quinta-feira, 1 de maio de 2014

VLADIMIR DENSHCHIKOV: Um artista ucraniano



Vladimir Denshchikov
Remessa de Berenice
Prof – Manaus-AM

Vladimir Denshchikov é um artista da Ucrânia. Ele cria esses ícones religiosos utilizando fios de linho. Milhões de nós são feitos manualmente pelo artista durante meses de trabalho árduo. Ele tem praticado esta técnica por mais de 30 anos. Leva 3-9 meses para criar um ícone. Nascido em 01 de julho de 1952 em Kiev, Vladimir Denshchikov foi graduado pela Universidade Kiev. No teatro tornou-se ator. Trilhou seu caminho até chegar a ser diretor artístico do Simferopol Crimea Maxim Gorky Academic russo Drama Theater e desde 2007 ele vem ensinando a atuar e dirigir no Instituto Simferopol da Cultura. Completamente, uma impressionante carreira profissional ! Mas esse artista nacional da Ucrânia é conhecido principalmente por seu hobby único - formando ícones religiosos incrivelmente detalhados, desde os fios de linho, usando uma técnica chamada "macramé".
Somente os rostos e mãos dos santos em ícones do Denshchikov são pintados sobre tela, todo o resto é feito de milhões de nós de linho. O artista não utiliza as ferramentas como agulhas ou crochets para fazer os nós, todos os padrões e os detalhes são feitos diretamente com a mão. O material utilizado para essas obras incríveis é criado pelo próprio artista. Ele pega um pedaço de pano de linho puro (um tecido associado com a Fé Ortodoxa), absorve-o em água e o trabalha, uma corda de cada vez. Ele usa fios de linho entre 0,5 e 2 metros de comprimento, executando o trabalho entre 3 e 6 meses, em um único ícone de 40 × 50 cm. Pode soar como um longo tempo, mas não podemos esquecer que podem chegar a ter até nove milhões de nós minúsculos e cada um feito à mão. (ref: por Spooky)



Em 2007, Vladimir Denshchikov sofreu um derrame antes de uma estreia teatral o que o levou a passar para um emprego de professor no Instituto Simferopol da Cultura. Enquanto se recuperava desta terrível condição, o artista continuou a trabalhar em um ícone para a igreja de aldeia Malorechenskoye. Enquanto ele lutava para tecer pequenos nós, sentiu a mão parcialmente paralisada se movendo cada vez mais livremente, como se Deus estivesse guiando-a Ele mesmo. O artista teve uma recuperação milagrosa e continua até hoje a criar maravilhosas obras de arte em macrame.













All images rights reserved © Vladimir Denshchikov
 

Passaram 28 anos sobre acidente nuclear de Chernobyl


 
Acidente em Chernobyl completa 28 anos com homenagens às vítimas.

Organizações prestaram solidariedade aos mais de 200 mil mortos no acidente ocorrido em 26 de abril de 1986.


"O elemento mais perigoso que saiu do reator de Chernobyl, não foi o césio, não foi o plutônio: foi a MENTIRA RUSSA".

A explosão no quarto reator da central provocou a morte imediata de um número pessoas jamais revelados verdadeiramente.
Para a atmosfera foram liberados níveis de radioatividade, equivalentes a 500 bombas atômicas como a que foi lançada sobre Hiroshima.
Passados 28 anos é, ainda, difícil avaliar a verdadeira dimensão da catástrofe.
Estima-se que entre 200 e 300 mil pessoas tenham morrido. Muitas nos anos seguintes à tragédia, vítimas de cancer. O acidente nuclear de Chernobyl continua, ainda, hoje a matar, mas o mundo já se esqueceu da tragédia e as homenagens reduzem-se a dezenas de pessoas, com certeza testemunhas ou parentes sobreviventes das vítimas.

Ucrânia assume incapacidade para recuperar controle das zonas sublevadas

(atualizado às )
Presidente anunciou que Forças Armadas estão em “alerta total” para prevenir eventual invasão. Pró-russos reforçam posições em mais uma cidade do Leste. Comemorações da vitória sobre o nazismo, a 9 de Maio, pode dar origem a novos focos de tensão.

A Ucrânia colocou as Forças Armadas em “estado de alerta total”, para o caso de uma invasão russa que continua a dar como provável, mas assumiu a incapacidade para recuperar, pelo menos no imediato, o controle das zonas sublevadas do Leste do país, onde o poder do Governo interino de Kiev não para de ser desafiado.
Mais uma vez volto a falar do perigo real de a Federação Russa começar uma guerra terrestre contra a Ucrânia”, afirmou esta quarta-feira o Presidente interino, Oleksander Turchinov, num encontro com governadores regionais, em Kiev. “As nossas Forças Armadas foram colocadas em estado de prontidão.”

Citado pela agência Interfax-Ucrânia, Turchivov assumiu também o que se tornou claro  nas últimas semanas  – que as forças ucranianas têm sido impotentes para acabar com a sublevação nas regiões de Donetsk e Lugansk. E fixou como objetivo “número um” evitar que a insurreição no Leste do país, onde mais de uma dezena de cidades são já controladas por separatistas pró-russos, alastre “às regiões de Kharkov e Odessa”.
Quero dizer com franqueza que neste momento as estruturas de segurança não são capazes de rapidamente retomarem o controlo das regiões de Donetsk e Lugansk”, declarou. O Presidente interino disse que as forças de segurança têm sido incapazes de “proteger os cidadãos” e acusou unidades de polícia de “ajudarem ou cooperarem com grupos terroristas” – designação dada pelo Governo de Kiev aos militantes pró-russos que controlam há semanas edifícios públicos em mais de uma dezena de cidades.

Turchinov tinha já denunciado na terça-feira a “inação” e “traição” da maior parte da polícia do Leste e exigido a demissão dos comandos de Lugansk e Donetsk. Nesse dia, pró-russos invadiram o edifício da administração regional de Lugansk e içaram a bandeira da Rússia, sem oposição da polícia. Mais tarde ocuparam o gabinete do procurador regional, as instalações da televisão e a sede da polícia. Nesta quarta-feira, os separatistas continuaram a reforçar as suas posições. Segundo a Reuters, homens mascarados envergando uniformes militares ocuparam a câmara e as instalações da polícia em Horlivka.

A aproximação da simbólica data de 9 de Maio, em que tanto na Rússia como na Ucrânia se comemora a vitória sobre a Alemanha nazista, em 1945, é mais um fator de tensão, como já se começou a perceber. Os serviços de segurança ucranianos anunciaram esta quarta-feira ter descoberto um plano “de criminosos” para realizar um atentado num monumento em Mikolaiev, tradicional lugar de romagem de antigos combatentes.

Em Slaviansk, os pró-russos mantêm sequestrados, desde sexta-feira, sete observadores da OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa) que pretendem trocar por pró-russos detidos pelas autoridades de Kiev. Os contatos prosseguem e o comitê de ministros da organização protestou esta quarta-feira e pediu a “libertação imediata”. Mas até ao fim da tarde não havia novidades sobre os observadores internacionais.

Apelo do Presidente interino da Ucrânia, Presidente da Verkhovna Rada da Ucrânia Oleksandr Turchynov aos compatriotas

29 Abril, 19:35

Caros compatriotas!
Os acontecimentos no leste do nosso país evidenciaram a inação, desamparo e, às vezes, a traição criminosa dos funcionários dos órgãos de aplicação da lei nas regiões de Donetsk e Lugansk.
Esta é uma das principais causas da baixa eficiência e pouca utilidade das ações das agências policiais ucranianas em combate ao terrorismo.
É difícil admitir, mas isto é a verdade. A grande maioria dos policiais no Oriente não é capaz de cumprir as suas obrigações de proteger os nossos cidadãos.
Em Donetsk e Lugansk já estão nomeados novos chefes do Serviço de Segurança da Ucrânia. Foi realizada a substituição completa da chefia das forças especiais "Alpha".
Eu exijo também que o Ministro do Interior demita os chefes dos departamentos regionais nas regiões de Lugansk e Donetsk. Serão demitidos todos os representantes dos órgãos locais de aplicação da lei que não são capazes de exercer as suas funções profissionais. Os chamados "policiais" que traíram a Ucrânia e começaram a colaborar com os terroristas serão responsabilizados perante a lei.
A situação nas regiões de Donetsk e Lugansk mostrou que não temos outra opção além de realizar a renovação completa da polícia e do Serviço de Segurança da Ucrânia no leste do país. Aquelas unidades que se renderam sem resistência aos terroristas, que são incapazes de proteger a vida e a segurança das pessoas e tomar as medidas eficazes para impedir a ameaça terrorista, devem ser totalmente renovadas.
Para criar a composição renovada e eficaz das unidades do Ministério do Interior e do Serviço de Segurança da Ucrânia, precisamos de ajuda dos patriotas ucranianos, especialmente daqueles que vivem no leste da Ucrânia. Trata-se, sobretudo, das regiões de Donetsk e Lugansk.
Esta sua decisão é essencial para o país, para restaurar a segurança dos cidadãos e tomar as medidas eficazes para impedir a ameaça terrorista. Este é o passo que nos permitirá a proteger o país neste momento difícil.
No escritório central do Ministério do Interior e do Serviço de Segurança da Ucrânia estabelecemos as "linhas quentes" para matricula dos voluntários, a princípio trata-se daqueles que tem a experiência de serviço na polícia e nas Forças Armadas da Ucrânia.
Se, nestas regiões, as forças de segurança sejam incapazes de trabalhar, precisamos as renovar e garantir a capacidade de executar as tarefas de proteção da ordem.
Creio que podemos juntos proteger o país!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Primeiro-ministro ucraniano acusa Rússia de querer III Guerra Mundial

Merkel manifestou "profunda preocupação" a Putin. Ministro russo da Defesa disponível para conversações “imparciais e construtivas”. Obama fala com aliados europeus sobre possíveis sanções.

 
 Yatsenyuk pediu unidade internacional contra a Rússia Andrew Kravchenko/Reuters 

O primeiro-ministro ucraniano, Arseniy Yatsenyuk, acusou a Rússia de querer lançar “uma terceira guerra mundial” e apelou à comunidade internacional para “se unir contra a agressão”.
“As tentativas de agressão do exército russo sobre o território ucraniano levarão a um conflito no território da Europa. O mundo não esqueceu a II Guerra Mundial e a Rússia quer lançar uma terceira”, disse numa reunião do conselho de ministros.
“O apoio da Rússia aos terroristas da Ucrânia é um crime internacional e apelamos à comunidade internacional para se unir contra a agressão russa”, disse Yatsenyuk
As tropas russas que estão a fazer exercícios junto à Ucrânia aproximaram-se até um quilômetro da fronteira mas não a ultrapassaram, segundo o ministro ucraniano da Defesa, citado pela agência Interfax-Ucrânia.
Depois de, na quinta-feira, forças ucranianas terem avançado sobre posições de grupos pró-russos que ocupam cidades no Leste do país, e de notícias sobre a morte de “até cinco” separatistas, perto da cidade de Slaviansk, a Rússia iniciou manobras militares junto à fronteira, depois de o Presidente Vladimir Putin ter dito que a ação do governo de Kiev terá “consequências”.
Mais tarde, a Ucrânia pediu à Rússia para, no âmbito dos acordos da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), explicar – no prazo  de  48 horas – as movimentações militares fronteiriças.
Já nesta sexta-feira, Merkel manifestou telefonicamente a Putin, sua “grande preocupação”. A chanceler “disse esperar do governo russo que manifeste claramente a sua aprovação do acordo de Genebra e que se empenhe na sua aplicação”, disse o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert. [Essa chanceleer alemã é uma piada de mau gosto! "...manifestou telefonicamente a Putin sua 'grande preocupação' " !?! Isso é o mesmo que dizer ao vampiro que o banco de sangue está diminuindo!!! Argh - O Cossaco]
O acordo de Genebra, estabelecido na semana passada entre a Rússia, EUA, União Europeia e Ucrânia prevê o desarmamento de “todos os grupos ilegais” que atuam na Ucrânia e a desocupação de edifícios públicos tomados por pró-russos. [Desde quando os russos cumpriram algum acordo que não fosse do interesse próprio? - O Cossaco]
O ministro russo da Defesa, Serguei Shoigu, manifestou entretanto disponibilidade para conversações “imparciais e construtivas” com os EUA para estabilizar a situação na Ucrânia. ["Imparciais e construtivas" para os russos significa: vocês concordam com tudo que nós queremos e está tudo bem. - O Cossaco]

Um responsável ucraniano disse que o avanço militar de quinta-feira se destinou a bloquear Slaviansk e a impedir o envio de reforços para os separatistas pró-russos que controlam a cidade.  

Já esta sexta-feira, o governo de Kiev anunciou que um helicóptero militar foi atingido no solo por disparos de um lança-foguetes e se incendiou, provocando ferimentos no piloto, num aeródromo de Kramatorsk, perto de Slaviansk. Residentes na zona disseram ter ouvido tiros e três explosões.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Kiev relança operação “antiterrorista” após descoberta de corpos “brutalmente torturados”

Pouco antes deste anúncio, o Ministério da Defesa acusou também forças separatistas de terem disparado contra um avião militar que sobrevoava a cidade de Slaviansk.

 
 Forças pró-russas mantêm posições em várias cidades do Leste Baz Ratner/Reuters
 
O Presidente interino ucraniano anunciou o relançamento da “operação antiterrorista” no Leste da Ucrânia, justificando o fim da trégua decretada durante a Páscoa com a morte de um político do seu próprio partido em Slaviansk.
Num comunicado divulgado nesta terça-feira à noite, Oleksandr Turchinov afirma que foram descobertos dois corpos “brutalmente torturados” nos arredores da cidade, controlada há mais de uma semana por forças pró-russas.
Um dos corpos, explica o texto, pertence a Volodimir Ribak, um membro do partido Pátria, a formação liderada pela antiga primeira-ministra Yulia Tymochenko, ao qual pertencem também o próprio Presidente e o primeiro-ministro interino da Ucrânia.

“Estes crimes foram cometidos com o total apoio e indulgência da Federação Russa”, acusa Turchinov, revelando ter dado ordens aos serviços de segurança “para que relancem e executem medidas efetivas antiterroristas, com o objetivo de proteger os cidadãos ucranianos que vivem no Leste do país destes terroristas”.

Esta operação foi lançada depois de grupos separatistas pró-russos terem atacado e ocupado edifícios governamentais e esquadras em dezenas de cidades do Leste da Ucrânia. Foi interrompida em antecipação da Páscoa ortodoxa.

Pouco antes deste anúncio, o Ministério da Defesa acusou também forças separatistas de terem disparado contra um avião militar que sobrevoava a cidade de Slaviansk. O aparelho, um Antonov An-30, foi atingido por várias balas mas conseguiu pousar em segurança, adiantou a mesma fonte.

terça-feira, 15 de abril de 2014

UCRÂNIA: CURTAS [15/04/2014]

Ucrânia: leste calmo enquanto Kiev anuncia operação antiterrorista

15/04 13:03 CET

Ativistas pró-Rússia permaneciam barricados esta manhã nos edifícios da administração em Slaviansk e outras localidades do leste da Ucrânia.
Apesar da aparente calma, as tensões na região permanecem elevadas.
Em Kiev, o presidente interino, Oleksander Turchinov, afirma que está em curso uma operação antiterrorista.

“Esta manhã teve início uma operação anti-terrorista a leste da região de Donetsk. O objetivo desta ação, volto a sublinhar, é proteger os cidadãos da Ucrânia do terror, impedir a criminalidade e quaisquer tentativas de dividir o país”, anunciou o presidente falando no parlamento em Kiev.

Na segunda-feira, ativistas pró-Rússia tomaram de assalto mais edifícios públicos no leste da Ucrânia.
Em Horlivka, o assalto a uma esquadra da polícia coincidiu com o fim do prazo dado por Kiev aos ativistas pró-Rússia para abandonarem os locais públicos ocupados.
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Alta tensão no Leste da Ucrânia face a incerteza sobre operação militar para desalojar separatistas

15/04 03:36 CET

Passado o ultimato do governo, centenas de ucranianos manifestaram-se na praça Maidan de Kiev para exigir uma ação vigorosa contra os militantes pró-russos que controlam cada vez mais edifícios oficiais no Leste do país.
O governo ucraniano disse no domingo ter lançado uma “operação antiterrorista de grande envergadura” contra os separatistas, mas o Exército não lançou qualquer ação militar, mesmo depois de passado o prazo estabelecido pelo presidente interino.
Ainda assim, forças especiais ucranianas estão mobilizadas a escassos 70 quilômetros da cidade de Slaviansk, símbolo das recentes tensões e onde os militantes pró-russos controlam um grande número de acessos, bem como os edifícios da polícia, dos serviços de segurança e da administração local.

Os presidentes russo e norte-americano debateram por telefone a situação tensa no Leste da Ucrânia. Vladimir Putin reiterou que as acusações de ingerência de Moscou são “especulações sem fundamento”, enquanto Barack Obama afirmou que “as ações da Rússia não são coerentes nem favoráveis” a uma solução diplomática para a crise.

No terreno, o correspondente da euronews, Sergio Cantone, diz que “a maioria da população na região de Donetsk sente-se refém das circunstâncias. Quase todos os edifícios oficiais estão ocupados por uma minoria consistente, enquanto a maioria silenciosa parece estar a viver de forma passiva os acontecimentos”.
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Habitantes de Kiev querem mais força e diplomacia

14/04 20:55 CET
As pessoas, na Praça de Maidan, no centro de Kiev, reagem de forma diversa, à investida russa, no sul e leste do país;
Há quem deseje uma resposta musculada do governo, contra os separatistas, apoiados por Moscou.

Peritos de defesa ucranianos dizem que a resposta militar devia ter acontecido mais cedo. Ninguém parou os separatistas no início, por incompetência, ou falta de vontade política.

Um jovem diz que o Governo espera pela ajuda externa:
“Isto é uma agressão, não há dúvida. O cenário da Crimeia está a repetir-se. Esperamos pela reação da comunidade internacional, que tem de nos ajudar. As autoridades esperam ajuda militar, mas temos de depender apenas de nós próprios”.

Outra habitante de Kiev admite que os ucranianos têm de defender o território ucraniano, com armas:
“O nosso governo perdeu a Crimeia, porque fomos muito tolerantes, com o que estava a acontecer, acreditávamos numa solução pacífica. É por isso que eu acho que temos de ser mais rigorosos e defendermos, mesmo com armas, a nossa terra ucraniana”.

Finalmente, ainda há quem acredite na via diplomática:
“Em primeiro lugar, é necessário tentar resolver as questões diplomaticamente e depois ficar na defensiva. E se não houver qualquer solução diplomática? Tudo tem de ser feito para encontrá-la. O mundo inteiro irá participar, toda a nação tem que participar para que esse problema possa ser resolvido, sem derramamento de sangue”.

O tempo começa a escassear, para a diplomacia. As atenções centram-se agora nas negociações multilaterais que começam na quinta-feira, em Genebra.
Até lá, é uma corrida contra o tempo.
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