso apoio e admiração ao povo ucraniano que defende sua pátria contra a agressividade da Rússia que tenta restaurar o antigo império anticristão e contra a pusilanimidade de Ocidente.

Acrescentamos que, a exemplo dos protestos na Ucrânia, Putin foi recebido na Armênia com manifestações com cartazes de “Putin, vá para casa” e “Não à URSS”.

Os armênios repudiam os planos de incluir o pequeno país do Sul do Cáucaso em uma zona de livre comércio sob a liderança de Moscou.


Videos: Na festa da Inmaculada: ucranianos derrubam estátua de Lenine, malgrado a repressão de tipo soviético

http://www.youtube.com/watch?v=FNTBnL9Z8Yw 

http://www.youtube.com/watch?v=1awzpWAV75M 

http://www.youtube.com/watch?v=wh3qXQVh7y0 

Manifestações na UCRÂNIA - 08.12.2013

Segundo os cálculos da oposição, a manifestação contou hoje com um milhão de participantes. A TV russa disse que eram apenas alguns milhares. O presidente Yanukovych não apareceu. A polícia, até agora não atacou os manifestantes e eles bloquearam vários edifícios governamentais: Gabinete Ministerial, Parlamento e Administração presidencial. 
Enfim, todo quarteirão.
Também bloquearam a manifestação pró governo que contava com, no máximo, 15 mil protestantes.

Prometem bloquear diariamente, ao menos um desses edifícios, até Yanukovych entender - que chegou a hora da mudança. Assinatura do Acordo com UE e demissão do governo. 

Estas são as primeiras exigências, e sem isso as manifestações no país não cessarão. "Nós reconquistaremos Ukraina da gangue do Myzhyhiria" - declarou Lutsenko (o ex-ministro que amargou prisão por um bom tempo, mesmo doente e sem nenhuma culpa).


Pronunciamento de Lutsenko: http://www.wz.lviv.ua/video/2635

Houve críticas ao espancamento das pessoas, de muitos líderes de países ocidentais, deve ser por isso que hoje o comportamento do governo foi menos belicoso. 
Mas há receio de ataques da polícia a noite, ou de madrugada.

Porém, a situação na Ukraina é bastante preocupante. Vejamos o que diz o historiador  e professor americano Thimoty Snyder (O professor Snyder é profundo conhecedor da realidade ukrainiana. Ele esteve na Ukraina conhecendo seu povo, sua história, estudou profundamente a questão do Holodomor e publicou um livro sobre o este assunto - OK).

"Se isto é revolução, é, provavelmente uma das maiores revoluções da história do bom senso. Mas o desejo de muitas pessoas para viver uma vida normal em um país normal impedem duas fantasias, uma das quais se esgotou, a segunda continua extremamente perigosa. 

A fantasia esgotada é a imaginação da importância geopolítica da Ukraina. Yanukovych não compreende a importância das nuances de sua política comercial entre UE e Rússia", - disse o professor.
"Parece  que Yanukovych pensa que pode simplesmente pedir um dinheirinho a UE, utilizando a lógica de que o mesmo propõe Putin. E é aí que o cinismo encontra-se com ingenuidade" - explicou Snyder.
A UE não emprestará dinheiro até a conclusão das reformas exigidas por Bruxelas. E não é provável que Putin fornecerá a quantidade necessária antes de Yanukovych aderir à União Aduaneira. Uma vez que este acordo significará o fim da independência da Ukraina, também vai acabar o governo Yanukovych.

O fato de que Yanukovych, no meio dos protestos foi para China, faz algum sentido - acrescentou o cientista. - Se ele está pronto a colocar o país sob a faca, os chineses não deixarão de adquirir seu mais apetitoso pedaço de terra para cultivo agrícola. (Apareceu o seguinte parágrafo no texto da "Verdade Econômica" do dia 04.12.2013, sob o título: Yanukovych voou a China pedir auxílio técnico de 12,8 milhões de dólares: "Ou locação de enormes quantidades de terra aos chineses que devem ser reunidos em uma única unidade através de instrumento do Banco Estatal da Terra. O governo nega, é claro, que conspirou para vender a própria terra natal. - OK)

A perigosa fantasia é que a idéia russa, que Ukraina não é um outro país, mas seu "irmão eslavo mais novo"!

"Isto é legado da União soviética e russificação política dos anos 70. Esta idéia não é verdadeira. O Estado oriental eslavo surgiu no território ukrainiano e era copiada em Moscou, e o próprio surgimento do Império russo, em grande parte asseguraram os cidadãos cultos da Ukraina.

A TV russa retrata os protestos na Ukraina como consequência do trabalho de executores, aos quais pagam Suécia, Polônia e Lituânia. Tais declarações levam a preocupações, porquanto criam motivos para criar "mais intervenção", - concluiu o estudioso..

Tradução: Oksana Kowaltschuk

sábado, 7 de dezembro de 2013

YANUKOVYCH ENTREGA A UCRÂNIA PARA O COMUNISMO RUSSO

Yanukovych entregou Ukraina

Ukrainskyi Tyzhden (Semana Ukrainiana), 06.12.2013

"Presidente da Ukraina em Sochi, hoje, 06.12.2013, assinou um acordo estratégico com a Rússia, que inclui pagamentos antecipados de 5 bilhões de dólares, preço do gás 200 dólares acrescido de acordo à União Aduaneira.", - escreveu em seu Twitter o redator do The Economist Eduard Lucas remetendo-se às próprias fontes.
"Além disso Yanukovych receberá de Putin 15 bilhões de dólares. Segundo suas palavras os detalhes foram elaborados em Moscou, os governos ocidentais estão em choque". a este respeito, diz Lucas, espera-se um comportamento demonstrativo do lado do presidente da Rússia, Vladimir Putin em relação a assinatura e reação muito cruel: dispersão do Euromaidan e introdução de estado de emergência na Ukraina.

Tradução: Oksana Kowaltschuk

NOTÍCIAS DA UCRÂNIA: 06/12/2013

Povo ucraniano desfilando pelas ruas e cantando a canção "DEUS PROTEJA A UCRÂNIA.
Emocionante !

Os Redatores.




sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

PONTO DE VISTA

Vingança brutal autorizada

Майдан Незалежності, 30 листопада 2013 року
Praça  da Independência, 30.11.2013
Mykola Siryi - Ponto de vista
O autor é funcionário do Instituto estatal de direito V.M. Koretskyi da Academia de Ciências da Ukraina, advogado.

O que aconteceu na Praça da Independência, na noite de sexta-feira, 30 de novembro é sancionada vingança brutal aos jovens ukrainianos sonhadores. Vingança pelo direito de sonhar com um futuro melhor.

O cínico e cruel ataque do Berkut (destacamento especial da polícia) aos cidadãos pacíficos com a "limpeza" da rua Bankova e a Casa dos Escritores com massacre sem precedentes dos já no chão e feridas pessoas, jornalistas e deputados da oposição - isto não é nada mais, que a sancionada vingança animal à nação ukrainiana pelos 500-700 mil participantes na manifestação do dia primeiro, nas ruas de Kyiv e que disseram "Não!" à mentira e agressão do governo.

Hipocritamente aquecendo o sonho da sociedade para um futuro europeu melhor, o governo era obrigado saber que o sonho sempre penetra, em primeiro lugar, nos corações jovens e instantaneamente abarca a consciência da geração jovem. Começando no dia 21 de novembro, depois da infame declaração do governo Azarov, às ruas das cidades jorraram os jovens. Jorraram porque foram enganados, traídos e, cinicamente, lhes viraram as costas.

E, o governo decidiu dar aos jovens uma lição de vida brutal, na aparência do cassetete do Berkut, punhos e botas, cuja lição é "não sonhar com o futuro" mas trabalhar dia e noite no atual cínico, mentiroso, corrompido, antiukrainiano econômico sistema de governo. Trabalhar pelo salário que mal dá para alimentação e pagamento da moradia.

As subdivisões especiais da milícia na noite de 30 de novembro e na tarde de 1º de dezembro agiam tal, como no último ano lhes ensinou o ministro do Interior Zakharchenko. É preciso lembrar, que o ministro responde, não apenas pela prontidão de combate dos especialmente designados, mas também pela sua prontidão moralmente ética. Berkut não deslocava os estudantes da praça, mas "limpava" o território, cercando indefesos rapazes e moças, que estavam segurando a bandeira ukrainiana e cantavam o hino nacional sob o símbolo da independência nacional. E depois Berkut "limpava" Khryshchatyk e ruas adjacentes. Nenhum indício nestas ações indica a aplicação da lei. Criminais não são apenas ações de policiais individuais, criminal é toda operação da "limpeza" noturna da Praça da Independência e da rua Khryshchatyk.

Em 1º de dezembro à noite na rua Bankova, Berkut e os especialmente designados procederam do mesmo modo. Nenhum propósito, para os defensores da lei, havia no ataque aos cidadãos pacíficos que estavam no quarteirão governamental. O vergonhoso ataque às pessoas e seu vergonhoso massacre realizava-se, exclusivamente, no exercício da vingança.

 
Vídeo: 1º de dezembro de 2013

Os funcionários das subdivisões especiais receberão aumento no salário e têm benefícios sociais elevados, também porque o seu trabalho é relacionado com a necessidade de conter as emoções e agressões, e não inflamá-las; coibir as ações de massa, mas não atacá-las. O policial tem o direito de deter o infrator da ordem legal, mas de modo algum não tem direito a vingança, não tem direito bater no ferido e já no chão, não tem direito de bater e prender pessoas que não resistem. A obrigação de cada trabalhador da milícia, membro do Berkut, soldado e comandante reside em imediato cancelamento da infração que é cometida. O julgamento sumário é crime, violência sobre o desprotegido, ferido. A retenção de pessoas ocasionais e repressão a elas é crime artificial, lançado como argumento aos inocentes, acusando-os na participação ao assalto da administração. É crime.

Devo dizer muito claramente que, enquanto as forças especiais guardavam o prédio da administração presidencial, suas ações eram legais. Do momento em que o comando deu ordem atacar a todos os cidadãos que estivessem na rua Bankova, Berkut e outros destacamentos especiais transformaram-se em sancionada, organizada e armada banda. A qual agia exatamente como um bando e não como um órgão de aplicação da lei. O ataque das forças especiais à Casa do Escritor também é ataque da quadrilha organizada.

A análise jurídica de cada caso do espancamento brutal de pessoas na Praça da Independência na noite de 29 para 30 de novembro, bem como na tarde de 1º de dezembro na rua Bankova e na Casa do Escritor é impossível sem avaliação global desses dois crimes sancionados pelo governo de cruéis repressões-vinganças aos pacíficos cidadãos da Ukraina.


Cozinha do Euromaidan - fotos (clique no link acima para visualizar)



Até no metrô os ukrainianos cantam o Hino Nacional (clique no link acima para vizualizar)



Os veteranos da guerra do Afeganistão e participantes de ações de combate em outros países uniram-se à defesa do Euromaidan. (clique no link acima para visualizar)


Na praça da Independência eles formaram uma unidade de autodefesa. À sua formação entraram ex-militares, veteranos da guerra do Afeganistão, combatentes de outras ações, cossacos e voluntários com treinamento físico. Ocuparam todo o perímetro e estão prontos para defender todo o território do Euromaidan e o seu povo das provocações e agressões.

Tradução: Oksana Kowaltschuk

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

UCRÂNIA: 04/12/2013

Vídeos de acontecimentos do dia 04.12.2013

Hoje, em Kyiv a situação, em comparação com os dias anteriores apresentou-se bem mais calma. Muitas pessoas continuam na cidade, mas não houve grandes manifestações. Muitas pessoas continuam detidas, várias hospitalizadas, só jornalistas houve cerca de 40 feridos.  E, mais ou menos 40 pessoas desaparecidas. Entre as desaparecidas, algumas podem ser aquelas que simplesmente saíram de suas cidades para participar de manifestações em outras cidades e "esqueceram" de telefonar para casa.


Vídeo de Kyiv, praça da Independência. Milhares de pessoas organizavam piquetes junto ao prédio do Ministério do Interior. Exigiam afastamento do Ministro Zakharchenko, dissolução do Berkut e punição aos culpados pelo derramamento de sangue. Jogaram ovos na fachada do prédio, depois voltaram para Praça da Independência.


Os estudantes fizeram piquetes em frente ao Ministério da Educação exigindo o fim da repressão pela participação no Euromaidan e o afastamento do Ministro da Educação Tabachnek.


Em Donetsk, (terra do presidente) houve manifestação  a favor do governo. Os jornalistas dizem que não havia mais de 5.000 pessoas. O partido das regiões afirma que eram 15.000. Trouxeram pessoas de diversas cidades da província. A ação realizou-se num dia de trabalho.

Tradução: Oksana Kowaltschuk 

SEGREDO DESVENDADO



Yanukovych foi para China pedir um auxílio técnico de 12,8 milhões de dólares

Ekonomichna Pravda (Verdade Econômica), 04,12,2013
Serhii Liamets


O regime ditatorial não tem dinheiro para pagamento dos funcionários. Falta dinheiro para escolas e hospitais. Recusando o Acordo de Associação Ukraina perdeu a possibilidade de receber dinheiro da UE e FMI. E Rússia também recusou auxiliar com dinheiro, apesar de que nas ações do governo ukrainiano aparece nitidamente o interesse de Kremlin.

O não demitido governo (o que exige a oposição) de Mykola Azarov continua conduzir conversações com UE, e com Rússia. De repente, darão algo.

Mas existe mais uma fonte de dinheiro - China. Exatamente para lá voou Yanukovych assim que entendeu, que Maidan não traz ameaça a seu governo.

Atualmente há dois grandes projetos chineses - agrícola e energético. Pelo primeiro, Ukraina recebeu dinheiro para fornecimento de alimentos ao país do Sol Nascente. Este projeto é supervisionado pelo ministro Mykola Prysiazhniuk, e no esquema por ele idealizado já surgem evidências de corrupção.


Pelo segundo projeto, Ukraina receberá dinheiro para transparência de usinas de energia térmica de gás para mistura de carvão. Realiza este projeto o vice-primeiro-ministro Yurii Boyko através de controlada por ele meio falida estrutura do "Naftogaz". Só o próprio fato de que Ukraina deve, de início, transferir para China 10% do montante recebido a título de seguro, fala sobre facilidades do projeto para nosso país. Mas há também brutais responsabilidades na compra de equipamentos chineses.

Há, ainda, vários outros projetos não realizados que encontram-se em vários estágios de conclusão. Por exemplo, um empréstimo de 3 bilhões de dólares para sistemas de irrigação na Ukraina. Desses 3 bilhões, 1,5 bilhão para equipamentos, e 1,5 bilhão em dinheiro. Supervisiona o projeto o mesmo Prysiazhniuk. Há fortes suspeitas, que o dinheiro recebido será pulverizado de modo cuidadoso, mas algo irá para remendo de "buracos" no orçamento.

As grandes quantidades de terras locadas aos chineses, que devem recolher-se em uma única unidade através de instrumentos do banco estatal. O governo, é claro, nega, que conspira vender sua terra natal.

Tudo isso - projetos multi-bilionários. Mas o poder não rejeita as pequenas - do ponto de vista do Estado - quantias.

Na "Verdade Econômica" há um documento disponível, com o qual Yanukovych voou para China. Isso é um pedido para fornecer-lhe uma assistência material irrevogável no valor de 80 bilhões de yans, o equivalente a cerca de 122,8 milhões de dólares.

Para o quê será esta ajuda? Talvez para preparação do Ano Novo. A finalidade do Acordo o projeto não cita. Provavelmente isso não tem importância. De acordo com o documento, a ajuda ofereceram os próprios chineses. Isto é estratégico e com sabedoria. Eles ganham milhões na Ukraina. Portanto a mísera - em comparação com os grandes projetos - ajuda ao regime ditatorial da longínqua Ukraina não sobrecarregará o orçamento do sol Nascente.

Tradução: Oksana Kowaltschuk 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

YANUKOVYCH VIAJA PARA A CHINA

Enquanto a situação política na Ucrânia está efervescente, o presidente Yanukovych, sorrateiramente, viaja para a China, como se o seu país estivesse vivendo a mais perfeita normalidade política e institucional.
A seguir, as imagens do desembarque.




Прибуття Януковича в Китай. А в Києві - # Євромайдан

3 грудня 2013 року 23:02

Прибуття Януковича в Китай. А в Києві - #Євромайдан

Entrada Yanukovych na China. Em Kiev - # Yevromaydan
03 de dezembro de 2013 23:02

Entrada Yanukovych na China. Em Kiev - # Yevromaydan

Fonte: Castelo Alto. [http://www.wz.lviv.ua/video/2517]

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

ATAQUE A BANCOVA FOI ENCOMENDADO

Na internet apareceram evidencias da 'encomenda' do ataque à administração presidencial na rua Bankova.
Especificamente, no vídeo, jovens mascarados estavam, no inicio, entre a multidão, que tentava afastar os policiais, em seguida, ficaram ao lado dos agentes da lei. Berkut não reagia à sua presença.Também assim, facilmente, estas pessoas passaram pela força de segurança e voltaram para o meio da multidão.


Outro vídeo com os mesmos rapazes fez o operador do NTB (ntvru - TV russa) Oleksii Shatokhin


 

Neste vídeo você pode seguir como alguns moços ( mais fácil de focar o rapaz de jaqueta roxa e capacete preto) começam 'suavemente' afastar a Berkut (50 segundos) . Depois, a partir do 2° minuto, estes rapazes acenam para alguém, declaradamente para aproximar-se. E,  obviamente, lá sob a parede passaram além do Berkut . Em seguida não é possível vê-los por causa da fumaça .

Натисніть, щоб збільшити. Фото theatlantic.com

Foto, com flecha indicativa, clique sobre a foto para aumentar


Дмитро Корчинський на тракторі, який, невідомо звідки, взявся на Банковій. Фото з Facebook Нелі Пославської
Dmytro Korchynskyi no trator, que, não se sabe como apareceu na rua Bankova. Foto do Facebook de Neli Poslavska.

Como é sabido, em 30.11.13, aproximadamente às 4:00 horas da manhã, Berkut a força dispersou Maidan da Independência dos manifestantes que protestavam contra a não assinatura do acordo com a União Européia . 
Pelo auxiliar medico procuraram 35 pessoas das quais 7 foram hospitalizadas.
No dia 30 milhares de ucranianos organizaram- se e foram á Praça de Michael para expressar seu protesto contra brutal dispersão da manifestação pacifica. Em 1º de dezembro houve reunião da oposição com centenas de milhares de pessoas e depois, os manifestantes ocuparam o prédio da Administração de Kyiv, Casa dos Sindicatos e o antigo Palácio de Outubro .
Houve confronto entre os manifestantes e forças de segurança próximo a administração presidencial.
A 5 rapazes atacados por Berkut incriminam o ataque a administração presidencial.

Tradução: Oksana Kowaltschuk


UCRÂNIA: notícias de 03/12/2013

Azarov, primeiro-ministro, não conseguiu chegar ao prédio do governo por causa dos manifestantes. Eles exigem o afastamento dele e de todo o Ministério devido ao espancamento das pessoas idosas, inclusive jovens-crianças e idosos, conforme mostrado neste vídeo.


Azarov garante que nem ele, nem Yanukovych sabiam do espancamento, que não foram avisados sobre o plano de dispersar os manifestantes em 30 de novembro.

A pergunta que fica no ar é: Quem autorizou?

O Partido das Regiões não pretende votar pelo afastamento do Ministério. Assim, o impasse permanece suscitando futuras escaramuças.

Os Redatores.

UCRÂNIA: 03/12/2013

Rádio Svoboda (Rádio Liberdade), 03.12.2013, Kyiv

Os votos no Parlamento não foram suficientes para apoiar o projeto de resolução sobre a falta de confiança no Gabinete Ministerial. Os membros dos partidos da oposição votaram todos, mas são minoria. Um deputado do governo também votou a favor e somente 5 votaram contra. Os demais do partido do governo, bem como os demais partidos, se abstiveram. "Vamos exigir que Yanukovych assine decreto de afastamento do governo e anuncie eleições presidenciais e parlamentares", - disse Yatseniuk


Sob as paredes do Parlamento mais de dez mil manifestantes, e a cada minuto o número aumenta. Entre os manifestantes e o prédio do Parlamento separa o destacamento do Berkut e fileiras do exército. Não há nenhuma manifestação de força.
Os manifestantes gritam: Banda, fora!


Aqui são os apoiantes do governo em manifestação. São mais ou menos 400 pessoas. Mas, nem todos conseguem entrar porque a milícia e Berkut não deixam (Pelo jeito é medo pois sabem  o quanto faltam com respeito ao povo honesto e trabalhador - OK)


Os cinco machucados na rua Bankova estão hospitalizados num hospital especial, onde entra apenas a milícia. A moça que fala no vídeo é namorada de um deles e ela e parentes somente conseguiram saber que o rapaz estava neste local graças a um médico.


Imprensa mundial: Putin procura caos na Ukraina

As influentes publicações ocidentais pedem ao governo Yanukovych e à oposição chegar a um compromisso político. Os diplomatas da UE temem que a supressão do Euromaidan pode ser inevitável. Os especialistas também consideram, que o desenvolvimento da situação em Kyiv vai depender da efetividade das conversações da UE com o governo Yanukovych e da posição da Rússia. Os analistas abertamente alertam que, em caso de avanço do caos na Ukraina e ações inconstitucionais radicais nas ruas "Putin irá intervir na situação cada vez mais". Alguns especialistas não excluem a implantação de tropas russas na Criméia.

The Washington Post adverte - "Ukraina não necessita de mais uma revolução", mas um processo político pacífico, com respeito à Constituição. A publicação esclarece que o presidente Yanukovych, com a não assinatura do Acordo de Associação procurou evitar as sérias medidas de austeridade na economia, que o Ocidente propõe e os empréstimos do FMI, e resolver-se com fácil crédito da Rússia, também com a normalização do comércio com ela, para que isto lhe permitisse reeleger-se em 2015. Por isso o jornal diz que a revolução dos ukrainianos e a destituição de Yanukovych podem apenas produzir um caos de longo prazo. A insistência européia em padrões democráticos pode parecer vazia, e Putin, que considera esses protestos "negócio do ocidente" provavelmente vai começar a intervir mais ativamente. O jornal está convencido, que os protestos devem forçar o governo Yanukovych ao compromisso, anunciar nova data para assinatura do Acordo com UE. E, Bruxelas deve propor uma ajuda econômica a Ukraina, se Kyiv fizer acordo com FMI. The Washington Post aconselha a oposição a se preparar para as eleições em 2015, porque é sobre elas que poderá assegurar a justiça para os ukrainianos.

O influente Financial Times apela à UE punir os culpados pelo massacre dos manifestantes na Ukraina e mostrar ao governo de Kyiv, que Bruxelas congelará os ativos de todos os parceiros da violência contra manifestações pacíficas, e também não dar vistos para os criminosos. O jornal também considera, que a nação mostrou a Yanukovych, que crédito fácil da Rússia ele não receberá. "O compromisso com Moscou, seria uma traição aos princípios da UE, aprovados pela maioria dos ukrainianos". - escreve o jornal.

EUOserver de Bruxelas anuncia que "diplomatas da UE temem a iminente força ofensiva à resistência da nação ukrainiana. Alguns diplomatas não descartam, que as negociações do vice-primeiro-ministro Serhii Arbuzov, o qual espera um crédito de 10 bilhões de Bruxelas, podem conduzir à assinatura do Acordo de Associação com Kyiv já em março. Verdade, outros diplomatas temem deterioração da situação e tentativas do governo Yanukovych suprimir os protestos com força já nos próximos dias, e declarações do governo sobre observância das leis.

Presidente da Polônia, Bronislav Komoroski, escreve Rzeczpospolita, adverte Viktor Yanukovych, para que ele não permita derramamento de sangue

O analista de Kyiv, Volodymyr Fesenko disse à Nezavysimaia Gazeta" de Moscou, que não está descartada a introdução do estado de emergência na Ukraina mas o desenvolvimento dos acontecimentos de força pode levar a uma divisão no Estado da Ukraina e desatar as mãos de Putin para uma atividade militar, primeiramente na  Ukraina.

(Lembro aos senhores leitores, especialmente aos brasileiros: A parte leste e sul da Ukraina caiu sob o domínio russo ainda em 1654. Um artigo recente sobre Holodomor, fala que muitas aldeias ukrainianas ficaram vazias devido às mortes pela fome. Para estas aldeias a União Soviética trouxe populações russas. Também fala que a União Soviética deportava populações ukrainianas para regiões russas, geralmente distantes e, as aldeias ukrainianas, assim despovoadas, povoava com famílias russas. O resultado é este antagonismo entre grande parte de habitantes do leste e sul contra os ukrainianos de raiz. O próprio Yanukovych é do leste da Ukraina e seus antecedentes não eram ukrainianos - OK)

domingo, 1 de dezembro de 2013

UCRÂNIA: A SITUAÇÃO ASSUME PROPORÇÕES CRÍTICAS

Manifestação pacífica dos ukrainianos e provocações
Ukrainska Pravda (Verdade Ukrainiana), 01.12.2012


A grandiosa participação de hoje foi condicionada pela sangrenta repressão contra Euromaidan na madrugada de sábado.
O número de participantes é difícil avaliar porque ocupam parte carroçável da Avenida Khmylnetskyi, do Parque Shevchenko, toda Avenida Khryshchatek e a Praça da Independência.

Sobre os acontecimentos mostrados nos vídeos.

Inna Bohoslovska, que anunciou sua retirada do Partido das Regiões, disse que a provocação na rua Bankova, junto a Administração Presidencial pode ser organizada pelo Partido das Regiões: "Eu tenho uma testemunha. É auxiliar de meu marido. Ele viu que estas pessoas hospedam-se no hotel Kyiv, e recebem 250 UAH por dia. Ela dará detalhes mais tarde.

Arsenii Yatseniuk: "A oposição ukrainiana não tem nada em comum com o espancamento próximo Administração presidencial. Nossa ação é pacífica. Todos "Titushky" (Este é o apelido dado aos moços de grande estatura que o governo recolhe no interior, especialmente nas regiões leste e sul - as mais russificadas, para provocarem brigas e espancar pacíficos cidadãos nas manifestações. São generosamente pagos pelo governo. Na presente situação recebem de 200 a 500 UAH por dia. Comparando com a aposentadoria de mais ou menos 1.000 UAH para quem trabalhou a vida toda... - OK) e provocações que lá se realizaram, foram preparadas exclusivamente por determinação do presidente e secretário do RNBO (Conselho de Segurança e Defesa Nacional) Kliuiev. Nós apelamos a Viktor Yanukovych não transgredir a lei e a Constituição. Nós temos direito a manifestação pacífica e nós realizamos esta reunião de acordo com a Constituição ukrainiana e suas leis. Quaisquer emprego de força provocará reação contrária. Portanto - sem estados extraordinários. Viktor Yanukovych, garanta a proteção da ordem cidadã e recolha seus "Titushkah", os quais o Senhor encaminhou para provocação na Bankova.

 Notícias anteriores

Canadá condena firmemente o uso da violência, pelas autoridades ukrainianas  contra manifestantes pacíficos declarou o Ministro das Relações Exteriores John Baird.  Esses manifestantes querem associação mais estreita com UE. Instamos o governo da Ukraina a respeitar e verdadeiramente proteger os direitos de seus cidadãos de expressar suas opiniões livremente, de acordo com os princípios da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa. Canadá fica com o povo da Ukraina para construir uma sociedade baseada na liberdade, democracia, direitos humanos e do Estado de Direito.

A praça Michael vieram dez embaixadores da UE e o chefe da Representação da UE na Ukraina Ian Tombinskyi.

Yatseniuk disse que Yanukovych prepara o exército. Tropas internas do Ministério do Interior implantadas na região de Kyiv estão em prontidão de combate.
Também as forças do Berkut estão sendo deslocadas das regiões orientais para Kyiv, segundo Yatseniuk. E mais, a todos os estabelecimentos de saúde de Kyiv foi dada a ordem para preparar as enfermarias para feridos graves e pessoas que sofrerem queimaduras.
A oposição ukrainiana não confirma ou nega alguns meios de comunicação sobre a chegada na Ukraina de aviões das forças especiais russas.
Yatseniuk disse não ter dados para confirmar ou negar esta informação, mas pensa que Yanukovych "fara tudo, especialmente a implantação de tropas russas no território da Ukraina".

Primeiro Ministro da Polônia Donald Tusk sobre as ações da milícia: "Nós vamos exigir explicações da Ukraina. Eu lembro bem as palavras do presidente Yanukovych que não haverá uso de força, que todos os protestantes que não cometerem nenhuma violação de leis podem se sentir seguros". "Nós exigiremos explicações sobre cidadãos poloneses que estiveram no Maidan da Independência e participaram de manifestações pacíficas, por quê foram espancados?" - acrescentou.

Saiu o terceiro
O deputado Rudkovskyi saiu do Partido das Regiões: "Como a maioria de meus compatriotas, eu considero que Ukraina - é Europa, por isso eu me envergonho dos eventos que ocorreram hoje na Praça da Independência...", disse ele.

Viktor Bondar, do Partido das Regiões (partido do governo) prevê que cerca de 20 deputados abandonarão o Partido das Regiões. "Nós estamos conversando e isto poderá ser anunciado na segunda-feira. O Parlamento poderá ter a maioria pró européia", - disse ele. Como já foi anunciado, também saíram do partido governista David Zhvania e Inna Bohoslovska.

A Lviv vem os ônibus das forças de segurança.Três ônibus com Berkut e milícia já estão na cidade.

Poetas, escritores e cantores conclamam os ukrainianos para defender o futuro. O poeta e escritor Serhii Zhadan diz: "Não podemos permanecer em silêncio e humildes ficar de lado, quando nos negam o direito de expressão. Não é nem a questão da assinatura do Acordo de Associação com UE. A questão é a necessidade de eliminar este governo. Todos nós precisamos dessas mudanças, e eu tenho certeza que poderemos realiza-la".

Em Ivano Franquivsk atacaram o ativista Máximo Kutsiuk. Os transeuntes chamaram a milícia. No hospital registraram cortes profundos nas pernas.

Yaroslav Kachynskyi, líder da oposição polonesa conclama todos os líderes europeus imediatamente enviar seus embaixadores a Ukraina. Também apelou ao Ministério das Relações Exteriores da Polônia Radoslav Sikorski, Carl Bildt da Suécia e membros da missão do Parlamento Europeu Aleksandr Kwasniewski e Pat Cox. 

Morreu Lesia Gongadze, mãe do jornalista assassinado Georgy Gongadze.
A cerimônia fúnebre acontece hoje, domingo, na Igreja da Transfiguração, rua Cracóvia, às 19:00 horas e na segunda-feira será realizada missa de réquiem. O enterro será no cemitério em Briukhovychakh.
Lembramos: Georgy Gongadze, filho de pai georgiano e mãe ukrainiana foi morto em 2004
e seu corpo foi encontrado sem a cabeça, na mata. Na  guerra civil na Geórgia ele foi ferido devido a explosão de uma mina. Em seu corpo permaneceram fragmentos devido a esta explosão e através desses fragmentos deu-se o reconhecimento. Isto aconteceu em 2000. 
Os executores da morte de Gongadze foram condenados somente em 2012. Porém os mandantes não. Todas as suspeitas recaem no então governo do ex-presidente Kuchma.

Os primeiros 5.000 moradores de Lviv chegaram a Kyiv.
Um comboio com 12 ônibus, meia centena de micro-ônibus e uma centena de carros vieram de Lviv para Kyiv. Saíram de Lviv cerca de 1:00 hora da noite. Vieram somente homens, mulheres e menores de idade não foram aceitos. Na estrada não houve quaisquer obstáculos nos postos de polícia. 
Os homens dormiram ou cantaram canções insurgentes.
Os organizadores do Conselho Regional de Lviv planejam enviar a Kyiv 10 mil cidadãos.

11:00 horas do dia 01.10.2013
As pessoas da Praça Michael, em coluna, dirigem-se ao Parque Taras Shevchenko. As pessoas afluem do interior.
Na Praça Michael instalaram um centro médico que já atendeu mais de 50 pessoas. Na maioria eles necessitam curativos e novas bandagens. Houve também muitas pessoas resfriadas. Há remédios suficientes, ontem, para essa finalidade coletaram 8.000 UAH. Os voluntários deste ponto clínico vão acompanhar as pessoas que se dirigem ao Parque Taras Shevchenko

Ontem, dia 30, não conseguiram encontrar seis pessoas que sofreram ataque no Euromaidan. São elas: Mykola Bondar, Pavlo Pavlov, Volodymyr Kraidan, Vasyl Uhryn, Volodymyr Preidun, Viacheslav Posnutnei.
Também sumiram objetos e documentos necessários para assistência jurídica.

Apelo do Reitor da Universidade de Kyiv Borys Hrinchenko, em 30.11.2013
"Sei, que amanhã qualquer um de nós poderá ser demitido do trabalho, colocado na prisão ou destruído. Eu não temo! Não temam vocês também. Para todos nós, assassinos e prisões não há suficientes. Comigo meus colegas e companheiros, conosco estudantes de nossa Universidade. Não há Europa sem Ukraina, não há Ukraina sem nação, não há nação sem liberdade" - expressou-se Viktor Ohneviuk, reitor da Universidade de Kyiv Borys Hrinchenko.

Tradução: Oksana Kowaltschuk

PRESIDENTE VOLTA A ATACAR

O presidente Yanukovych muda a tática, introduz jovens truculentos que se escondem por trás de máscaras negras e agridem com violência os manifestantes à favor da adesão à UE. Conta agora com duas forças de ataque.


Este vídeo mostra como os Golden Eagle da Administração Presidencial espancaram brutalmente um homem. As pessoas não resistem, mas mesmo assim são espancadas e feridas.

O autor deste vídeo foi baleado às 18h30min. de domingo, em frente à AP.

A SELVAGERIA


"Semana da Ucrânia", relata que seu jornalista Valery Burlakov foi ferido durante confrontos perto da administração presidencial:
"Uma das granadas zvukoshumovyh explodiu próximo aos seus pés, ferindo-o. Foi atendido na ambulância.


В одного з журналістів розірвалася в ногах граната з газом від міліції. Фото ‏@Dbnmjr на ЄвроМайдан


Олександр Перевозник постраждав під час розгону людей Беркутом на Банковій. Фото ЛігаБізнесІнформ

AMOSTRA COMO O POVO É ATACADO PELA BERKUT NA SEDE PRESIDENCIAL