quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A UCRÂNIA HONRA A MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DA FOME


23/11/2019, 07:33 - 313
No sábado, 23 de novembro, é comemorado o Dia da Memória das Vítimas da Fome na Ucrânia.


O Dia da Memória das Vítimas da Fome é comemorado anualmente no quarto sábado de novembro, com base nos decretos presidenciais de 1998 e 2007, informa a Ukrinform.
No século XX, os ucranianos experimentaram três fomes: 1921-1923, 1932-1933 e fome de 1946-1947. No entanto, o mais maciço foi o Holodomor de 1932-1933, um genocídio do povo ucraniano perpetrado pelo regime comunista totalitário da URSS.
A fome foi precedida por violenta coletivização da agricultura, a "desilusão" dos camponeses, uma campanha de colheita de grãos e terror em massa no campo. O terror da fome que está em vigor na Ucrânia há 22 meses é uma política deliberada e propositada do governo Stalin, cuja estratégia e tática são implementadas desde 1928. Essa ação punitiva e repressiva visava humilhar os camponeses ucranianos, destruindo as fazendas camponesas independentes - os fundamentos socioeconômicos da nação ucraniana.
Os camponeses ucranianos tornaram-se as próximas vítimas do regime stalinista após a repressão total da intelligentsia e do clero ucranianos. Nos meses de pico do Holodomor, 24 pessoas morriam a cada minuto na Ucrânia. Em pouco tempo, Moscou matou mais de três milhões de ucranianos.
Durante décadas, o Holodomor ficou em silêncio na Ucrânia soviética. A pesquisa sobre essa tragédia começou apenas no final dos anos 80. O Holodomor de 1932-1933 na Ucrânia é agora considerado como um ato de genocídio contra o povo ucraniano pelo governo da URSS através da organização de uma fome artificial em massa que levou a milhões de vítimas humanas em áreas rurais na SSR ucraniana. Segundo pesquisas sociológicas recentes, 77% dos ucranianos consideram essa tragédia um genocídio.
Em novembro de 2006, o Verkhovna Rada reconheceu o Holodomor de 1932-1933 como o genocídio do povo ucraniano. Dos 195 países do mundo, o ato de genocídio do Holodomor de 1932-1933 na Ucrânia em nível internacional, exceto a Ucrânia, é reconhecido por 15 estados membros da ONU e pelo Vaticano.
Uma série de eventos de luto será realizada na capital em 23 de novembro, em memória das vítimas da fome.
Assim, as atividades de luto serão realizadas no território do Museu Nacional “Memorial das Vítimas do Holodomor” (Rua Lavrska, 3), com a participação de representantes de autoridades estaduais, órgãos autônomos locais, público, clero e convidados estrangeiros. Em particular, o Presidente Volodymyr Zelensky participará da comemoração das vítimas da fome.
Além disso, um dia de silêncio será anunciado hoje às 16:00 para comemorar as vítimas da fome, bem como uma ação nacional "Acenda uma Vela". Nesse momento, qualquer pessoa pode se juntar para homenagear os compatriotas caídos e colocar uma vela no parapeito da janela.
Neste sábado, em Kiev, a bandeira nacional da Ucrânia será lançada. Eles também restringirão as atividades de entretenimento e farão alterações nos programas utilitários.
Em 23 de novembro, serão realizados cultos em memória nos templos das vítimas da fome na Ucrânia.
Como foi relatado, tradicionalmente na quinta-feira, 4 de novembro, às 16:00, a memória de milhões de ucranianos mortos durante o genocídio é comemorada com um momento de silêncio e luz de velas nas praças centrais da cidade, perto dos monumentos do Holodomor, nos templos e no Hall of Remembrance Museu Nacional das vítimas do Holodomor Memorial em Kiev. A tradição de queimar velas na janela de suas casas, a chamada "Vela na janela", foi sugerida pelo pesquisador do Holodomor James Mace.


domingo, 24 de novembro de 2019

7 MILHÕES "ESTE FOI O SALDO DO HOLODOMOR DE JOSEPH STALIN"


HOLODOMOR
[MORTE PELA FOME]
Posted: 24 Nov 2019 12:30 AM PST
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs


Nos milhares de aldeias ucranianas, desertas e em ruínas, perto de grandes cidades como Kharkiv, Kiev e Odessa, ainda parece se ouvir os uivos da fome, escreveu o jornalista Jeffrey D. Stephaniuk, da agência Euromaidanpress, de quem extraímos as citações deste post.
Nessas aldeias ecoa, no silêncio, o brado lancinante do Holodomor, o genocídio pela fome ordenado por Stalin para extinguir os proprietários rurais  e todo um povo que não se vergava à utopia socialista.
Os camponeses e suas famílias não estão mais ali para contar: morreram aos milhões ou fugiram até caírem exaustos numa estação ferroviária onde ninguém os auxiliava.
Aqueles, como foi o caso de alguns mestres de escola, que tentavam atender famílias e crianças que agonizavam extenuadas foram presos pelos agentes comunistas e exilados na Sibéria – de onde poucos voltaram – pelo crime de espalhar rumores a respeito de uma fome que oficialmente não existia.
Não existia por decreto de Stalin, que a tinha ordenado.
Comício da Frente Popular francesa Léon Blum (Partido Socialista),
Maurice Thorez (Partido Comunista), Roger Salengro (Partido Socialista).
Esquerdas ocidentais democráticas e iluminadas foram cúmplices.

O inexplicável silêncio no Ocidente cooperou para o genocídio

Mas, esta é a curiosidade macabra, o decreto de silenciamento vigorou também no Ocidente, onde admiradores declarados ou velados de Stalin manifestavam ceticismo diante dos relatos, fotos e filmes que evidenciavam essas mortes atrozes de milhões.
Esse viés pró-Stalin se manifestava até nos púlpitos religiosos, inclusive católicos.
Como pode ter isso acontecido? Como foi possível que democratas, liberais, humanitários, líderes políticos cristãos e até eclesiásticos insuspeitos de comunismo cooperassem tão eficazmente no abafamento desse genocídio?
Aliás, em certo sentido, eles continuam cooperando, silenciando ainda hoje os efeitos assassinos do flagelo comunista contra os quais Nossa Senhora em Fátima quis advertir os homens.
Sobre essa espantosa cumplicidade ocidental e seus efeitos no III milênio, veja o clarividente manifesto do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira: Comunismo e anticomunismo na orla do III milênio: uma análise da situação no mundo e no Brasil
O biógrafo Ian Hunter citou um alto eclesiástico anglicano da Inglaterra que elogiava Stalin pela sua “determinação e gentil generosidade”.
Malcolm Muggeridge, que passou oito meses na URSS entre 1932-33, não encontrava palavras para descrever a fome na Ucrânia resultante da coletivização das terras e a luta de classe contra os proprietários, “por causa do indescritível horror e a magnitude” do fato.
À Ucrânia poderiam se aplicar as Lamentações de Jeremias quando falam da fome em Jerusalém no ano 586 a.C.
O mais doloroso subproduto dessa desgraça foi o canibalismo que chorou o profeta:
8. Het. Agora, seus rostos ficaram mais sombrios do que a fuligem; pelas ruas, são irreconhecíveis. A pele se lhes colou aos ossos, e qual madeira ressecou-se.
9. Tet. As vítimas do gladio são mais felizes do que as da fome, que lentamente se esgotam pela falta dos produtos da terra.
10. Iod. Mãos de mulheres, cheias de ternura, cozinharam os filhos, a fim de servirem de alimento” (Lamentações, 4, 8-10)


Geografia da grande fome comunista de 1932-1933

Muggeridge estava convencido de que “foi um dos mais monstruosos crimes da História, de tal maneira terrível que o povo no futuro dificilmente poderá acreditar que algo assim aconteceu alguma vez”.
Para muitos, a fome era um castigo que mereciam por terem apoiado os comunistas nos anos precedentes. Muitos acharam que os comunistas agiram como látego de Deus.
Miron Dolot descreve em outro livro o povo clamando a Deus contra o furor de Satanás que se abatia sobre ele.
Prelúdio da descristianização do “período pós-conciliar”?
A transição para o ateísmo nas cidades e no campo tinha se iniciado anos antes. As cruzes haviam sido derrubadas e em seu lugar ondeavam bandeiras vermelhas. Os altares foram removidos dos santuários.
Outrora, nas casas, aos pés de um ícone os camponeses colocavam um pão “como símbolo da generosidade de Deus”, escreve Miron Dolot em “Execution By Hunger”.
Mas, sob o socialismo, instalou-se o desespero nas casas, onde se morria silenciosamente de fome. Foi uma brutal transformação dos meios de produção, que passaram das mãos de particulares para as do Estado por ordem de Stalin.
Antes da fome, as aldeias começaram a se proclamar ateias e banir os clérigos. Pilhas de Bíblias e de ícones foram queimadas em público. O Natal passou a ser um dia de trabalho e os sinos foram fundidos para favorecer a industrialização.
Até que chegou a fome.
As cerimônias religiosas cessaram. O Natal de 1933 foi o primeiro a não ser mais celebrado. Depois não houve festa de Páscoa na primavera. Não havia mais locais de culto e nem mesmo clero.
Por volta de 1933, o sistema de espionagem da polícia secreta e das ligas da juventude comunista havia desintegrado o senso da comunidade. O povo se trancava nas casas para aguardar a morte.
Os recintos sagrados vinham sendo transformados em teatros ou museus do ateísmo. Nas aldeias, as igrejas viraram locais de reunião do Partido Comunista. Os ícones e as pinturas mais veneradas foram substituídos por imagens do Partido Comunista e de seus líderes.
As orações foram substituídas por cânticos de ódio, e nos estandartes expostos nas igrejas lia-se: “a religião é o ópio do povo”. E, ainda, “é impossível construir um assentamento coletivo onde há uma igreja”, ou “em vez dos sinos, gozemos o ruído dos tratores”.
As igrejas convertidas em depósitos ficavam, durante os tempos da fome, cheias de grãos protegidos por guardas armados, numa blasfema paródia do morticínio de massa: outrora elas eram a casa do Santíssimo Sacramento, visível na Santa Eucaristia, que alimentava espiritualmente os fiéis que comungavam.
Ironicamente, o trigo, produzido com as próprias mãos e com o qual se confeccionava a hóstia que seria oferecida a Deus no sacrifício incruento da Missa, havia sido confiscado e guardado nos templos por agentes marxistas, para que os camponeses morressem sem alimento.
Ateização por meio da reforma agrária


Enterro dos restos das vítimas pela fome e repressão de 1946-47
achados na estação 'Pidzamche' em Lviv
O trigo seguia depois para as cidades, e também para o exterior, onde líderes marxistas e não-marxistas comemoravam o sucesso produtivo da reforma agrária socialista.
Até o Holodomor, a família camponesa ucraniana típica concebia grande número de filhos. Ela passou a ser acusada de “inimigo de classe” por gerar tantos súditos.
As crianças que sobreviveram ficaram órfãs, pois os pais haviam se sacrificado por elas. Mas acabaram se alistando em gangues que pilhavam as cidades. Como o comunismo desejava formar um tipo humano novo, quis transformá-las no homem soviético.
Myroslav Shkandrij, em Fiction by formula: the worker in early Soviet Ukrainian prose, descreve o novo tipo humano como “um ser reduzido pelo Partido a um estado de desorganização e desmoralização”, que poderia ser modelado como massa para gerar um homem conforme aos ideais socialistas.
O Cristianismo ensina que o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus e foi redimido por Cristo. A coletivização socialista da agricultura visou destruir essa ideia, corporificada no proprietário.
Por isso, os antigos proprietários – inclusive os menores – foram violentamente excomungados do mundo novo do socialismo, sem ter um lugar na Terra aonde ir.
O dono da terra passou a ser apresentado como um opressor do proletariado pobre e marginalizado.
O fazendeiro estava do lado errado da equação marxista por se encontrar espiritual e juridicamente relacionado com a terra através da propriedade privada.
Todos os crimes da reforma agrária faziam sentido porque impulsionavam a transição do capitalismo para o socialismo e o comunismo.
Aldeias inteiras foram condenadas à morte pela fome por se negarem a entrar nessa evolução progressista.
Deve-se sublinhar que nas regiões – maioritárias, aliás – atingidas pelo flagelo russo-marxista do Holodomor, predominava a religião dita “ortodoxa”, um cisma do catolicismo.
O clero “ortodoxo”, em vez de pregar contra o monstro marxista, “virou a casaca” e se tornou um vil colaborador do carrasco socialista.
O grande clamor aos Céus pedindo a vingança divina


O heroico metropolita greco-católico de Lviv, Andrei Sheptytsky,
impulsionou o vibrante apelo.
O único grande clamor pela nação chacinada proveio da parte ocidental da Ucrânia, onde predominavam os católicos, cujos bispos lançaram um lancinante apelo ao mundo.
Em julho de 1933, a hierarquia católica ucraniana de Halychyna [Galícia, ocidente da Ucrânia] fez esse apelo.
Ele foi publicado primeiro no jornal “Pravda” (“A Verdade”) XII nº 30, do dia 30 de julho de 1933. Ele foi reproduzido posteriormente no livro do bispo Ivan Buchko First Victims of Communism: White Book on the Religious Persecution in Ukraine, publicado em Roma, em 1953.
O apelo dos bispos católicos ucranianos descreve as atrocidades que aconteciam no leste de seu país sob a bota bolchevista.
“Agora vemos as consequências do regime comunista: a cada dia elas se tornam mais aterradoras. A visão desses crimes horroriza a natureza humana e gela o sangue. (...)
“Protestamos diante do mundo inteiro contra a perseguição de crianças, pobres, doentes e inocentes. Por outro lado, citamos os perseguidores diante do Tribunal de Deus Todo-poderoso.
O sangue dos trabalhadores famintos e escravizados tinge a terra da Ucrânia e clama aos Céus pedindo vingança, e o pranto das vítimas consumidas pela forme chega até Deus no Céu.
“Imploramos aos cristãos de todo o mundo, a todos aqueles que acreditam em Deus, e especialmente aos nossos compatriotas, a se unirem ao nosso protesto para tornar nossa grave denúncia conhecida até nos cantos mais remotos da terra.
“Pedimos às emissoras de rádio retransmitir nossa voz pelo mundo todo; talvez ela chegue até os empobrecidos e desolados lares que gemem na fome sob a perseguição.
“Então, pelo menos tendo conhecimento de que estão sendo lembrados, de que há pessoas que têm piedade de seus irmãos em terras remotas, eles se sintam confortados pelas suas orações e encontrem uma consolação em meio a indizíveis sofrimentos e à morte iminente.
“Para todos vós, sofredores, famintos, moribundos, nós imploramos a Nosso Senhor Misericordioso e Nosso Salvador Jesus Cristo:
“Aceitai esses sofrimentos em reparação por vossos pecados e pelos pecados do mundo, repetindo com Nosso Senhor: ‘Pai nosso que estas no Céu. Que vossa vontade seja feita’.
“Aceitar voluntariamente a morte pelas mãos de Deus é um oferecimento que, unido ao sacrifício de Cristo, vos conduzirá ao Paraíso e atrairá a salvação para todo o povo. Depositemos nossas esperanças no Senhor.
“Dado em Lviv, na festa de Santa Olga, julho de 1933.”
Assinam: o metropolita Andrés Sheptytskyi; Dom Gregório Khomyshyn, bispo de Stanyslaviv; Dom Josafá Kotsylovskyi, bispo de Peremyshy; Dom Gregório Lakota, bispo auxiliar de Peremyshyl; Dom Niceta Budka, bispo titular de Patara; Dom João Buchko, bispo auxiliar de Lviv, e Dom João Latyshevskyi, bispo auxiliar de Stanyslaviv.


sexta-feira, 22 de novembro de 2019

MOSCOU PERSEGUIU POROSHENKO



22/11/2019, 19:34 1
"Moscou persegue Petro Poroshenko porque ele defendeu os interesses da Ucrânia", diz o autor do International Policy Digest.

Todos os casos contra o quinto presidente da Ucrânia foram ordenados pela Rússia. Esta é a conclusão do autor do International Policy Digest, Nick Kennedy. Ele acredita que, ao contrário de Yanukovych, Poroshenko realmente defendeu os interesses nacionais da Ucrânia e resistiu à agressão russa, que permitiu impedir a destruição total do país, relata Glavkov
“Poroshenko teve que trabalhar duro para deter os russos. Gerou forte apoio internacional à Ucrânia, liderada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, antes da cúpula da OTAN de 2014 no País de Gales. Sob essa pressão internacional, a Rússia foi forçada a assinar o primeiro documento dos Acordos de Minsk, com base no plano de paz de Poroshenko. O processo de Minsk se tornou uma vitória diplomática para o líder ucraniano, forçando a Rússia à paz através da pressão da comunidade internacional e do aumento de sanções”, escreve Kennedy.
“Agora que Poroshenko renunciou ao cargo de presidente da Ucrânia em 2019, a Rússia está tentando vingar suas realizações fundamentais: proteção dos interesses nacionais, ratificação do Acordo de Associação com a União Europeia, introdução de uma permanência sem visto na UE para os cidadãos ucranianos e, especialmente, para a consolidação na Constituição da Ucrânia. membro pleno da OTAN e da UE e o renascimento de um exército poderoso, de acordo com os padrões da Aliança. Para fazer isso, eles usam investigações falsas fabricadas por políticos Yanukovych pró-russos ”, diz a International Policy Digest.
O ex-comandante supremo Petro Poroshenko é acusado, em particular, de ordens contra-ofensivas supostamente ilegais no Donbas em junho de 2014. Então o exército ucraniano libertou dois terços dos territórios ocupados pela Rússia.
O próprio Petro Poroshenko considera essas acusações absurdas, mas está pronto para ser responsável por cumprir seus deveres presidenciais.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

HOMENAGEM ÀS VITIMAS NO MAIDAN


21/11/2019, 15:10

Hoje, em 21 de novembro, foi realizado o Dia da Dignidade e da Liberdade em homenagem à Memória dos Cem Heróis do Céu, no Memorial da Memória dos Cem Heróis do Céu, em Lviv.

As autoridades da região, a cidade e o público acenderam velas no local de culto em Maidan.
Os eventos de 2013-2014 mostraram que os ucranianos nunca tolerarão os que querem impor a supressão da liberdade, independência e dignidade humana. Estas serão sempre as palavras que definem os verdadeiros patriotas de nossa terra. Uma memória eterna dos heróis que colocaram suas vidas no Maidan, disse Alexander Ganushchin.
Lembremos que as celebrações do Dia da Dignidade e da Liberdade e o sexto aniversário do início da Revolução da Dignidade estão ocorrendo em Lviv.
De manhã, o presidente do conselho regional de Lviv Alexander Ganushchin, o vice-presidente do conselho regional Yuriy Gudyma, a liderança da administração regional do estado, cidades, público, voluntários, deputados, militares, jovens colocaram flores e acenderam velas em túmulos dos combatentes pela independência da Ucrânia no cemitério honorário.




terça-feira, 3 de setembro de 2019

DEPUTADOS APROVAM O FIM DA PRÓPRIA IMUNIDADE

Deputados ucranianos aprovam fim da sua própria imunidade
A abolição da imunidade parlamentar era um dos primeiros testes ao poder do novo Presidente, Volodimir Zelenskii.
3 de Setembro de 2019, 11:45

O Parlamento ucraniano aprovou o fim da imunidade parlamentar, uma medida histórica que é também a primeira demonstração do forte apoio que o Presidente Volodimir Zelenskii dispõe depois da vitória do seu partido nas eleições legislativas.

A abolição da imunidade parlamentar era uma das principais promessas eleitorais de Zelenskii, um humorista sem qualquer experiência política que aproveitou o profundo descontentamento dos ucranianos com a classe política para se tornar no Presidente com maior poder desde a independência em 1991. A medida foi aprovada com o voto favorável de 373 deputados no total de 450 que compõem a Rada Suprema.
O fim da imunidade parlamentar é visto como uma vitória dos esforços de combate à corrupção prometidos por Zelenskii e apontados pela generalidade dos ucranianos como a grande prioridade do país. Até agora, a remoção da imunidade para que deputados pudessem ser investigados e julgados era um processo complexo e raramente bem-sucedido, tornando este estatuto uma ferramenta que permitia a impunidade.
"É nosso dever aprovar esta lei e pôr as pessoas fora desta sala em condições iguais às pessoas cá dentro", afirmou no debate parlamentar o deputado Alexander Dubinski, do Servo do Povo, o partido fundado por Zelenskii. A medida entra em vigor a partir do próximo ano.
Os opositores da medida avisam, no entanto, que a ausência da garantia de imunidade pode permitir que deputados sejam perseguidos por razões políticas.
A aprovação do fim da imunidade parlamentar representa o primeiro teste à solidez do apoio a Zelenskii. Nas eleições legislativas de Julho, três meses depois da eleição de Zelenskii, o Servo do Povo alcançou a maioria absoluta, um acontecimento inédito na história da Ucrânia. Com o Parlamento do seu lado, o Governo e o Presidente ficam com condições únicas para aprovarem reformas constitucionais.




sexta-feira, 5 de julho de 2019

MISSÃO DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE DA UCRÂNIA VISITA O PARANÁ


Missão do Ministério do Meio Ambiente da Ucrânia visita o Estado do Paraná em busca de parcerias. A Representação Central Ucraniano Brasileira através de seu Presidente Vitorio Sorotiuk organizou os contatos do Sr. Mykhailo S. Chornii Diretor do Depto de Recursos Biológicos da Ucrânia E a Sra Nadia Kondur do Setor de Comunicação de Parques e o Sr. Yevhen Ostryzniuk. Na quarta feira (3) começou com encontro com o Sr Sérgio Maciura Diretor da Dnipro Gold Turismo e foram tratados assuntos de divulgação e visitação aos parques ucranianos. Com o Diretor da GP 7 Guto Pasko tiveram encontro na Produtora e trataram da produção de material de divulgação. Visitaram o Memorial Ucraniano no Parque Tingui e o Museu da Sociedade Ucraniana do Brasil - SUBRAS. Tiveram encontro com o Sr Jonel Iurk ex-Superintendente do IBAMA no Paraná e trataram da gestão de Parques. Ainda na quarta feira com o Diretor de Unidades de Conservação do Instituto Ambiental do Paraná  - IAP Aristides Athaide visitaram a Serra do Mar pela estrada da Graciosa, a Ilha das Cobras e a Ilha do Mel na Baia de Paranaguá. Com o IAP ficou manifestado entre ambas as partes a intenção em firmar convênio de cooperação intercâmbio na área de administração e gestão de parques. No sábado (6) visitarão o Município de Prudentópolis com a Secretaria de Turismo Cristiane Boiko e no domingo terão visita técnica ao Parque Nacional do Iguaçu acompanhados de técnicos do ICMBio.







CréditoVitorio Sorotiuk.