A BATALHA DE KRUTY
Seja bem-vindo! Este blog defende uma Ucrânia livre do comunismo e do jugo moscovita.
sábado, 30 de janeiro de 2021
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
22 DE JANEIRO - DIA DA REUNIFICAÇÃO DA UCRÂNIA
O Dia da Unidade da Ucrânia é um feriado celebrado anualmente em 22 de janeiro. Nesse dia, foi proclamado o Ato de Reunificação da República Popular da Ucrânia e da República Popular da Ucrânia Ocidental em 1919.
História do Dia da Unidade
A nível oficial, o Dia da Unidade da Ucrânia começou a ser celebrado em 1999. O decreto do presidente da Ucrânia № 42/99 foi adotado em 21 de janeiro de 1999, relata o RBC.
"Dado o grande significado político e histórico da unificação da República Popular da Ucrânia e da República Popular da Ucrânia Ocidental para a formação de um único estado conciliar", diz o documento.
Vale lembrar que este dia também comemora outro acontecimento ocorrido em 22 de janeiro de 1918 - a adoção da IV Universal da UCR, que proclamava a independência da UPR.
No entanto, em 30 de dezembro de 2011, este feriado deixou de ser oficial na Ucrânia, pois foi abolido pelo presidente Viktor Yanukovych, mas em 2014, o próximo presidente da Ucrânia devolveu o Dia da Reunificação ao status de feriado oficial.
O significado do Dia da Unidade
Este é um feriado que simboliza a unidade das terras ucranianas. Este é um dos feriados mais importantes para a Ucrânia, já que este dia marca o Dia da Unidade e a primeira declaração de independência da Ucrânia.
Tradições do Dia da Unidade
Neste dia, o povo da Ucrânia forma uma "cadeia viva" de unidade, de oeste a leste. A primeira ação em massa ocorreu em 22 de janeiro de 1990, no 71º aniversário da Lei da Reunificação. Mais de um milhão de pessoas deram as mãos e formaram uma cadeia contínua de Kiev a Lviv. Esta ação se tornou a mais massiva e brilhante nas manifestações de unidade e no desejo de liberdade dos ucranianos.
Todos os anos, ações de unificação são realizadas em muitas cidades da Ucrânia. Em Kiev, essa cadeia é organizada na Ponte Paton, entre as margens direita e esquerda da capital.
O Dia da Unidade da Ucrânia é um feriado nacional, mas não é um dia de folga.
Neste ano, a tradicional cadeia de unidade foi substituída por uma virtual. Mais de 12.000 ucranianos já aderiram à ação.
Para se tornar uma rede virtual, você precisa se cadastrar no site . Dar as mãos em sinal de unidade em 22 de janeiro na Ucrânia começou há mais de 30 anos. Normalmente neste dia, milhares de pessoas em toda a Ucrânia estavam em uma corrente viva e desfraldaram uma bandeira azul e amarela. Mas este ano, a pandemia do coronavírus tradicionalmente nos impediu de comemorar.
sábado, 28 de novembro de 2020
"HOLODOMOR - MORTICÍNIO PELA FOME NA UCRÂNIA - 28/11/2020"
"HOLODOMOR - MORTICÍNIO PELA FOME NA UCRÂNIA - 28/11/2020"
Por Heitor De Paola
Homenagem do Heitor De Paola à todo o povo ucraniano
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
SEMANA HOLODOMOR UCRANIANO 2020
Acesse : Folclore Ucraniano Barvinok , facebook.com/barvinokoficial
YouTube.com/c/AINTEPAR
Holodomor - é a designação do Genocidio cometido pelo regime de Stálin em 1832-1933 que vitimou milhões de camponeses ucranianos. Todo quarto sábado do ano, - neste ano dia 28 - por lei da Ucraniana, é o dia da Memória desse Genocidio.
Assista ao concerto on-line e clique nas fotos cartazes para conhecer a história.
SEMANA EM MEMÓRIA ÀS VÍTIMAS DO HOLODOMOR
SEMANA EM MEMÓRIA ÀS VÍTIMAS DO HOLODOMOR
![]() |
| Memorial do Holodomor em Kiev - Ucrânia |
Tyzhden (Semana)
Myroslava Antonovych
![]() |
| Olhares mortificados que interrogam: "O que fizemos nós? O que está acontecendo? Perguntamos nós: Onde estava o resto do mundo enquanto isso acontecia? |
Armênios, judeus, ukrainianos... Na recém publicada "Crestomatia investigativa do genocídio" o jurista americano Samuel Totten e o historiador australiano Paul Bartrop observaram que na Ukraina no transcorrer dos anos 1932 - 1933 morreram de fome de 5 a 7 milhões de agricultores, maioria dos quais eram etnicamentee ukrainianos. A fome artificaial soviética ocorreu porque o governo de Stalin retirou toda a safra e até os meios de produção de alimentos. Neste caso, o grande número de mortes foi resultado do extermínio social, ideologicamente planejado. O objetivo era destruir os "kulaks" (assim chamados os camponeses mais prósperos que relutavam em aderir à coletivização) mas, na verdade, tornaram-se alvo todos que apoiavam a ukrainização (nacionalismo ukrainiano, a liberdade de expressar sua cultura), incluindo os mais pobres. Acompanhava este comportamento a integração violenta de vários grupos religiosos e étnicos da presente estrutura soviética na condição da russificação forçada. Genocídio, produto da manifestação extrema de tecnologia social, transformava as formas tradicionais de posse e uso da terra e, literalmente, varreu das aldeias até a última migalha de tudo o que podiam consumir os moradores.
Os professores Totten e Bartrop chegaram à conclusão que o assassinato em massa de pessoas se encaixa até com a mais severa definição de genocídio, e incluem o Holodomor dos anos 1932 - 1933 na Ukraina a três atos fundamentais de tais ações contra a humanidade na primeira metade do século XX (junto com o genocídio armênio e Holocausto).
Entre os ítens listados na Convenção das Nações Unidas sobre a prevenção do crime de genocídio e castigo por ele (1948) e do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional pelos atos de genocídio (1998), quanto ao Holodomor, mais comumente utilizam o terceiro - "criação intencional a um grupo qualquer, de tais condições de vida, que são projetadas para sua completa ou parcial destruição física."
No texto "Elementos de crimes", que também é usado pelo Tribunal Penal Internacional como uma fonte de direito, nesta ação são destacados tais componentes:
1: O criminoso criou (causou, impôs) para uma ou mais pessoas determinadas condições de vida.
2: Essa pessoa ou pessoas pertencem a um determinado grupo nacional, étnico, racial ou religioso.
3: O criminoso tinha a intenção de destruir, no todo ou em parte, o grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como tal.
4: As condições de vida estavam calculadas para destruição física deste grupo, no todo ou em parte.
5: Esta ação acontecia no contexto de uma série de ações analógicas, direcionadas contra esse grupo ou era uma ação que sozinha poderia causar tal destruição.
Com a intenção de matar Cada um destes elementos de genocídio pode ser encontrado no Holodomor dos anos 1932 - 1933 na Ukraina. Criação para pessoas de certas condições de vida: a situação ocorreu artificialmente através da fixação de quotas de grãos e exclusão primeiramente de todos os grãos, e depois o restante dos alimentos.
Isto foi dirigido contra os camponeses, massa fundamental dos quais - ukrainianos, que é indício do segundo elemento do crime de genocídio: pessoa ou pessoas pertencem a um determinado grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Tratava-se de uma parte específica da nação, porquanto a ukrainização no começo dos anos trinta chegou a tal nível, o qual os líderes bolcheviques consideraram perigoso, e eles decidiram destruir ou comprometer o espírito deste componente da nação. Como indicou o Tribunal Penal Internacional em relação a ex-Iugoslávia, "se uma parte específica do grupo é simbólica para esse grupo, ou a mais importantee para sua sobrevivência, isto pode significar que esta parte pode ser determinada como essencial.
A resolução do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética (bolchevique) e do Conselho dos Comissários do Povo da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) "Sobre armazenamento de grãos na Ukraina, Cáucaso do Norte e da Região Oeste", de 14.12.1932 claramente investigava-se o medo do governo diante do resultado da ukrainização, que alcançou além do "permitido" pela lei, e comunicação direta de seus resultados com a política de retirada de grãos. E tinha como método a repressão a resistência social e nacional.
O terceiro elemento do genocídio - é uma intenção criminosa de destruição, no todo ou em parte, do grupo nacional, étnico, racial ou étnico como tal - também é visto claramente na fome dos anos 1932 - 1933. Obviamente, que tal poder anti-humano como o soviético, em nenhum documento não anunciava os planos de matar pela fome milhões de camponeses ukrainianos. No entanto, como observa o Tribunal Penal Internacional, a conclusão sobre a existência da intenção e consciência pode-se fazer dos fatos e circunstâncias. Isto quer dizer que o mal-intencionado não necessariamente deve ser fixado claramente nos documentos ou manifestado em discursos públicos.
Exatamente os fatos e as circunstâncias indicam a existência de tais elementos de crime de Holodomor, como intenção e consciência. Há uma grande quantidade de documentos, os quais confirmam, que o governo sabia sobre a terrível situação dos camponeses ukrainianos. Foram publicadas cartas não só de cônsules estrangeiros, mas também os relatórios secretos dos funcionários do GPU USSR (Administração Política do Estado - República Socialista Soviética Ukrainiana) sobre a fome em diversas regiões da Ukraina. Por exemplo, em um relatório informativo da Divisão da Província de Odessa, de 9 de junho de 1932 falava-se sobre a fome entre os agricultores, os quais já não tinham víveres. Testemunho de conhecimento do governo da morte pela fome mais que suficiente.
Na "lista negra" O quarto elemento do crime de genocídio: as condições de vida foram calculadas na destruição do grupo, total ou parcial. Particularmente, Stanislau Kosior e Vlas Chubar receberam o direito de suspender a entrega de mercadorias para as aldeias ukrainianas até o final do plano de armazenamento de grãos. E que ele foi absolutamente exagerado, a interrupção na entrega de mercadorias significava fome. Esta resolução referia-se apenas para aldeias ukrainianas. Entre as medidas que visavam a destruição física de seus habitantes pode-se, particularmente, distinguir o regime de "listas negras", introduzido também, exatamente, nas regiões habitadas por ukrainianos. Em geral para estas "listas" foram inscritas as fazendas coletivas de 82 distritos da Ukraina, isto é, quase a quarta parte de seu território, com 5 milhões de habitantes. Estas aldeias os bolcheviques cercavam por tropas armadas, todos os estoques de alimentos e sementes dali foram retirados, proibiam qualquer tipo de comércio e importação de quaisquer mercadorias. Isto é, a entrada na "lista negra" automaticamente significava a morte.
Quinto elemento: os fatos ocorriam no contexto de uma série de ações analógicas direcionadas contra determinado grupo. Holodomor foi organizado como um crime, entre um rosário de outros, direcionados à morte total ou parcial, da nação ukrainiana. Em seu artigo "O genocídio soviético na Ukraina" o autor do termo "gernocídio" Rafael Lemkin apresenta as ações dos bolcheviques na URSS como a destruição da nação ukrainiana em quatro etapas: 1) primeiramente a elite nacional; 2) igrejas nacionais; 3) uma parte significativa dos camponeses ukrainianos; 4) mistura de ukrainianos com outras nacionalidades, na forma de deslocamento (famílias ukrainianas eram deportadas para Sibéria, Primorskyi Krai e ao Extremo Oriente russo e no seu lugar traziam famílias russas).
Em todas as quatro fases a destruição do caráter nacional dessa operação, como escreveu Lemkin, era determinativo, porque mesmo até as principais vítimas do genocídio - esfomeados camponeses ukrainianos - são representados como portadores do espírito nacional e aqueles traços que os tornam "cultura e nação".
Portanto, em Holodomor dos anos 1932 - 1933 na Ukraina estão presentes todos os cinco elementos do crime de genocídio.
Enfim, os fatos de objeção ao genocídio do Holodomor, como genocídio, podem desempenhar um papel positivo, porque favorecem a construção de argumentos em proveito de sua qualificação como genocídio. E isto, por sua vez, ajudará o reconhecimento internacional como genocídio. Como escreveu James Earnest Mace, uma das organizações que apoiava a criação da Comissão Americana em relação ao Holodomor ukrainiano foi o Comitê Judaico da América. "Uma das maiores contribuições, que este Comitê fez para proteção dos judeus e os povos do mundo todo, foi patrocinar a literatura sobre negação do Holocausto - escreveu Mace, - os ukrainianos devem aprender esta lição.
SEXTA-FEIRA, 11 DE MARÇO DE 2011
UCRÂNIA: Vitima do comunismo russo
Realismo comuno-socialista
EIS O QUE OS COMUNISTAS SABEM PRODUZIR COM PERFEIÇÃO!
terça-feira, 27 de outubro de 2020
RETORNO DE CHERNOBYL: Diário de um Homem Irado
AUTOR: Dupuy, Jean-Pierre
TRADUÇÃO: Pedro Sette-Câmara
Editora: É Realizações
Gênero: Ciências Humanas e Sociais
Subgênero: Antropologia
Número de Páginas: 176
Ano: 2020
Após embarcar em missão para Chernobyl, Jean-Pierre Dupuy, cientista renomado convertido à filosofia, descobre o que está por trás deste nome tornado familiar. Lá, se depara com aquilo que ele denomina “a invisibilidade do mal” – a catástrofe não deixou para trás nada além de campos devastados, povoados arruinados, casas inabitadas. Sem traço de vida. A única residência é o sinistro “sarcófago” – essa tumba que recobre o reator – e continua transmitindo suas radiações... De regresso a Paris, o autor é confrontado com a disparidade escandalosa entre o balanço oficial da catástrofe , confirmado por um relatório da ONU apresentado como definitivo, e aquilo que ele crê ter visto ou aprendido no lugar. O número de mortos em Chernobyl foram dez ou dez mil? Os bebês monstros são fato ou farsa? Face a estas contradições, Jean-Pierre Dupuy pesquisou acerca do universo mental da tecnocracia mundial. Ele mostra que todo o balanço de catástrofes deve sofrer intervenção de dimensões éticas e filosóficas que escapam aos especialistas. A questão do mal, atualmente, se coloca de uma maneira nova. Agora temos a temer tanto os arautos do bem quanto os do mal.
sexta-feira, 4 de setembro de 2020
FUNDADOR DO FOLCLORE NA UCRANIANO
Mykhailo Maksymovych (retrato desenhado por Taras Chevtchenko) fundador do folclore ucraniano.
sábado, 4 de julho de 2020
A SOMBRA DE STALIN

quarta-feira, 20 de maio de 2020
PERSEGUIÇÃO COMUNISTA À IGREJA
|
Posted: 29 Mar 2020 01:30 AM PDT
Em entrevista para a Catholic Radio and Television Network, o
Arcebispo-mor de Kiev-Galícia e de toda a Rússia, Dom Sviatoslav Shevchuk,
Primaz do Rito greco-católico na Ucrânia, fez reveladoras confidências sobre
sua formação eclesiástica acontecida sob o socialismo soviético. “Zenit”.
O rito greco-católico é o maior dos ritos orientais da Igreja Católica: mais
de 10 milhões de fiéis, incluindo a Ucrânia e a diáspora. Cerca de meio
milhão deles reside no Brasil, especialmente no Paraná e em Santa Catarina.
Dom Sviatoslav explicou que cresceu numa sociedade totalmente ateia. Na
escola “nos ensinavam que Deus não existia”. Só a família transmitia a fé
crista.
O jovem arcebispo disse que a primeira vez que viu um padre foi por ocasião
de um enterro.
“O sacerdote veio na calada da noite
para celebrar o funeral e depois desapareceu velozmente. Como menino, fiquei
curioso de saber quem era o sacerdote e o que estava fazendo. Eu entrevia
nele um reflexo da presença de Cristo”.
“Esse sacerdote tinha estado duas vezes no cárcere por praticar seu
ministério e através dele descobri verdadeiramente Alguém e alguma coisa pela
qual vale a pena dar a própria vida”.
Foi assim que o futuro bispo decidiu ir para o seminário. Mas não tinha nada
a ver com os seminários atuais.
A entrevista abaixo foi concedida quando Dom Sviatoslav era
administrador apostólico da eparquia (diocese) de rito ucraniano em Buenos
Aires. Foi concedida à associação "Ajuda à Igreja Necessitada" e
tem a vantagem de estar dublada em português:
Funcionava assim: “O sacerdote que encontrei também era reitor do seminário
secreto, clandestino. Para mim, foi a descoberta de um mundo completamente novo.
“Meu modo de
estudar era bem estranho. Raramente encontrava meus professores do seminário
– pelo menos uma vez cada dois meses.
“Quando os encontrava, davam-me sempre um livro, que tinha de copiar e
estudar durante dois meses. Assim começou minha formação sacerdotal!
“Nem minha mãe nem meu pai estavam ao corrente. Se eu fosse descoberto pela
polícia secreta, minha mãe, que era professora de música, e meu pai, que era
engenheiro, teriam perdido o trabalho.
“Muitas pessoas na Ucrânia que foram descobertas acabaram detrás das grades
ou no exílio.
“Graças a Deus não aconteceu nada. Para mim e para meu plano de me tornar
sacerdote, a Mãe de Deus tinha que destruir a União Soviética.
“Eu me lembro que rezava: é impossível para os homens destruir o mal, mas
para Deus nada é impossível.
“A Sagrada Eucaristia era o ponto
central da nossa vida.
“Lembro-me de um sacerdote que encontrei certa vez: ele jamais falava muito
dos sofrimentos, das perseguições e das torturas; ele me contava que certas
vezes na prisão todos os sacerdotes celebravam a liturgia.
“Nós ficávamos pasmos: como é que isso era possível? De onde vinham o
cálice e a patena?
“Ele tirou os óculos e disse: ‘Eis o que nós usávamos: uma lente servia de
cálice com uma gota de vinho, e na outra, que servia como patena, púnhamos um
pedacinho de pão. Assim nós celebramos a liturgia na prisão ou nos campos de
concentração”.
O atual arcebispo Sviatoslav participou pela primeira vez de uma missa no ano
1991, quando acabava de servir como conscrito no Exército Soviético.
Quando ele entrou no Exército Vermelho toda a vida religiosa acontecia em
segredo, mas ao sair a União Soviética estava caindo. Ele assistia à divina
Liturgia na igreja de sua cidade natal de Strait, na Ucrânia.
“Era maravilhoso, sentia-me como no
céu! A liturgia bizantina de São João Crisóstomo é um símbolo da liturgia
celeste”, exclamou.
Dom Sviatoslav explicou que “o comunismo destruiu a nossa sociedade e que só
por meio da graça do Espirito Santo é que a Igreja pode curar essas feridas.
“Durante a ex-União Soviética era perigoso ser cristão. Hoje na Europa o
importante é não ter medo de ser cristão, ainda quando isso pareça não ser
‘conveniente’”.
Só o heroísmo na Fé – como o de Dom Sviatoslav e o de tantos outros
sacerdotes e bispos que padeceram e até morreram sob a opressão comunista –
leva à vitória os verdadeiros filhos da Igreja Católica.
|




























