domingo, 24 de novembro de 2019

7 MILHÕES "ESTE FOI O SALDO DO HOLODOMOR DE JOSEPH STALIN"


HOLODOMOR
[MORTE PELA FOME]
Posted: 24 Nov 2019 12:30 AM PST
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs


Nos milhares de aldeias ucranianas, desertas e em ruínas, perto de grandes cidades como Kharkiv, Kiev e Odessa, ainda parece se ouvir os uivos da fome, escreveu o jornalista Jeffrey D. Stephaniuk, da agência Euromaidanpress, de quem extraímos as citações deste post.
Nessas aldeias ecoa, no silêncio, o brado lancinante do Holodomor, o genocídio pela fome ordenado por Stalin para extinguir os proprietários rurais  e todo um povo que não se vergava à utopia socialista.
Os camponeses e suas famílias não estão mais ali para contar: morreram aos milhões ou fugiram até caírem exaustos numa estação ferroviária onde ninguém os auxiliava.
Aqueles, como foi o caso de alguns mestres de escola, que tentavam atender famílias e crianças que agonizavam extenuadas foram presos pelos agentes comunistas e exilados na Sibéria – de onde poucos voltaram – pelo crime de espalhar rumores a respeito de uma fome que oficialmente não existia.
Não existia por decreto de Stalin, que a tinha ordenado.
Comício da Frente Popular francesa Léon Blum (Partido Socialista),
Maurice Thorez (Partido Comunista), Roger Salengro (Partido Socialista).
Esquerdas ocidentais democráticas e iluminadas foram cúmplices.

O inexplicável silêncio no Ocidente cooperou para o genocídio

Mas, esta é a curiosidade macabra, o decreto de silenciamento vigorou também no Ocidente, onde admiradores declarados ou velados de Stalin manifestavam ceticismo diante dos relatos, fotos e filmes que evidenciavam essas mortes atrozes de milhões.
Esse viés pró-Stalin se manifestava até nos púlpitos religiosos, inclusive católicos.
Como pode ter isso acontecido? Como foi possível que democratas, liberais, humanitários, líderes políticos cristãos e até eclesiásticos insuspeitos de comunismo cooperassem tão eficazmente no abafamento desse genocídio?
Aliás, em certo sentido, eles continuam cooperando, silenciando ainda hoje os efeitos assassinos do flagelo comunista contra os quais Nossa Senhora em Fátima quis advertir os homens.
Sobre essa espantosa cumplicidade ocidental e seus efeitos no III milênio, veja o clarividente manifesto do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira: Comunismo e anticomunismo na orla do III milênio: uma análise da situação no mundo e no Brasil
O biógrafo Ian Hunter citou um alto eclesiástico anglicano da Inglaterra que elogiava Stalin pela sua “determinação e gentil generosidade”.
Malcolm Muggeridge, que passou oito meses na URSS entre 1932-33, não encontrava palavras para descrever a fome na Ucrânia resultante da coletivização das terras e a luta de classe contra os proprietários, “por causa do indescritível horror e a magnitude” do fato.
À Ucrânia poderiam se aplicar as Lamentações de Jeremias quando falam da fome em Jerusalém no ano 586 a.C.
O mais doloroso subproduto dessa desgraça foi o canibalismo que chorou o profeta:
8. Het. Agora, seus rostos ficaram mais sombrios do que a fuligem; pelas ruas, são irreconhecíveis. A pele se lhes colou aos ossos, e qual madeira ressecou-se.
9. Tet. As vítimas do gladio são mais felizes do que as da fome, que lentamente se esgotam pela falta dos produtos da terra.
10. Iod. Mãos de mulheres, cheias de ternura, cozinharam os filhos, a fim de servirem de alimento” (Lamentações, 4, 8-10)


Geografia da grande fome comunista de 1932-1933

Muggeridge estava convencido de que “foi um dos mais monstruosos crimes da História, de tal maneira terrível que o povo no futuro dificilmente poderá acreditar que algo assim aconteceu alguma vez”.
Para muitos, a fome era um castigo que mereciam por terem apoiado os comunistas nos anos precedentes. Muitos acharam que os comunistas agiram como látego de Deus.
Miron Dolot descreve em outro livro o povo clamando a Deus contra o furor de Satanás que se abatia sobre ele.
Prelúdio da descristianização do “período pós-conciliar”?
A transição para o ateísmo nas cidades e no campo tinha se iniciado anos antes. As cruzes haviam sido derrubadas e em seu lugar ondeavam bandeiras vermelhas. Os altares foram removidos dos santuários.
Outrora, nas casas, aos pés de um ícone os camponeses colocavam um pão “como símbolo da generosidade de Deus”, escreve Miron Dolot em “Execution By Hunger”.
Mas, sob o socialismo, instalou-se o desespero nas casas, onde se morria silenciosamente de fome. Foi uma brutal transformação dos meios de produção, que passaram das mãos de particulares para as do Estado por ordem de Stalin.
Antes da fome, as aldeias começaram a se proclamar ateias e banir os clérigos. Pilhas de Bíblias e de ícones foram queimadas em público. O Natal passou a ser um dia de trabalho e os sinos foram fundidos para favorecer a industrialização.
Até que chegou a fome.
As cerimônias religiosas cessaram. O Natal de 1933 foi o primeiro a não ser mais celebrado. Depois não houve festa de Páscoa na primavera. Não havia mais locais de culto e nem mesmo clero.
Por volta de 1933, o sistema de espionagem da polícia secreta e das ligas da juventude comunista havia desintegrado o senso da comunidade. O povo se trancava nas casas para aguardar a morte.
Os recintos sagrados vinham sendo transformados em teatros ou museus do ateísmo. Nas aldeias, as igrejas viraram locais de reunião do Partido Comunista. Os ícones e as pinturas mais veneradas foram substituídos por imagens do Partido Comunista e de seus líderes.
As orações foram substituídas por cânticos de ódio, e nos estandartes expostos nas igrejas lia-se: “a religião é o ópio do povo”. E, ainda, “é impossível construir um assentamento coletivo onde há uma igreja”, ou “em vez dos sinos, gozemos o ruído dos tratores”.
As igrejas convertidas em depósitos ficavam, durante os tempos da fome, cheias de grãos protegidos por guardas armados, numa blasfema paródia do morticínio de massa: outrora elas eram a casa do Santíssimo Sacramento, visível na Santa Eucaristia, que alimentava espiritualmente os fiéis que comungavam.
Ironicamente, o trigo, produzido com as próprias mãos e com o qual se confeccionava a hóstia que seria oferecida a Deus no sacrifício incruento da Missa, havia sido confiscado e guardado nos templos por agentes marxistas, para que os camponeses morressem sem alimento.
Ateização por meio da reforma agrária


Enterro dos restos das vítimas pela fome e repressão de 1946-47
achados na estação 'Pidzamche' em Lviv
O trigo seguia depois para as cidades, e também para o exterior, onde líderes marxistas e não-marxistas comemoravam o sucesso produtivo da reforma agrária socialista.
Até o Holodomor, a família camponesa ucraniana típica concebia grande número de filhos. Ela passou a ser acusada de “inimigo de classe” por gerar tantos súditos.
As crianças que sobreviveram ficaram órfãs, pois os pais haviam se sacrificado por elas. Mas acabaram se alistando em gangues que pilhavam as cidades. Como o comunismo desejava formar um tipo humano novo, quis transformá-las no homem soviético.
Myroslav Shkandrij, em Fiction by formula: the worker in early Soviet Ukrainian prose, descreve o novo tipo humano como “um ser reduzido pelo Partido a um estado de desorganização e desmoralização”, que poderia ser modelado como massa para gerar um homem conforme aos ideais socialistas.
O Cristianismo ensina que o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus e foi redimido por Cristo. A coletivização socialista da agricultura visou destruir essa ideia, corporificada no proprietário.
Por isso, os antigos proprietários – inclusive os menores – foram violentamente excomungados do mundo novo do socialismo, sem ter um lugar na Terra aonde ir.
O dono da terra passou a ser apresentado como um opressor do proletariado pobre e marginalizado.
O fazendeiro estava do lado errado da equação marxista por se encontrar espiritual e juridicamente relacionado com a terra através da propriedade privada.
Todos os crimes da reforma agrária faziam sentido porque impulsionavam a transição do capitalismo para o socialismo e o comunismo.
Aldeias inteiras foram condenadas à morte pela fome por se negarem a entrar nessa evolução progressista.
Deve-se sublinhar que nas regiões – maioritárias, aliás – atingidas pelo flagelo russo-marxista do Holodomor, predominava a religião dita “ortodoxa”, um cisma do catolicismo.
O clero “ortodoxo”, em vez de pregar contra o monstro marxista, “virou a casaca” e se tornou um vil colaborador do carrasco socialista.
O grande clamor aos Céus pedindo a vingança divina


O heroico metropolita greco-católico de Lviv, Andrei Sheptytsky,
impulsionou o vibrante apelo.
O único grande clamor pela nação chacinada proveio da parte ocidental da Ucrânia, onde predominavam os católicos, cujos bispos lançaram um lancinante apelo ao mundo.
Em julho de 1933, a hierarquia católica ucraniana de Halychyna [Galícia, ocidente da Ucrânia] fez esse apelo.
Ele foi publicado primeiro no jornal “Pravda” (“A Verdade”) XII nº 30, do dia 30 de julho de 1933. Ele foi reproduzido posteriormente no livro do bispo Ivan Buchko First Victims of Communism: White Book on the Religious Persecution in Ukraine, publicado em Roma, em 1953.
O apelo dos bispos católicos ucranianos descreve as atrocidades que aconteciam no leste de seu país sob a bota bolchevista.
“Agora vemos as consequências do regime comunista: a cada dia elas se tornam mais aterradoras. A visão desses crimes horroriza a natureza humana e gela o sangue. (...)
“Protestamos diante do mundo inteiro contra a perseguição de crianças, pobres, doentes e inocentes. Por outro lado, citamos os perseguidores diante do Tribunal de Deus Todo-poderoso.
O sangue dos trabalhadores famintos e escravizados tinge a terra da Ucrânia e clama aos Céus pedindo vingança, e o pranto das vítimas consumidas pela forme chega até Deus no Céu.
“Imploramos aos cristãos de todo o mundo, a todos aqueles que acreditam em Deus, e especialmente aos nossos compatriotas, a se unirem ao nosso protesto para tornar nossa grave denúncia conhecida até nos cantos mais remotos da terra.
“Pedimos às emissoras de rádio retransmitir nossa voz pelo mundo todo; talvez ela chegue até os empobrecidos e desolados lares que gemem na fome sob a perseguição.
“Então, pelo menos tendo conhecimento de que estão sendo lembrados, de que há pessoas que têm piedade de seus irmãos em terras remotas, eles se sintam confortados pelas suas orações e encontrem uma consolação em meio a indizíveis sofrimentos e à morte iminente.
“Para todos vós, sofredores, famintos, moribundos, nós imploramos a Nosso Senhor Misericordioso e Nosso Salvador Jesus Cristo:
“Aceitai esses sofrimentos em reparação por vossos pecados e pelos pecados do mundo, repetindo com Nosso Senhor: ‘Pai nosso que estas no Céu. Que vossa vontade seja feita’.
“Aceitar voluntariamente a morte pelas mãos de Deus é um oferecimento que, unido ao sacrifício de Cristo, vos conduzirá ao Paraíso e atrairá a salvação para todo o povo. Depositemos nossas esperanças no Senhor.
“Dado em Lviv, na festa de Santa Olga, julho de 1933.”
Assinam: o metropolita Andrés Sheptytskyi; Dom Gregório Khomyshyn, bispo de Stanyslaviv; Dom Josafá Kotsylovskyi, bispo de Peremyshy; Dom Gregório Lakota, bispo auxiliar de Peremyshyl; Dom Niceta Budka, bispo titular de Patara; Dom João Buchko, bispo auxiliar de Lviv, e Dom João Latyshevskyi, bispo auxiliar de Stanyslaviv.


sexta-feira, 22 de novembro de 2019

MOSCOU PERSEGUIU POROSHENKO



22/11/2019, 19:34 1
"Moscou persegue Petro Poroshenko porque ele defendeu os interesses da Ucrânia", diz o autor do International Policy Digest.

Todos os casos contra o quinto presidente da Ucrânia foram ordenados pela Rússia. Esta é a conclusão do autor do International Policy Digest, Nick Kennedy. Ele acredita que, ao contrário de Yanukovych, Poroshenko realmente defendeu os interesses nacionais da Ucrânia e resistiu à agressão russa, que permitiu impedir a destruição total do país, relata Glavkov
“Poroshenko teve que trabalhar duro para deter os russos. Gerou forte apoio internacional à Ucrânia, liderada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, antes da cúpula da OTAN de 2014 no País de Gales. Sob essa pressão internacional, a Rússia foi forçada a assinar o primeiro documento dos Acordos de Minsk, com base no plano de paz de Poroshenko. O processo de Minsk se tornou uma vitória diplomática para o líder ucraniano, forçando a Rússia à paz através da pressão da comunidade internacional e do aumento de sanções”, escreve Kennedy.
“Agora que Poroshenko renunciou ao cargo de presidente da Ucrânia em 2019, a Rússia está tentando vingar suas realizações fundamentais: proteção dos interesses nacionais, ratificação do Acordo de Associação com a União Europeia, introdução de uma permanência sem visto na UE para os cidadãos ucranianos e, especialmente, para a consolidação na Constituição da Ucrânia. membro pleno da OTAN e da UE e o renascimento de um exército poderoso, de acordo com os padrões da Aliança. Para fazer isso, eles usam investigações falsas fabricadas por políticos Yanukovych pró-russos ”, diz a International Policy Digest.
O ex-comandante supremo Petro Poroshenko é acusado, em particular, de ordens contra-ofensivas supostamente ilegais no Donbas em junho de 2014. Então o exército ucraniano libertou dois terços dos territórios ocupados pela Rússia.
O próprio Petro Poroshenko considera essas acusações absurdas, mas está pronto para ser responsável por cumprir seus deveres presidenciais.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

HOMENAGEM ÀS VITIMAS NO MAIDAN


21/11/2019, 15:10

Hoje, em 21 de novembro, foi realizado o Dia da Dignidade e da Liberdade em homenagem à Memória dos Cem Heróis do Céu, no Memorial da Memória dos Cem Heróis do Céu, em Lviv.

As autoridades da região, a cidade e o público acenderam velas no local de culto em Maidan.
Os eventos de 2013-2014 mostraram que os ucranianos nunca tolerarão os que querem impor a supressão da liberdade, independência e dignidade humana. Estas serão sempre as palavras que definem os verdadeiros patriotas de nossa terra. Uma memória eterna dos heróis que colocaram suas vidas no Maidan, disse Alexander Ganushchin.
Lembremos que as celebrações do Dia da Dignidade e da Liberdade e o sexto aniversário do início da Revolução da Dignidade estão ocorrendo em Lviv.
De manhã, o presidente do conselho regional de Lviv Alexander Ganushchin, o vice-presidente do conselho regional Yuriy Gudyma, a liderança da administração regional do estado, cidades, público, voluntários, deputados, militares, jovens colocaram flores e acenderam velas em túmulos dos combatentes pela independência da Ucrânia no cemitério honorário.




terça-feira, 3 de setembro de 2019

DEPUTADOS APROVAM O FIM DA PRÓPRIA IMUNIDADE

Deputados ucranianos aprovam fim da sua própria imunidade
A abolição da imunidade parlamentar era um dos primeiros testes ao poder do novo Presidente, Volodimir Zelenskii.
3 de Setembro de 2019, 11:45

O Parlamento ucraniano aprovou o fim da imunidade parlamentar, uma medida histórica que é também a primeira demonstração do forte apoio que o Presidente Volodimir Zelenskii dispõe depois da vitória do seu partido nas eleições legislativas.

A abolição da imunidade parlamentar era uma das principais promessas eleitorais de Zelenskii, um humorista sem qualquer experiência política que aproveitou o profundo descontentamento dos ucranianos com a classe política para se tornar no Presidente com maior poder desde a independência em 1991. A medida foi aprovada com o voto favorável de 373 deputados no total de 450 que compõem a Rada Suprema.
O fim da imunidade parlamentar é visto como uma vitória dos esforços de combate à corrupção prometidos por Zelenskii e apontados pela generalidade dos ucranianos como a grande prioridade do país. Até agora, a remoção da imunidade para que deputados pudessem ser investigados e julgados era um processo complexo e raramente bem-sucedido, tornando este estatuto uma ferramenta que permitia a impunidade.
"É nosso dever aprovar esta lei e pôr as pessoas fora desta sala em condições iguais às pessoas cá dentro", afirmou no debate parlamentar o deputado Alexander Dubinski, do Servo do Povo, o partido fundado por Zelenskii. A medida entra em vigor a partir do próximo ano.
Os opositores da medida avisam, no entanto, que a ausência da garantia de imunidade pode permitir que deputados sejam perseguidos por razões políticas.
A aprovação do fim da imunidade parlamentar representa o primeiro teste à solidez do apoio a Zelenskii. Nas eleições legislativas de Julho, três meses depois da eleição de Zelenskii, o Servo do Povo alcançou a maioria absoluta, um acontecimento inédito na história da Ucrânia. Com o Parlamento do seu lado, o Governo e o Presidente ficam com condições únicas para aprovarem reformas constitucionais.




sexta-feira, 5 de julho de 2019

MISSÃO DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE DA UCRÂNIA VISITA O PARANÁ


Missão do Ministério do Meio Ambiente da Ucrânia visita o Estado do Paraná em busca de parcerias. A Representação Central Ucraniano Brasileira através de seu Presidente Vitorio Sorotiuk organizou os contatos do Sr. Mykhailo S. Chornii Diretor do Depto de Recursos Biológicos da Ucrânia E a Sra Nadia Kondur do Setor de Comunicação de Parques e o Sr. Yevhen Ostryzniuk. Na quarta feira (3) começou com encontro com o Sr Sérgio Maciura Diretor da Dnipro Gold Turismo e foram tratados assuntos de divulgação e visitação aos parques ucranianos. Com o Diretor da GP 7 Guto Pasko tiveram encontro na Produtora e trataram da produção de material de divulgação. Visitaram o Memorial Ucraniano no Parque Tingui e o Museu da Sociedade Ucraniana do Brasil - SUBRAS. Tiveram encontro com o Sr Jonel Iurk ex-Superintendente do IBAMA no Paraná e trataram da gestão de Parques. Ainda na quarta feira com o Diretor de Unidades de Conservação do Instituto Ambiental do Paraná  - IAP Aristides Athaide visitaram a Serra do Mar pela estrada da Graciosa, a Ilha das Cobras e a Ilha do Mel na Baia de Paranaguá. Com o IAP ficou manifestado entre ambas as partes a intenção em firmar convênio de cooperação intercâmbio na área de administração e gestão de parques. No sábado (6) visitarão o Município de Prudentópolis com a Secretaria de Turismo Cristiane Boiko e no domingo terão visita técnica ao Parque Nacional do Iguaçu acompanhados de técnicos do ICMBio.







CréditoVitorio Sorotiuk.

sábado, 8 de dezembro de 2018

SUPREMO CONSELHO DA UCRÂNIA APROVA FIM DE AMIZADE, COOPERAÇÃO E PARCERIA COM A RÚSSIA


Somos forçados a morar perto da Rússia. Amizade - não!

O comportamento agressivo de um país vizinho levou ao fato de que a Ucrânia suspendeu um acordo "amigável" com Moscou.
Como pode amigos com o país, "homens verdes" que, a partir da Crimeia, descaradamente subir na cabana ucraniana? ..

Como pode amigos com o país, "homens verdes" que, a partir da Crimeia, descaradamente subir na cabana ucraniana?
A Verkhovna Rada [Supremo Conselho] terminou o Tratado de Amizade, Cooperação e Parceria entre a Ucrânia e a Federação Russa. O projeto de lei apresentado ao Parlamento pelo Presidente para a consideração urgente do Presidente, Petro Poroshenko, foi apoiado por 277 deputados do povo. Entre os vinte deputados que votaram contra foram aqueles a quem temos muito tempo chamado a quinta coluna do Kremlin - antigos e atuais líderes da facção "Oposição bloco" Yuriy Boyko, Vadim Novinsky, assim como seus colegas do agora rozisvarenoyi oposição pró-russa. A decisão do parlamento cria novas realidades na relação entre o país agressor e sua vítima. Como indicado na nota explicativa do projeto de lei já passou, a rescisão do presente acordo "vai adequadamente e efetivamente proteger os interesses nacionais nas relações internacionais."
No distante ano de 1997, o acordo de 20 anos foi assinado por Leonid Kuchma e Boris Yeltsin em Kiev. Presumia-se que sua ação continuaria automaticamente pelo mesmo período, se as partes não informassem o contrário com antecedência, seis meses antes do término do contrato. Quando Yeltsin Kuchma bebendo champanhe quase fraternalmente, não havia sinais de problemas - ambos os governadores cada palavra falada de "povos irmãos". Este conto de fadas terminou com a chegada do Kremlin de Putin.
Passo a passo, a Rússia lançou cada vez mais suas garras imperiais no corpo da Ucrânia. Lembre-se, afirma Tuzla, dos ataques de propaganda afiada, comentários depreciativos sobre os ucranianos na mídia russa, energia, laticínios, confeitos e guerras. Em fevereiro de 2014, chegou a um ataque armado contra a Ucrânia soberana, a anexação da Crimeia, a ocupação do Donbass. A agressão russa ainda está em curso, tornando-se cada vez mais insolente. Um exemplo disso é a história da captura de marinheiros da marinha ucraniana quando eles tentam atravessar o Estreito de Kerch. A Rússia violou grosseiramente as cláusulas-chave do acordo que assinou. Então, como tal país pode ser amigo?
Em 21 de setembro, a Ucrânia, através de seu Ministério das Relações Exteriores, informou a Rússia por escrito que não continuaria com o tratado. Em 26 de setembro, Petro Poroshenko anunciou oficialmente isso em Nova York para o secretário-geral da ONU. O último ponto dessa "amizade" em 6 de dezembro foi estabelecido pelo parlamento ucraniano. Assim, a partir de 1º de abril de 2019, o pseudo-contrato deixará de existir.
Por que não "quebramos" com a Rússia antes? Volodymyr Ariev, MP do "BPP" explicou isso com sutis nuances legais. "A terminação / terminação é uma grande diferença. Após a rescisão do contrato, perdemos a oportunidade de confiar nele como prova nos tribunais internacionais contra a Rússia. E a rescisão de um tratado significará que podemos confiar nele como uma base de evidências, mas não pode agir no futuro ".
E aqui está o que o especialista militar Alexander Surkov está pensando : "É muito importante que tenhamos terminado o tratado com a Rússia. Do ponto de vista militar, seu texto foi escrito de tal maneira que todas as disputas entre as partes deviam ser resolvidas entre si. Este acordo é registrado pelas Nações Unidas. Quando a sua ação for suspensa, a Ucrânia resolverá todas as questões controversas, incluindo o Estreito de Kerch, através do direito internacional, através dos tribunais internacionais. Nós teremos nossas mãos resolvidas ... "
Mais cedo ou mais tarde, a questão da "amizade" com a Rússia terá que voltar - para tomar outro vizinho, infelizmente não podemos. Mas, obviamente, isso não acontecerá em breve. Sentar-se numa mesa de negociações de paz com Moscou só será possível quando houver outros governantes bêbados. E quando o povo russo finalmente se origina da criança odiada por ucranianos, a quem o Kremlin envenenou durante anos.



Жити поруч з Росією ми змушені. Дружити — ні!

Агресивна поведінка сусідньої країни призвела до того, що Україна припинила «приятельську» угоду з Москвою.
Верховна Рада припинила дію Договору про дружбу, співробітництво і партнерство між Україною і Російською Федерацією. Законопроект, що його у парламент вніс для невідкладного розгляду президент Петро Порошенко, підтримали 277 народних депутатів. Серед двадцяти нардепів, що голосували проти, були ті, кого у нас давно називають п’ятою колоною Кремля — колишній і нинішній керівники фракції «Опозиційний блок» Юрій Бойко, Вадим Новинський, а також їхні соратники з тепер уже розісвареної проросійської опозиції. Рішення парламенту створює нові реалії у взаємовідносинах між країною-агресором та її жертвою. Як сказано у Пояснювальній записці до уже ухваленого законопроекту, припинення дії цього Договору «дозволить належним чином та ефективно захистити національні інтереси у міжнародних відносинах».
20-річну угоду, про яку йдеться, у далекому 1997 році скріплювали у Києві сво­їми підписами Леонід Кучма та Борис Єльцин. Передба­чалося, що її дія автоматично продовжуватиметься на та­кий же період, якщо сторони завчасно, за шість місяців до закінчення чинності договору, не повідомлять про зворот­не. При Єльцині, який з Куч­мою пив шампанське ледь не на брудершафт, ніщо не віщу­вало біди — обидва правите­лі через кожне друге слово го­ворили про «братні народи». Ця казочка закінчилася з при­ходом у Кремль Путіна.
Крок за кроком Росія все більше запускала свої імпер­ські пазурі у тіло України. Зга­дайте претензії на Тузлу, різкі пропагандистські випади, зне­важливі коментарі у бік укра­їнців у російських ЗМІ, енер­гетичні, молочні, кондитерські війни. В лютому 2014-го ді­йшло до збройного нападу на суверенну Україну, анексії Криму, окупації частини Дон­басу. Російська агресія три­ває досі, стає щораз нахабні­шою. Приклад того — історія із захопленням українських вій­ськових моряків при спробі проплисти через Керченську протоку. Росія грубо поруши­ла ключові пункти підписаної нею угоди. То як з такою кра­їною можна дружити?
21 вересня Україна че­рез своє Міністерство за­кордонних справ письмово сповістила Росію, що не про­довжуватиме з нею догово­ру. 26 вересня Петро Поро­шенко офіційно повідомив про це у Нью-Йорку Генсека ООН. Останню крапку у цій «дружбі» 6 грудня поставив український парламент. Тож з 1 квітня 2019 року псевдодоговір припиняє свою дію.
Чому саме ми «не порвали» з Росією раніше? Народний депутат від «БПП» Володи­мир Ар’єв пояснив це тонки­ми правовими нюансами. «Ро­зірвання/ припинення — велика різниця. При розірванні угоди ми втрачаємо можливість спи­ратися на неї як на доказ у між­народних судах проти Росії. А припинення договору означа­тиме, що ми можемо спира­тись на нього як на доказову базу, але діяти у майбутньому він не може».
А ось що думає з цього при­воду військовий експерт Олександр Сурков: «Дуже важливо, що зараз припини­ли договір з Росією. З військо­вої точки зору, його текст було виписано так, що всі спірні пи­тання сторони повинні були вирішувати між собою. Цю уго­ду зареєстровано в ООН. Коли її дію припинять — всі спір­ні питання, зокрема і питання Керченської протоки, Україна буде вирішувати через між­народне законодавство, через міжнародні суди. У нас будуть розв’язані руки…».
Рано чи пізно до питан­ня «про дружбу» з Росією до­ведеться повертатися — взя­ти собі іншого сусіда ми, на жаль, не можемо. Але, воче­видь, станеться це не ско­ро. Сісти за стіл мирних пе­реговорів з Москвою можна буде лише тоді, коли там бу­дуть інші, притомні правителі. І коли російський народ наре­шті протверезіє від україноне­нависницького чаду, яким його роками отруює Кремль.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A RÚSSIA COMETEU ATO DE PIRATARIA INTERNACIONAL

A aventura de Azov tornou-se o erro estratégico de Putin

Moscou está perdendo rapidamente sua influência na Ucrânia

Em 25 de novembro, assistimos à escalada do conflito russo-ucraniano. Ele novamente entrou na fase quente quando o navio de fronteira russo bateu no rebocador ucraniano. Marinheiros ucranianos foram feridos e capturados. Os navios foram apreendidos.
Este incidente tem três causas inter-relacionadas:
O primeiro é o status não resolvido da Criméia, que a Rússia ocupou na primavera de 2014.
As questões da Crimeia não foram incluídas nos acordos de Minsk. A Alemanha e a França, representando a União Européia, sob pressão da Rússia concordaram em não mencionar a península. O presidente dos EUA, Barack Obama, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, reagiram de forma extremamente passiva à anexação. Enquanto os EUA e Reino Unido foram signatários do Memorando de Budapeste 1994, o que deu obrigações de segurança Ucrânia em troca de seu abandono do arsenal nuclear.
O plano de Vladimir Putin era insistir que a questão da Crimeia é fechada e não pode ser objeto de negociações. Ao mesmo tempo, é chocante que a Rússia não esteja presente no conflito no Donbass.
As reivindicações da Rússia ao mar de Azov como "russas" repetem o cenário de uma anexação rasteira na Geórgia. Desdobrou-se após a apreensão inicial de um pedaço limitado de território. Quando os navios ucranianos foram atacados pela Rússia, eles estavam em águas internacionais. Portanto, a Rússia cometeu um ato de pirataria militar.
Em segundo lugar, a liderança russa está decepcionada com os desenvolvimentos na Ucrânia. Moscou está perdendo rapidamente sua influência.
Na Rússia, eles odeiam o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, porque ele faz todos os esforços para eliminar a influência da Rússia da Ucrânia. O Kremlin percebe seriamente essa perda. Isto é evidenciado pela reação russa à decisão do Patriarca Ecumênico de conceder a independência da Igreja Ortodoxa Ucraniana. Putin convocou uma reunião do Conselho de Segurança da Rússia, e a Igreja Ortodoxa Russa decidiu romper o relacionamento com Constantinopla. A última divisão religiosa desta magnitude aconteceu durante a Reforma.
Em terceiro lugar, Putin não pode forçar a Ucrânia a submeter-se às exigências da Rússia sobre as condições prévias para a cessação do conflito no Donbass.
Muitos futuros candidatos nas eleições presidenciais na Ucrânia usam a retórica populista anti-guerra para agradar os eleitores que estão cansados ​​da guerra que vem ocorrendo pelo quinto ano. De todos os candidatos, apenas Poroshenko se recusa a colocar Putin sob pressão para concluir um acordo de paz. O editor da estação de rádio russa "Eco de Moscou" Alexei Venediktov acredita que é por isso que Putin e Yulia Tymoshenko suporta a menos popular pró-russo Yuri Boyko.
Quando os ucranianos foram questionados sobre quem, na opinião deles, Moscou quer ver um novo presidente, eles apontaram para Boyko e Tymoshenko.

domingo, 2 de dezembro de 2018

SITUAÇÃO MILITAR NA UCRÂNIA

A situação militar na Ucrânia: o Ministério da Defesa anunciou uma reunião em larga escala de reservistas
Castelo Alto - 01/12/2018 às 17:55

A partir de segunda-feira, 3 de dezembro, uma série de eventos de grande escala com reservistas e soldados na Ucrânia começa nas áreas onde o estado militar foi declarado.

Foto ZIK







Isto é relatado pelo serviço de imprensa do Ministério da Defesa.
Em particular, haverá reuniões, tanto nas brigadas (até 15 dias) como nos centros de treinamento (até 20 dias). Assume-se, assim, que todos os eventos de reunião serão concluídos antes dos feriados de Ano Novo.
No entanto, as medidas de mobilização das Forças Armadas da Ucrânia abrange não apenas as pessoas que estarão na reunião, mas todo o serviço militar e reservistas que são atribuídos às Forças Armadas da Ucrânia.
Além disso, conforme estipulado no Plano Estratégico das Forças Armadas da Ucrânia, atualmente em certas regiões da Ucrânia continuam os preparativos criando a defesa territorial e inventário imutável.
Em áreas onde foi estabelecido um estado militar, está previsto a realização de reuniões em massa para a defesa do território ocupado pelos militares, em até 10 dias. Estas reuniões serão realizadas pela coordenação de combate de brigadas e batalhões de defesa territorial que irá preparar as ações e estratégias para a proteção de suas áreas.
Vamos lembrá-los, como eu escrevi no "Castelo Alto", que um contingente de cerca de 80 mil soldados russos com um grande número de equipamentos militares foi implantado próximo das fronteiras da Ucrânia.


Navios da Ucrânia são apreendidos em águas neutras: MinTOT publicou um mapa

A Rússia iniciou um ataque e capturou navios de guerra ucranianos nas águas internacionais do Mar Negro.
Os marinheiros das Forças Navais da Ucrânia e funcionários da SBU foram detidos no Estreito de Kerch e foram acusados de travessia ilegal da fronteira russa.


Воєнний стан в Україні: в Міноборони оголосили масштабні збори резервістів

З понеділка, 3-го грудня в Україні розпочинається цикл масштабних зборових заходів з резервістами та військовозобов’язаними у тих областях, де був оголошений воєнний стан.
Із понеділка, З грудня, у ЗСУ розпочинається цикл масштабних зборів з резервістами та військовозобов’язаними, фото ZIK
Про це повідомляє прес-служба Міноборони.
Зокрема будуть проведені збори, як у складі бригад (до 15 діб) так і у складі навчальних центрів (до 20 діб). Таким чином передбачається, що всі зборові заходи будуть завершені до початку Новорічних свят.
Водночас, заходи мобілізації проводитимуться лише у випадку відкритої агресії, але в такому випадку до Збройних Сил України призиватимуться не лише ті особи які перебувають на зборах, а й усі резервісти та військовозобов’язані, які приписані до комплектування Збройних Сил України.
Крім того, як і передбачено Стратегічним замислом застосування Збройних Сил України, наразі у визначених областях України тривають організаційні заходи створення Територіальної оборони та непорушних запасів.
В областях у яких запроваджено воєнний стан передбачається проведення масових зборів з військовозобов’язаними територіальної оборони тривалістю до 10 діб. Під час яких буде проведене бойове злагодження бригад та батальйонів територіальної оборони, з метою підготовки до захисту своїх областей.
Нагадаємо, як писав «ВЗ» біля кордонів України розгорнуто угруповання чисельністю близько 80 тисяч російських військових з багаточисельною військовою технікою.

ESTREITO DE KERCH II


Poroshenko: Mais de 80.000 soldados das tropas russas e em torno da Ucrânia.

By Tamila Varshalomidze

Líder ucraniano alerta sobre o aumento do número de militares russos enquanto se mobiliza para a ação após o primeiro ataque aberto de Moscou.

Kiev, Ucrânia - Mais de 80 mil soldados russos estão presentes nas fronteiras da Ucrânia e na península da Criméia, anexada pela Rússia, bem como nas regiões controladas por rebeldes de Donetsk e Luhansk, segundo o presidente ucraniano.

As declarações de Petro Poroshenko no sábado ocorreram seis dias depois que um conflito de quatro anos entre Kiev e Moscou se aprofundou quando a Rússia apreendeu três navios militares ucranianos e prendeu 24 tripulantes no Mar Negro, perto do Estreito de Kerch.

Enquanto promete apoio internacional contra Moscou, Poroshenko disse que a Rússia tem cerca de 1.400 sistemas de artilharia e foguetes, 900 tanques, 2.300 veículos blindados de combate, mais de 500 aviões militares e 300 helicópteros na Ucrânia.

A Rússia tem mais de 80 navios militares russos e oito submarinos no Mar Negro, no Mar de Azov e no Mar Egeu, segundo Poroshenko.

Igor Koziy, especialista militar do Instituto para Cooperação Euro-Atlântica, disse à Al Jazeera que os números que Poroshenko deu pareciam precisos se os números da marinha e da força aérea fossem adicionados às tropas terrestres.

"Se você olhar para a estrutura organizacional das forças armadas russas, verá que há mais de 6 mil pessoas em cada brigada. Elas têm até três brigadas só na Crimeia.

"Há também marinha e força aérea lá. No sul da Rússia, que faz fronteira com o norte da Ucrânia, construíram-se duas bases militares inteiras - de três a cinco brigadas cada uma", disse ele.
"A possibilidade da invasão russa no momento é entre 70 a 80 por cento, especialmente durante a próxima temporada de férias. Por três a cinco dias, ninguém no mundo se importaria com o que está acontecendo", disse Koziy.
Ele também disse que Moscou estava apenas esperando por uma desculpa para justificar a mudança.

"[O presidente Vladimir Putin] ainda não está preparado para um método tradicional muito aberto, porque não há prontidão psicológica para isso dentro do exército russo, mas ainda está na mesa."