quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ADVERTÊNCIA HÁ 100 ANOS PASSADOS

Há 100 anos, um general ucraniano avisou a Europa - e ninguém ouviu

SUAS PALAVRAS TORNARAM-SE PROFÉTICAS



Oleksandr Udovychenko, general do Exército da República Popular da Ucrânia e comandante da lendária Terceira Divisão de Ferro, não conhecia a guerra pelos gabinetes, mas pelas trincheiras e pelas marchas de retirada.

Ele viu o que a Europa não quis ver: a Ucrânia tornou-se o escudo do continente - e foi deixada sozinha.

Entre 1918 e 1920, o Exército Ucraniano combateu praticamente um contra um contra a invasão bolchevique. Um império que se escondia atrás de slogans de "libertação" e "internacionalismo", mas que trazia apenas terror e destruição.

Udovychenko escreveu:

"Durante dois anos, o Exército Ucraniano desempenhou o papel de vanguarda da Europa na luta contra o internacionalismo.
Mas desempenhou esse papel sozinho, sangrando, em condições tão difíceis que até grandes exércitos regulares raramente enfrentam.
A Ucrânia lutou não só pela sua própria existência, mas pela segurança de toda a Europa."

Ele também apontou o erro estratégico da Entente, que tratava a Ucrânia com indiferença ou mesmo hostilidade:

"As potências da Entente cometeram um grande erro político ao não apoiar o Estado Ucraniano.
Esse erro fez-se sentir em 1920, quando o Exército Vermelho avançou sobre a Polónia.
E continuará a ser uma ameaça à vida pacífica dos povos da Europa."

E deixou uma conclusão que hoje soa quase como um axioma:

"Sem uma Ucrânia livre, qualquer paz na Europa será apenas temporária e ilusória."

Udovychenko morreu no exílio, em França, em 1975. Não viveu para ver a Europa repetir a mesma lição.

Mas as suas palavras atravessaram séculos - e continuam a soar como um aviso que o continente ignorou durante demasiado tempo.

Fonte: Amigos da Ucrânia

COVARDIA RUSSA: ORCS VOLTAM A ATACAR

RÚSSIA INTENSIFICA ATAQUES CONTRA A POPULAÇÃO CIVIL DA UCRÂNIA DURANTE FASE DE NEGOCIAÇÕES

COVARDIA EM EVIDÊNCIA



À medida que as temperaturas em toda a Ucrânia voltam a descer, a Rússia está a intensificar os seus ataques contra o nosso sistema energético. Os ucranianos enfrentam novas interrupções no aquecimento e na eletricidade, com as temperaturas noturnas a cair para -25 °C (-13 °F).

Durante a última noite, a Rússia lançou 521 alvos aéreos contra a Ucrânia — 450 drones e 71 mísseis, uma parte significativa dos quais eram mísseis balísticos, especialmente difíceis de interceptar.

Este foi o ataque mais poderoso contra o setor energético da Ucrânia em 2026 até ao momento, segundo a DTEK, o maior investidor privado no setor da energia na Ucrânia. Centrais termoelétricas que fornecem aquecimento às regiões de Kyiv, Kharkiv, Dnipro e Odesa foram atingidas, deixando milhares de pessoas sem eletricidade e forçando cortes de emergência.

Fonte: Embaixada da Ucrânia no Brasil